7 de março de 2010

Guinevere, O Cavaleiro do Lago Sagrado (Trilogia Guinevere, Livro 2)

Autor: Rosalind Miles
Género: romance histórico
Editora: Planeta Editora | Nº de páginas: 392
Nota: 3/5

Resumo (da capa): Última numa linhagem de orgulhosas Rainhas, eleitas para governar as terras férteis do País do Verão; guardiã da Deusa Suprema de Avalon.

Guinevere, o Cavaleiro do Lago Sagrado.

Sir Lancelote do Lago, o grande cavaleiro da Távola Redonda, amou a rainha guerreira das ondulantes brisas de Avalon que assiste aos feitos heróicos de Artur, o novo Rei Supremo. Com uma magia rara e intuitiva, a célebre romancista e historiadora inglesa, membro da Royal Society of Arts, Rosalind Miles traz-nos o fruto de anos de investigações sobre as Lendas e a sabedoria Célticas, conferindo brilhantemente vida à época dessa mulher gloriosa e lendária, Guinevere a Rainha de Avalon que governou um reino verdadeiramente antigo.

Opinião: Razoavelmente mais interessante que o primeiro volume, ainda assim não conseguiu satisfazer-me tanto como esperava sobretudo devido às personagens, que de um livro para o outro não sofrem qualquer tipo de alteração, mantendo-se longe do que esperava delas. Morgana continua a ser a mais interessante, Merlin anda perdido por todo o livro, Arthur parece um boneco que só ali está para haver um rei nesta história, Guinevere e Lancelot são irritantes como tudo. Estas são as personagens mais chatas deste livro, onde andamos quase 400 páginas num ciclo que se repete ad infinitum: Guinevere expulsa Lancelot, Lancelot vai-se embora, ambos choram por estar longe um do outro, Guinevere quer que Lancelot regresse, Lancelot regressa, Guinevere acusa-o de a trair com outras donzelas, Lancelot defende-se da acusação, Guinevere não acredita, Guinevere expulsa Lancelot… e por aí adiante.

A história continua a ser algo previsível, sobretudo no que toca ao mito arturiano, mas estou a gostar bastante da trama secundária, sobre as relíquias de Avalon que a Igreja Romana quer roubar e tomar para si como sendo as Relíquias Sagradas de Cristo. Afirmo mesmo que este livro só vale por essa parte da história, já que, como disse, o resto é algo previsível.

Ainda sem me conseguir prender, é com um pouco mais de entusiasmo que espero pegar no último livro (entusiasmo esse que não é o suficiente para lhe pegar logo de seguida) e ler o desfecho.

2 comentários:

Miar à chuva disse...

Ultimamente também não consigo acertar numa leitura boa.
Parece que nenhum livro satisfaz por inteiro os meus gostos :/
Espero que tenhas melhor sorte para a próximo.
Sandra do blog Vidas Desfolhadas

WhiteLady3 disse...

Entretanto já encontrei, mas estava complicado. Às vezes também depende do estado de espírito. Quando estou em baixo tanto me apetece ler coisas deprimentes, como coisas sangrentas ou coisas felizes, mas depende do que me está a pôr em baixo, logo nem sempre a escolha que faço é a mais acertada.

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