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29 de dezembro de 2014

Curtas: Legends, Jane Eyre

Título: Legends
Criadores: Howard Gordon, Jeffrey Nachmanoff, Mark Bomback
Atores: Sean Bean, Ali Larter, Tina Majorino

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Nos últimos tempos tenho tentado não ver só coisas porque gosto de olhar para os atores *cough* mas há atores e atores, não é verdade, e sendo que o Sean Bean é, muito provavelmente, a crush mais antiga que tenho, deve ser óbvio neste momento que faço os possíveis para ver todos os projetos em que ele entra. Devagarinho verei tudo. :D

Ora bem, posto isto devo dizer que parti com poucas esperanças que esta série fosse algo de muito bom, parecendo um banal procedural e estando eu um pouco farta deste género. Mas e não é que até gostei?! O Sean é de facto o que mais se destaca nesta série, estando muito além dos restantes atores, sobretudo de Ali Larter, mas posso ser só eu a achá-la por demais irritante, no entanto também a equipa por detrás dos argumentos destes 10 episódio está de parabéns por não caírem na cena do "um caso por episódio". Sim, de acordo com o AXN eu sou tramática e foi com gosto que vi casos passarem de um episódio para o outro e tendo todos os episódios, uns mais do que outros é certo, dado algum tipo de contributo para a grande questão sobre a qual a série se debruça... será Martin Odum mais uma legend?

De resto, é uma série mediana, com muitos acasos convenientes, e com uma reta final bem mais apelativa do que estaria à espera, deixando-me curiosa quanto a uma segunda temporada.

Veredito: Vale o dinheiro gasto. Na verdade é capaz de ser mais um emprestado e pouco se perde com isso, mas tem Sean Bean...

Título: Jane Eyre
Realizador: Susanna White
Adaptação do livro Jane Eyre de Charlotte Brontë por Sandy Welch
Atores: Ruth Wilson, Toby Stephens

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Depois da leitura, tinha de vir o visionamento de pelo menos uma adaptação. Como será lógico, e porque sou fã das séries da BBC, tinha de começar por esta. Quando soube que era adaptado pela mesma pessoa que pegou no texto da Elizabeth Gaskell e fez a maravilha que é o "North and South" fiquei com ainda mais expectativas, mas infelizmente não me satisfez por aí além.

Jane é uma personagem difícil de encarnar. Apesar da sua aparente placidez, por dentro é uma jovem cheia de vida e genica. Eu diria quase que Jane é como que um Jon Snow (mas que sabe muito :P) e que aqui acaba por acontecer o mesmo que acontece aquela personagem na série "Game of Thrones", fica aquém da original. Ruth Wilson tenta mas não chega lá, não é a minha Jane.

Já Toby Stephens é mais o meu Rochester mas não sei, a relação de ambos, apesar de bem conseguida, não parece ter correspondido à que li. Não sei como explicar melhor. Também não fiquei fã das diferenças em relação ao livro, nomeadamente a cena da cigana. e sobretudo do ritmo da história, coisas que achei bem conseguidas na adaptação do livro de Gaskell e que esperava gostar aqui.

É injusto avaliar a mini-série com base no livro mas, apesar do seu esforço, faltou-lhe algo que torna o livro brilhante. Ainda assim é uma boa série mas não ficou a ser das minhas favoritas.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

25 de novembro de 2014

Curtas: Enough Said, Frank

Título: Enough Said
Realizador: Nicole Holofcener
Escritor: Nicole Holofcener
Atores: Julia Louis-Dreyfus, James Gandolfini,

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Depois de "Gone Girl", este foi o filme fofinho de que precisava. Não conhecia, foi o mano que aconselhou apesar de saber que não vou muito à bola com a Julia Louis-Dreyfus. Não gosto de "Seinfeld" nem da personagem que aí interpreta, assim como também era um tormento vê-la em "The New Adventures of Old Christine", mas tentei ignorar a minha pouca simpatia que nutro por ela e ver o filme. Acabou por compensar pois foi uma boa surpresa.

Também não gostei por aí além da personagem dela mas a coisa aqui funciona, sobretudo por causa de algumas atitudes que toma quando percebe que o mundo é muito pequeno. É certo que a posição dela não é fácil, pelo menos não lhe invejo a situação, e leva-nos a questionar o que aconteceria se estivéssemos nos seus sapatos. Daríamos ouvidos ao que nos dizem sobre outra pessoa? Ou tomaríamos a nossa própria relação com essa pessoa em conta em detrimento do que possamos ouvir? Ou até tomar as duas em conta, balançando-as? De certo modo, acho que é uma "ginástica" que já fazemos todos os dias, pelo que é uma questão pertinente e aqui muito bem explorada.

É também uma história de segundas oportunidades, coisa que venho aperceber-me gosto bastante (sim, sei que já devia ter percebido com Persuasão :P ), muito fofa, com um romance bem desenvolvido sendo que os dois protagonistas terem uma boa química também ajuda.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

Título: Frank
Realizador: Lenny Abrahamson
Escritores: Jon Ronson, Peter Straughan
Atores: Michael Fassbender, Domhnall Gleeson, Maggie Gyllenhaal

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Se me dissessem que alguém com uma cabeça de papel machê poderia ser tão carismático e levado a sério, o mais certo era rir-me. E de facto, tal como um dos protagonistas deste filme, não deixei de achar a personagem de Frank, a início, alvo de chacota. Ri-me tanto da premissa do filme como da personagem, mas com o decorrer da história a nossa visão muda e a sua inocência, a sua compaixão e amizade que mostra por todos aqueles que se atravessam no seu caminho, acabam por fazer-nos esquecer o bizarro daquela cabeça. De tal modo que bizarro foi ver Frank com a cara do Fassbender. E não sabem como dizer isto é estranho porque estamos a falar do Fassbender! Tipo, a minha lista é Tom Hiddleston e logo atrás... Michael Fassbender! Mas a sério, o Frank sem aquela cabeça de papel machê enorme simplesmente não era o Frank.

No geral, gostei bastante do filme. Achei o Fassbender genial no uso que faz da voz e dos seus movimentos para se expressar e o resto do elenco também faz um bom trabalho. É um filme engraçado, com momentos bizarros mas nem por isso deixa de fazer-nos pensar sobre o que é realmente importante, chamar a atenção para doenças do foro mental e valorizar o que nos torna únicos, nem que seja a nossa excentricidade.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

22 de outubro de 2014

Curtas: Iron Man, Dawn of Avalon (Twilight of Avalon, #0.5) [e-book]

Título: Iron Man
Realizador: Jon Favreau
Baseado nas comics da Marvel por Mark Fergus, Hawk Ostby, Art Marcum e Matt Holloway
Atores: Robert Downey Jr., Jeff Bridges, Gwyneth Paltrow

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Ok, isto já vai tarde mas a minha ideia era ver os dois primeiros filmes e falar um pouco sobre eles. No entanto, como ainda não vi o segundo vamos ficar-nos apenas pelo primeiro.

Pareceu-me um bom filme de ação, ainda que muitíssimo previsível, nomeadamente no que toca ao vilão. A sério, mal aparece numa cena e uma pessoa descobre logo, pelo que o twist acabou por ser completamente irrelevante. Algumas stunts também me pareceram demasiado irrealistas, na medida em que duvido que fosse possível o Tony Stark sobreviver sem qualquer tipo de mazelas mesmo tendo virado um super-herói.

No entanto, o mais interessante de seguir foi mesmo a change of heart (ah!) que se dá na personagem principal e que o Robert Downey Jr. encarnou na perfeição. O homem nasceu para este papel! A mudança é subtil, dando-se em termos de ideais e não de carácter o que tornou a coisa muito realista, tendo em conta tudo pelo que o Tony passa.

Fica a curiosidade para ver os restantes filmes, até porque há os "Avengers" que já vi, mas continuo sem vontade de pegar nas comics do Homem de Ferro. X-Men, Homem-Aranha, Thor, pode ser mas acho que o Tony não será para mim.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

Título: Dawn of Avalon (Twilight of Avalon, #0.5) [e-book]
Autor: Anna Elliott
Ficção | Género: fantasia
Editora: - | Ano: 2010 | Formato: e-book | Nº de páginas: 78 | Língua: inglês

Como me veio parar às mãos: em 2011 estava disponível no site da autora e penso que continua.

Quando e porque peguei nele: já tinha tentado pegar nele no ano passado, sem grande sucesso, e voltei à carga este ano pela terceira vez, depois de uma outra tentativa entretanto e do sucesso com Jane Eyre cuja leitura também só à terceira é que foi.

Sinopse

Opinião: Este é um pequeno conto que se centra em Morgana e Merlin mas o seu maior ponto de interesse, para mim, acabou por ser o facto de se debruçar sobre uma parte do mito arturiano que não conhecia, os dragões de Dinas Ffareon. Achei muito interessante o modo como tal mito foi usado, muito credível na medida em que mostra a mentalidade da época na forma como Merlin passa a ser o feiticeiro que conjura dragões.

No entanto, a história em si pouco interesse tem, mostrando uma relação entre as personagens que talvez poderia ser mais trabalhada mas que acaba por resultar nesta situação. As visões de Morgana pouco mais vêm acrescentar ou pouco trazem de novo a uma história já tão explorada.

Não sinto qualquer curiosidade em saber mais e por isso não penso investir no resto da série, de que este conto é uma prequela. O único ponto de interesse parece ser a história centrar-se em Tristão e Isolda, que não sei como se relacionam com o mito de Artur por conhecer pouco ou nada da sua história original. Talvez me debruce primeiro sobre a história deles e logo vejo se valerá a pena ler os livros desta série.

Veredito: Foi gratuito e pouco se perde com isso.

29 de agosto de 2014

Filmes para TV

Tenho reparado que nos últimos meses a Fox Life tem exibido muitos filmes. Como não conhecia nenhum dos títulos e me pareciam ser baseados em "casos verídicos" tenho que confessar que a curiosidade não era muita, ainda menos quando vi que eram filmes para televisão, que sinceramente nunca me pareceram muito apelativos porque têm demasiado drama e as atuações, parece-me, não costumam ser das melhores. :/ No entanto, recentemente fui apanhando alguns do início e lá me pus a ver.

Primeiro vi "Deadly Obsession" e devo dizer que não fiquei nada impressionada. Até tem um tema interessante e que, infelizmente, faz tantas vezes notícia nos telejornais, mas a maneira como foi tratado foi tão aborrecida que dava por mim frequentemente distraída. As atuações não ajudam e tipo, largar a arma no final e ninguém, nem o polícia, se dignar a afastar a arma do gajo? Que raio?! *revira olhinhos*

Depois veio o especial Nora Roberts. Ainda pensei em ver todos mas a curiosidade não era muita, no entanto consegui apanhar três filmes do início (okay, na verdade apenas dois, o segundo que vi já ia a meio). Quer dizer, já tive oportunidade de ler a autora e não fiquei propriamente bem surpreendida, mas como os filmes até pareciam contar com atores que não desgosto de ver, lá me sujeitei.

"Carolina Moon", que é a adaptação de Lua de Sangue em português, até tinha uma premissa interessante. Infelizmente depressa descambou quando percebi que a Tory tinha saído da cidade com 10-12 anos e voltou ao fim de 18 anos. E, como não podia deixar de ser, dá de caras com a sua primeira paixão, e há borboletas e coraçãozinhos porque é o seu primeiro e único amor, e ao fim de 3 semanas já pensam em casar. Claro... porque em 18 anos uma pessoa não muda, mesmo que se tenha um poder que a leva a ver das piores coisas que se podem fazer a crianças ou a qualquer outra pessoa, e se pode conhecer *verdadeiramente* alguém em 3 semanas! *revira olhinhos* Além disso, foi-me difícil levar Oliver Hudson a sério porque estou habituada a vê-lo como o palhaço de "Regras do Jogo", e a Claire Forlani continua a não me convencer como atriz. Então porque raio tento ver coisas com ela? Não faço ideia... esperança que melhore? Ou então são os olhos. Meu Deus aqueles olhos! Morro de inveja por aqueles olhos.

Depois apanhei cerca de uma hora ou 45 minutos de "Montana Sky", que corresponde a Os Céus de Montana, mas foi fácil acompanhar a história que, parece-me, não podia ser mais aborrecida. Além disso dei pelo menos com um erro de continuidade gritante, onde uma das protagonistas tenta salvar o namorado de outra e num shot não tem luvas, depois já tem, e depois está a calçá-las. xD Adorei a atriz principal, Ashley Williams, em "Foi Assim que Aconteceu" (foi das melhores personagens que namoraram com o Ted, o primeiro encontro é de sonho <3) e tinha curiosidade em vê-la noutras coisas, mas aqui não me convenceu.

Por fim, vi o filme "Tribute", adaptação do livro editado por cá com o título Começar de Novo, e que me surpreendeu. O romance pareceu-me bastante credível ainda que a passagem do tempo só seja perceptível muito tenuemente pelas alterações que se vão fazendo na casa que Cilla restaura. As atuações também não são más mas o enredo, como não podia deixar de ser, é bastante previsível, mesmo com a parte do mistério, e muito semelhante aos livros que li da autora. A sério, quando o filme começou eu ia gritando "ahah! há um autor! e a gaja muda-se, okay não é para casa dele mas é vizinha e ele é um autor em busca de inspiração!" Três livros e a história é basicamente a mesma. O_o

Confirma-se então a visão que eu tinha dos filmes para televisão, são mesmo fraquinhos, mas haja esperança que as coisas melhorem. Acredito que muito se deva aos orçamentos mais reduzidos, não tanto à escolha de histórias se bem que algumas sejam demasiado dramáticas e lamechas para o meu gosto, e é impressão minha ou por vezes falta algum brilho nas atuações? Mas enfim, as séries televisivas estão a ficar cada vez melhor, pode ser que o mesmo aconteça aos filmes.

27 de agosto de 2014

Curtas: Papuça e Dentuça; Para Sir Phillip, Com Amor (Bridgertons #5); Silver Shadows (Bloodlines, #5)

Título: Papuça e Dentuça
Diretor: Art Stevens, Ted Berman, Richard Rich
Baseado, muito livremente, no livro The Fox and the Wound de Daniel P. Mannix
Vozes: Mickey Rooney, Kurt Russell, Pearl Bailey

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Eu sei que um filme da Disney não me diz muito quando não me lembro de o ter visto ou até me lembro de o ter visto mas não me lembro de nada da história, como neste caso. Sabia que o tinha visto mas lembrar-me de alguma coisa? Népias.

Na verdade este é realmente um filme esquecível. Não há músicas nem falas memoráveis, e parece que lhe falta algo. Nunca me convenceu a suposta amizade entre ambos porque acabam por não interagir assim tanto como isso. Parece-me que talvez um maior foco na relação entre o Tod e a dona fosse melhor, pelo menos pareceu-me mais credível e a cena em que ele é abandonado partiu-me o coração e fez-me chorar como uma Madalena arrependida.

Talvez apele mais a crianças.

Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso.

Título: Para Sir Phillip, Com Amor (Bridgertons, #4)
Autor: Julia Quinn
Ficção | Género: romance histórico
Editora: Asa | Ano: 2014 (originalmente publicado em 2003) | Formato: livro | Nº de páginas: 336 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: foi comprado este ano, não no dia em que saiu mas quase. :D

Quando e porque peguei nele: li-o de 28 de julho a 1 de agosto, porque é Julia Quinn! <3

Opinião: A sério, é sempre um prazer regressar a esta série e sobretudo a um dos livros que mais gostei aquando da primeira leitura. A segunda também não foi má, foi mesmo tão boa como a primeira, porque já não me lembrava assim de tantos detalhes. Abençoada memória de peixinho dourado. :P Não há como não adorar a interação entre as personagens, sobretudo quando os restantes Bridgerton entram em cena para salvarem a honra da irmã. xD

Mais uma vez, pouco mais tenho que acrescentar ao que escrevi por ocasião da minha primeira leitura, mas (há sempre um mas) desta feita a atitude da Eloise pareceu-me demasiado precipitada e mesmo estúpida, temo, tendo em conta todo o cerimonial da época, o que me vai um pouco contra a personagem. Mas também, se assim não fosse a história não teria tanta piada, não é verdade? E não haveria a cena com os homens todos a ficarem amigos sobre uma noite de bebedeira, certo? E o Colin com fome... *suspira enquanto sussurra "Colin! <3"*

Veredito: Para ter na estante.

Título: Silver Shadows (Bloodlines, #5)
Autor: Richelle Mead
Ficção | Género: fantasia urbana
Editora: Razorbill | Ano: 2014 | Formato: e-book | Nº de páginas: 416 | Língua: inglês

Como me veio parar às mãos: foi comprado este ano, não no dia em que saiu mas quase. Até podia dizer que é um guilty pleasure, mas sinceramente não me sinto culpada por gostar. :P

Quando e porque peguei nele: li-o de 1 a 4 de agosto, porque o livro anterior tinha acabado numa situação bastante intrigante e eu queria ver como a coisa se resolvia.

Opinião: Há semelhança do livro anterior, contamos com dois pontos de vista, o de Sydney, a protagonista, e o de Adrian, a sua cara-metade. Percebe-se melhor a escolha pelos dois pontos de vista, quando até ao terceiro volume só tínhamos a visão de Sydney, pelos acontecimentos que têm lugar, uma vez que ela acaba raptada. Neste livro seguimos então o que acontece pós-rapto, o que Sydney tem de suportar e, através de Adrian, os esforços para a recuperarem.

Apesar de adorar o Adrian, era com muita pena que deixava Sydney e a sua luta contra os seus captores. A sua linha de história era a mais interessante, enquanto que Adrian parecia perdido. Ok, eu até entendo, por causa do seu poder e tal, mas ainda assim era com alguma frustração que lia os seus capítulos. Também senti falta da interação entre ambos mas diga-se que uma vez juntos, meu Deus... *suspira* E não é um bom suspiro de "aww, tão juntos e tão fofos!", não... é um suspiro de "mas porquê?" Assim que Sydney é libertada segue-se um rol de más decisões. Isto não é a minha Sydney! E a cena do *big spoiler que OMD porquê?* enquanto fogem?! Nope, não gostei. Percebo o potencial que a coisa tem para a continuação e que ela tenha mudado porque a sua vida foi ameaçada, mas aquilo não é a minha Sydney!

Veredito: Se fosse emprestado pouco se perdia com isso. Mas fico à espera do (espero eu) último volume.

22 de agosto de 2014

Curtas: Scott Pilgrim vs. the World, Wild Wild West

Título: Scott Pilgrim vs. the World
Diretor: Edgar Wright
Baseado na série de comics Scott Pilgrim de Bryan Lee O'Malley por Edgar Wright e Michael Bacall
Atores: Michael Cera, Mary Elizabeth Winstead, Kieran Culkin

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Acho que tenho um problema com o Michael Cera. Não faço ideia do que seja mas sinto que não o consigo levar a sério. Não que neste filme a sua personagem seja para levar a sério, mas nunca consegui gostar dele e por isso não fui capaz de simpatizar com a sua personagem. Gostei bem mais dos ex-namorados vilãos, até porque um deles é o Chris Evans. Tipo... como?! COMO?! *lança mãos aos céus enquanto brada a plenos pulmões* E só para deixar um exemplo do senhor...

You're welcome!!!

Confesso que não conhecia a comic antes de se falar no filme, e se nunca tive vontade de a ler, não foi depois de ver o filme que mudei de opinião. Sem conhecimento de causa, parece-me uma boa adaptação, o essencial para conhecer as personagens e a história, não preciso de aprofundar nada. Devo dizer, no entanto, que gostei do aspeto "video-jogo" das lutas com os ex-namorados até chegar ao boss, que achei um bocadinho fraquinho.

Veredito: Deu na televisão e pouco se perde com isso.

Título: Wild Wild West
Diretor: Barry Sonnenfeld
Baseado numa série de televisão com o mesmo nome por S. S. Wilson, Brent Maddock, Jeffrey Price e Peter S. Seaman
Atores: Will Smith, Kevin Kline, Kenneth Branagh

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Opinião: Oh God, why?! é a primeira coisa que me vem à cabeça quando agora penso neste filme. Estive anos... ANOS para ver este filme e não consigo descrever o quão desapontada fiquei. E já ia com expetativas baixas, porque já sabia o que esperar em termos de enredo por coisas que tinha lido/ouvido e mesmo por excertos que tinha visto. Mas não contava com as atuações de meter dó do Kevin Kline e do Kenneth Branagh que são só dois atores que adoro ver!

É prevísivel, algumas situações são irreais (tipo demasiadas coincidências e tal) mas esperava que ao menos as atuações fossem de nível, que fizessem o trabalho decente a que estou habituada, mas pareceu algo como "isto é um autêntico trainwreck, deixa cá só ganhar a massa e pôr-me daqui para fora". Eu entendo que se faça filmes mais leves, divertidos, só porque se pode (tipo "Zombieland"), mas nem as piadas tiveram graça! O_o

Salva-se o aspeto visual da coisa porque... steampunk! \o/

Veredito: Com tanta coisa e tinha de ver isto.

8 de agosto de 2014

Curtas: As Bonecas Russas, Um Azar do Caraças

Título: As Bonecas Russas
Diretor: Cédric Klapisch
Escritor: Cédric Klapisch
Atores: Romain Duris, Kelly Reilly, Audrey Tautou

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Opinião: Mais um filme francês, dois no espaço de um mês! Algo de estranho se passa comigo. :P Não gostei tanto como de "Um Longo Domingo de Noivado" mas também são filmes completamente diferentes. Se um lida com a guerra e o amor durante uma guerra, neste parece que o amor é uma guerra (aliás, já diz a música love is a battlefield), ou melhor crescer é uma guerra.

Demorei um pouco a entrar no espírito da coisa porque não simpatizei com personagem principal, sobretudo pela forma como tratava as mulheres. Felizmente cresce, para além de ter coisas deliciosas como a parte do "dar música" aos restantes (opá, tão hilariante!), mas o que acaba por ter interesse ou pelo menos mais me interessou foi a perspetiva de vida de alguém que chega aos 30. Nesse nível consegui identificar-me com o protagonista mesmo sem passar por algumas das experiências que ele passa. Mas a desilusão, a incerteza de ter feito as escolhas corretas? Yep. Same here. Acaba por se debruçar sobre as expetativas criadas, no que queremos, de enfrentar realmente a vida e perceber que sonhos e expetativas nem sempre se concretizam, que os próprios objetivos mudam enquanto a vida nos vai acontecendo.

Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso.

Título: Um Azar do Caraças
Diretor: Judd Apatow
Escritor: Judd Apatow
Atores: Seth Rogen, Katherine Heigl, Paul Rudd

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Opinião: Foi curioso ter visto este filme pouco depois, cerca de duas semanas depois, do anterior pois pareceu-me que acabam por estar ligados pelo mesmo tema - o crescimento chegando à idade adulta e tendo de tomar responsabilidades.

Este nunca foi um filme que tivesse curiosidade de ver mas acabou por surpreender por mostrar então um crescimento, diria salutar, da personagem desempenhada pelo Seth Rogen. Infelizmente pareceu-me que veio um pouco tarde de mais no filme. De resto tem o que já esperava e o porquê de eu não ter qualquer curiosidade em ver o filme: humor brejeiro que pouco ou nada faz por mim; um grupo de amigos que, sinceramente, acho medonho; e as atitudes infantis dos mesmos amigos e protagonista.

Veredito: Com tanta coisa e tinha de ver isto.

8 de julho de 2014

Curtas: Submarine, The Social Network

Título: Submarine
Diretor: Richard Ayoade
Adaptação de Submarine de Joe Dunthorne por Richard Ayoade
Atores: Craig Roberts, Yasmine Page, Sally Hawkins

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: O meu irmão recomendou-me este filme e apesar de lhe estar grata, é um belíssimo filme, não deixei de ficar com uma sensação de dejá-vu.

O filme é uma coming of age story e segue Oliver Tate (Craig Roberts), um rapaz peculiar que para passar o tempo imagina como é que os seus colegas reagiriam caso ele morresse. Algo iludido, não deixa de, no entanto, atrair para si a atenção da rapariga de que gosta (e algo pirómana) e começar uma relação com ela. Mas a coisa não é um mar de rosas e a sua relação passa por problemas enquanto se envolve demasiado na tentativa de salvar o casamentos dos seus próprios pais.

Se a história peca por parecer que pouco ou nada tem de novo, não há muito que a destaque de outras do género, neste filme sobressai sobretudo a atuação, tanto dos elementos jovens como adultos. Craig Roberts foi uma surpresa, talvez não tanto nos diálogos mas a sua voz off, quase como um diário, estava magnífico. Yasmine Page foi outra surpresa, a sua Jordana até me pareceu mais bem conseguida que Oliver. Já nos adultos, começa a ser uma delícia ver Sally Hawkins. A banda sonora também me pareceu bem conseguida, acompanhando e dando alguma cor às cenas sem se sobrepor.

Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso.

Título: The Social Network
Diretor: David Fincher
Adaptação de The Accidental Billionaires de Ben Mezrich por Aaron Sorkin
Atores: Jesse Eisenberg, Andrew Garfield, Armie Hammer

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Tenho de me confessar surpreendida pelo filme. Pouco ou nada esperava de um filme sobre o Facebook, pois não é das minhas redes sociais de eleição, apesar de lhe reconhecer valor na medida em que consegue jntar pessoas que há muito tempo não se falavam e que estudaram juntas ou eram amigas antes de a vida, como tantas vezes faz, as afastar. Mas dizia, pouco nada esperava porque também pouco ou nada sabia da história da sua fundação ou de quem estava por trás. Quer dizer, conhecia, de ouvir falar que era dos mais jovens milionários, Mark Zuckerberg e já tinha ouvido que havia alguma polémica em torno de roubo de ideias, mas nunca acompanhei a coisa.

Posto isto, não sei em que medida ou até que ponto é verídico, tanto a história como a representação das personagens mas apeteceu-me esbofetear algumas, sobretudo o próprio Zuckerberg. As atuações pareceram-me todas muito bem conseguidas mas Jesse Eisenberg destaca-se no papel principal. Sinto que preciso de descobrir mais deste ator, nem que seja para ver como se sai fora do personagem "nerd neurótico", já que em certa medida lembrou-me a sua prestação no "Zombieland". :/

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

19 de março de 2014

Curtas: A Grande Revelação (Bridgertons, #4), A História Interminável

Título: A Grande Revelação (Bridgertons, #4)
Autor: Julia Quinn
Ficção | Género: romance histórico
Editora: Asa | Ano: 2014 (originalmente publicado em 2002) | Formato: livro | Nº de páginas: 376 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: foi comprado este ano, não no dia em que saiu mas quase. :D

Quando e porque peguei nele: li-o de 12 a 15 de fevereiro, porque Colin e Penelope! <3

Opinião: Ah! Regressar a uma das minhas autoras preferidas! A uma das minhas séries preferidas! Ao meu livro favorito da dita série! Ao meu casal preferido de todo o sempre! *suspira e abraça o livro até mais não, ou faria se não o tivesse emprestado porque este é o livro que se compra, as vezes que tiverem de ser precisas, para emprestar a toda a gente e mais alguém*

Pouco mais tenho que acrescentar ao que escrevi previamente, a quando da minha primeira leitura, mas talvez deva salientar que algumas das atitudes do Colin, depois de descobrir o segredo de Penelope, não caíram muito bem em mim. Ok, eu entendo a preocupação, mas achei que a sua reação era algumas vezes demasiado violenta e desproporcionada, quase como se ele tivesse mais medo de ser afastado da sociedade do que ela. :/ Mas, opá é tão bom! <3

Veredito: Para ter na estante. E ler e reler vezes sem conta. *suspira*

Título: A História Interminável
Diretor: Wolfgang Petersen
Adaptação de A História Interminável de Michael Ende por Wolfgang Petersen, Herman Weigel e Robert Easton
Atores: Noah Hathaway, Barret Oliver, Tami Stronach

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Andava eu a fazer zapping (porque há dias, são poucos mas há realmente dias, em que consigo ter tempo para mim e para a TV \o/ ) quando, de repente, começo a ouvir uma música conhecida. Ah, os anos 80! Tão bons em música e ridículos em moda... Mas dizia... Como há muito tempo (anos!) que não via o filme e depois do artigo sobre histórias dentro de histórias (de que falei no SLNB de janeiro), resolvi revê-lo.

Os efeitos especiais e as criaturas fantásticas parecem agora um pouco ridículas numa época em que o CGI abunda, ainda que nem sempre com qualidade, mas confere um aspecto ingénuo à história que uma imagem mais atual e digital seria capaz de esbater. Acaba por fazer lembrar o brincar com bonecos de peluche, por fazer lembrar o imaginário infantil. O aspeto kitsch, digamos assim, contribui para a história e para a caracterização da própria Fantasia. Não digo que tenha envelhecido bem mas também não lhe mudaria nada.

Resta agora ler o livro.

Veredito: Deu na televisão pelo que se perde pouco com isso, mas para quem cresceu com o filme parece-me que está perto de um vale o dinheiro gasto.

28 de janeiro de 2014

Curtas: Robin Hood, A Diva da Moda

Título: Robin Hood
Diretor: Wolfgang Reitherman
Baseado na lenda do Robin dos Bosques por Larry Clemmons e Ken Anderson
Atores: Brian Bedford, Peter Ustinov, Phil Harris

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: a 12 de janeiro, cortesia de uma colega que me emprestou o DVD. 

Opinião: Já tinha visto este filme há muito tempo, ainda era eu pequenina, pelo que só me lembrava de algumas partes (nem sequer falas me lembrava) e da sensação geral de que havia gostado. É realmente um filme agradável ainda que lhe falte algum contexto histórico, mas também num filme animado quem é que quer saber das Cruzadas?

Vi, desta feita, em inglês (tinha visto antes a versão brasileira mas como disse pouco me recordo) e as músicas são engraçadas mas tirando o assobio pouco memoráveis. Achei a história demasiado feliz, mesmo que as personagens passassem dificuldades (e como me fez lembrar o estado em que está o país) e tal vê-se, sobretudo no final onde ninguém, nem sequer o Robin, fica ferido! (O_o) O DVD traz um final alternativo de que gostei mais, não só porque realmente alguém fica ferido mas sobretudo porque dá alguma coisa para a Maid Marian fazer, de outro modo para pouco serve a personagem para além de beijar o herói, o que convenhamos por muito fofo que possa ser é pouco útil, digo eu. Além disso, mostra o regresso do Ricardo Coração de Leão, que na versão do filme aparece do lado suscitando um "mas que raio?!"

Não é mau, parece ser um produto da época mas ainda se vê muito bem. Acaba por haver alguma inocência, digamos assim, que faz regressar à infância. Pelo menos foi o que senti. :)

Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso.

Título: A Diva da Moda
Diretor: Andy Tennant
Escritor: C. Jay Cox, Douglas J. Eboch
Atores: Reese Witherspoon, Josh Lucas, Patrick Dempsey

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: a 17 de janeiro, num dos canais Fox, penso que o Movies. 

Opinião: Sabem aqueles filmes que fazem uma pessoa sentir-se bem e por isso vemos vezes sem conta, sempre que passam na televisão? Este é um deles para a minha pessoa. Okay, não digo que veja sempre-sempre, mas sempre que estou para aí virada. :P

Sim, tem clichés, afinal de contas é uma comédia romântica, e então? Como diria o Marshall de HIMYM, os clichés são-no porque funcionam e, neste caso, a história usa-os bem. O elenco também é competente, com Reese Witherspoon muito bem como Melanie e a relacionar-se de forma convincente com todos os que "abandonou" para seguir o seu sonho e vencer em Nova Iorque. E vá lá, qualquer filme em que trocam o Dempsey por outro gajo é bom de ser visto.

Veredito: Deu na televisão e pouco se perde com isso.

1 de janeiro de 2014

Curtas: Downton Abbey, Hansel & Gretel: Witch Hunters

Era para fazer uma curta com mais filmes, mas ou já escrevi porque entretanto revi alguns ou não me apetece escrever agora porque já faz algum tempo que os vi. Ficam a última série cujo último episódio da temporada assisti e o último filme visto. A ver se em 2014 faço um registo mais completo por aqui. *fingers crossed*

Título: Downton Abbey
Criador: Julian Fellowes
Atores: Hugh Bonneville, Elizabeth McGovern, Maggie Smith, Michelle Dockery

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: 28 de outubro a 27 de dezembro, gravei a série na box e ia acompanhando conforme a minha disponibilidade.

Temporada: quarta, as temporadas anteriores aqui e aqui.

Opinião: Ponderei não assistir a esta temporada depois do final absurdo da terceira, mas que posso dizer? Dowager Countess e todo o factor novelesco chamam por mim! Mas o drama é tanto e começa a aborrecer. Já falei de como a Edith aborrece, e tal volta a acontecer nesta temporada, mas devo dizer que gostei da sua decisão no último episódio. Eu sabia que as coisas com a Mary teriam de trazer um novo interesse romântico, depois do acidente do Matthew, mas três pretendentes? A sério? E tinham de ser todos abastados, mesmo que um não o mostre a princípio?! *head desk* Quanto aos criados, doeu ver a história da Anna, ainda que se adivinhasse o desfecho mal ela começa a "dar bola", por assim dizer, ao tipo. O Thomas foi uma deceção, mas Mrs Hughes e Mr Carson <3

Estou num ponto em que já só vejo por uma ou outra personagem e interações, como as da Dowager Countess com a Mrs Crawley ou até com o Branson, mas já não me consigo importar com as personagens.

Veredito: Deu na televisão e pouco se perde com isso.

Título: Hansel & Gretel: Witch Hunters
Diretor: Tommy Wirkola
Baseado na história contada pelos Irmãos Grimm por Tommy Wirkola
Atores: Jeremy Renner, Gemma Arterton, Famke Janssen

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: a 30 de dezembro enquanto passava roupa a ferro. :D 

Opinião: Eu sei que não é dos filmes mais brilhantes, que tem um monte de clichés e um enredo demasiado prevísivel, de tal forma que os twists não me surpreenderam. Mas é tão engraçado! E tem sangue, tripas pelo ar, a Gemma Arterton a dar porrada e a ser um bad ass girl. Achei a personagem da Gretel feminista, na medida em que aparentemente dá-se conta de que as mulheres podem ser acusadas de feitiçaria injustamente, ao passo que Hansel não se importaria de matar qualquer uma que seja acusada. Ele não exige tantas provas como a irmão mas achei curioso que ele sofresse de diabetes como resultado de comer uma casa feita de doces. xD

Apesar das suas imensas falhas, mesmo o CGI não me pareceu assim tão bem conseguido, se se partir com poucas (nenhumas mesmo) expetativas para o filme e só se quiser passar um bom bocado (com gore à mistura), este parece ser uma boa escolha.

Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso.

29 de dezembro de 2013

Curtas: Persépolis, The Indigo Spell e The Fiery Heart (Bloodlines, #3 e #4) [e-books]

Título: Persépolis
Autor: Marjane Satrapi
Não-ficção | Tema: memória, comic
Editora: Contraponto | Ano: 2012 (publicado originalmente em 2000) | Formato: livro | Nº de páginas: 352 | Língua: português

Quando e porque peguei nele: entre 15 e 26 de novembro, pois o meu irmão ofereceu-mo pelos anos e, para não o desincentivar de me oferecer livros, fiz questão de lhe mostrar que qualquer livro que me ofereça é para ler. :P Lamento no entanto dizer que ele só oferece um livro por ano, já que no Natal não recebi nenhum. *suspira e olha em volta* Quer dizer, também não é como se eu precisasse de mais livros...


Opinião: Eis uma história da qual pouco ou nada sabia e que me surpreendeu. Estranhei-o a princípio, o desenho algo infantil e simplista, a ingenuidade da história, mas com o avançar da leitura percebi a sua mestria. A narrativa vai evoluindo, conforme a protagonista vai crescendo, e de tiradas infantis (e perfeitamente válidas, tenho a plena noção de que pensaria o mesmo :D) como "o meu avô era um príncipe!" passamos para uma percepção do que a revolução iraniana foi e o que custou a tantos, tal como a pequena Marjane.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

Título: The Indigo Spell e The Fiery Heart (Bloodlines, #3 e #4) [e-books]
Autor: Richelle Mead
Ficção | Género: fantasia urbana
Editora: Razorbill | Ano: 2013 | Formato: e-book | Nº de páginas: - | Língua: inglês

Quando e porque peguei neles: entre 28 de novembro e 8 de dezembro. Depois dos livros com temas que convidavam a ponderar sobre os mais diversos temas, precisava de algo leve para descontrair.

Sinopse aqui e aqui

Opinião: Ia a dizer o quanto esta série é um guilty pleasure, mas a verdade é que cada vez menos me sinto culpada pelas coisas que gosto. E eu adoro esta série. Sim, tem vampiros e bruxas, muitos clichés, é demasiado previsível e a protagonista consegue irritar com as suas dúvidas, que se tornam repetitivas e chatas, mas eu dou por mim a devorar as páginas que nem doida! Culpo as piadas, a interação entre as várias personagens mas sobretudo Sydney e Adrian. Quem os viu e quem os vê. <3 O pior mesmo é achar que a autora anda um bocado a encher chouriços, já que cada livro debruça-se sobre um ou dois problemas que Sidney tem de resolver, enquanto o arco maior é desenvolvido lentamente. E o final, mas apenas porque odeio que as situações não fiquei resolvidas. *conta os meses que faltam até ao próximo livro*

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

E de livros parece-me que ficamos por aqui.

Curtas: The Handmaid's Tale [e-book], The Book Thief [e-book]

Ora aqui fica um resumo muito resumido do que vi e li para ver se em 2014 começo do nada e consigo manter um registo como deve ser por aqui, coisa que este ano foi muito ao lado.

Começando pelos livros... Sim a minha tentativa para escrever algo coerente sobre The Handmaid's Tale, The Book Thief e Persépolis saiu completamente ao lado, aqui vai uma nova tentativa.

Título: The Handmaid's Tale [e-book]
Autor: Margaret Atwood
Ficção | Género: ficção científica
Editora: Harcourt | Ano: publicado originalmente em 1985 | Formato: e-book | Nº de páginas: - | Língua: inglês

Quando e porque peguei nele: entre 2 e 17 de outubro, para uma leitura conjunta do SLNB. Também conta para o Mount TBR Challenge e para o Book Bingo.

Sinopse

Opinião: Este é um relato impressionante de uma mulher numa sociedade distópica, de cariz teocrático e fortemente hierarquizada, mesmo dentro da separação entre sexos e sendo sobretudo notório no género feminino. As classes não se centram tanto na riqueza, mas sobretudo no papel que cada mulher tem na sociedade: mãe, procriadora e cuidadora. E digo que é um relato impressionante não só porque é uma história demasiado real, demasiado verosímil, mas porque a relação de um indivíduo com o seu corpo, com a sua mente, a sua relação com os outros e até com a religião, encontra-se muito bem explorada. Convida a pensar e avaliar-nos a nós próprios.

Veredito: Para ter na estante.

Título: The Book Thief [e-book]
Autor: Markus Zusak
Ficção | Género: ficção histórica
Editora: Knopf | Ano: 2007 (publicado originalmente em 2005) | Formato: e-book | Nº de páginas: - | Língua: inglês

Quando e porque peguei nele: entre 12 e 24 de novembro, já que ganhou a votação para o Monthly Key Word Challenge. Também conta para o Mount TBR Challenge .

Sinopse

Opinião: Não vou negar, esperava gostar mais. No entanto, adorei o facto de se passar durante a Segunda Guerra Mundial, na Alemanha e mostrar um grupo de pessoas comuns e como são atingidos pela guerra. Gostei da narração pela Morte, das suas reflexões sobre o que via e sobre o seu trabalho. Não fiquei fã da rapariga que roubava livros, mas há outras personagens que dão cor e profundidade ao livro com os seus problemas, as suas desventuras e o seu amor por aquela rapariga, como Max, Rudy, Hans e até Rosa. Sim, eu não gostei dela mas gostei das restantes personagens por o fazerem.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

7 de novembro de 2013

Curtas: The Native Star (Veneficas Americana, #1) [e-book], This is the End

Título: The Native Star (Veneficas Americana, #1) [e-book]
Autor: M.K. Hobson
Ficção | Género: fantasia
Editora: Spectra | Ano: 2010 | Formato: e-book | Nº de páginas: - | Língua: inglês

Quando e porque peguei nele: 27 de setembro a 1 de outubro. Epá, já fez um mês que o li por isso não me recordo bem. Como estava de férias e só tinha o Kindle, devo ter feito a escolha um pouco ao calhas ou então como tem steampunk e se aproximava o dia da EuroSteam Con, posso ter sido influenciada por isso. De qualquer modo conta para o Mount TBR Challenge.


Opinião: Não há muito que dizer sobre este livro, sobretudo um mês depois de o ter lido. xD Apesar do aspecto steampunk, acaba por ter poucos elementos deste "género", e os que tem parece que são lá colocados só para dizer "olhem, tem steampunk!!!", sobressaindo bem mais a fantasia. Esta pareceu-me melhor explorada e a abordagem científica ao sistema mágico com as suas 3 vertentes, magia de sangue, da natureza e fé (sangrimancers, animancers e credomancers respectivamente), acaba por dar um ar de praticalidade à magia e torná-la bem mais real, e diga-se que foi exactamente disto que mais gostei. Já no que toca ao romance, acaba por ser precipitado. Havia espaço para desenvolver a relação entre ambos, sobretudo tratando-se de uma série. Sim, uma pessoa percebe que vão ficar juntos logo no início da história, mas não é por isso que se têm de atirar para os braços um do outro, assim do meio do nada só porque o livro está a chegar ao final...

Veredito: Se fosse emprestado pouco se perdia com isso.

Título: This is the End
Diretor: Evan Goldberg, Seth Rogen
Baseado na curta metragem "Jay and Seth versus the Apocalypse" de Jason Stone por Seth Rogen e Evan Goldberg
Atores: Seth Rogen, Jay Baruchel, James Franco

Mais informação técnica no IMDb.

Quando o vi: 12 de outubro.

Opinião: Eu e o meu irmão temos bastantes coisas em comum mas depois nem sempre partilhamos os mesmos gostos, por isso quando ele se virou e disse "não vais gostar do humor mas vê que tem bromance e o final é épico" foi com algum receio que fiz o que ele dizia. De facto o humor não fez nada por mim, há muitas piadas porcas que não fazem o meu género, mas o final senhores! O FINAL!!! xD E sim, quero dizer que a minha sanidade pode não ser grande coisa e o gosto musical sempre foi duvidoso (palavras do meu irmão).

Acaba por ser um filme bem disposto ainda que muitíssimo previsível, de tal modo previsível que parece ser demasiado comprido (acredito que a curta em que se baseia acabe por ser melhor), é giro ver os actores a gozarem consigo próprios, ver a paixão do James Franco pelo Seth Rogen (xD) e há partes magníficas como o da Emma Watson a brandir um machado. :D

Veredito: Emprestado pelo que não se perdeu muito com isso. 

15 de maio de 2013

Curtas: A Little Bit Wild (York Family, #1), Amor e Enganos (Bridgertons, #3) ou a edição romance

Título: A Little Bit Wild (York Family, #1)
Autor: Victoria Dahl
Ficção | Género: romance histórico
Editora: Zebra | Ano: 2010 | Formato: livro | Nº de páginas: 329 | Língua: inglês

Como me veio parar às mãos: oferecido pela Slayra em 2011.

Quando e porque peguei nele: início de Abril. Fez parte de duas listas para o Monthly Key Word Challenge e apesar de não ter ganho nenhum saltou-me à vista. Conta para o Mount TBR Reading Challenge.

Opinião: Este foi o romance eleito depois de acabar o Gone Girl na tentativa de reavivar a minha esperança em relações. Não posso dizer que tenha sido um sucesso, continuo à procura de um romance que seja capaz de sweep me off my feet.

O meu grande problema com este livro foi sobretudo o facto de não haver grande química entre as personagens. A heroína até me pareceu interessante, pela primeira vez não se tratava de uma virgem e a moça até tinha olho para as pernas dos senhores (sim, que aquelas calças deixam pouco à imaginação no que a pernas diz respeito *revê dramas de época e mais alguns*), mas a partir de certa altura até eu achei que era demais. Já o protagonista, he did nothing for me. Nunca me pareceu real, talvez tenha sido mal desenvolvido ou mal aproveitado até porque a sua história me pareceu que podia ser melhor explorada. Mas vai daí eu até gosto de coisas sobre cortesãs e por isso queria algo mais e não apenas que o moço soubesse que uma mulher sangra. *revira olhinhos* A sério, quando ele pergunta "have you bled?" foi tão... nem sei o que dizer... mau? Inconveniente e ligeiramente "eww!"?

Veredito: Oferecido e pouco se perde com isso. Enfim, pouco ou nenhum interesse para mim teve e só o acabei porque li metade do livro na diagonal, mais por preguiça de pegar noutro livro do que realmente interesse em acabar o que tinha em mãos.

Título: Amor e Enganos (Bridgertons, #3)
Autor: Julia Quinn
Ficção | Género: romance histórico
Editora: Asa | Ano: 2013 (originalmente publicado em 2001) | Formato: livro | Nº de páginas: 384 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: comprei-o este ano, assim que foi publicado.

Quando e porque peguei nele: entre 3 e 9 de maio. Queria lê-lo antes de emprestar a umas amigas.

Opinião: Gostava de dizer que tinha apreciado mais esta segunda leitura mas estaria a mentir. É verdade que até certo ponto estava a gostar bastante e cheguei a questionar-me porque raio não tinha ficado com boa impressão do livro, até que chego à página 200 e pensei na voz da Celine Dion "it's all coming back, it's all coming back to me now" (a sério, não sei porque raio a minha cabeça faz associações deste tipo). Então basicamente temos o moço, Benedict que é como quem diz o Bridgerton nº 2, praticamente a chantagear que irá acusar a Sophie, o seu interesse amoroso, de o roubar, mesmo que ela não o tenha feito (quer dizer, ela até roubou mas não a ele e até aquele ponto da história ele não o sabe), se ela não for com ele para Londres. O_o Que coisa mais manipuladora de se fazer e como me tinha esquecido de tal coisa?! O homem até se redime mais para o final mas sinceramente, para mim a partir daquele momento qualquer interesse que podia ter na personagem morreu. Às vezes penso que se critica muito o género, em como as fantasias retratadas diminuem a condição da mulher e nunca antes me tinha dado conta disso como com este livro. Pode ser um único pormenor num livro que acaba por dar-nos um casamento entre duas pessoas de estratos sociais diferentes, mas mesmo isto acaba manchado com o esforço a que a família Bridgerton vai para, de certa forma, legitimar Sophie.

Veredito: Se fosse emprestado, pouco se perderia com isso. Talvez esteja a ser demasiado crítica, talvez eu não esteja com espírito para o romance, o certo é que fiquei bastante desagradada, e até incomodada, com esta leitura e só o facto de ter a cena da Penelope após a declaração do Colin salvou este livro para mim, assim como a cena da prisão, mas aí até é mais pelo confronto de Posy e Araminta. Sinceramente até começo a temer ler o livro do Colin e encontrar defeitos no meu irmão Bridgerton preferido. Ainda continuo a adorar a Julia Quinn, ninguém desenvolve relacionamentos como ela e escreve diálogos tão divertido, mas  não é por isso que não deixo de lhe ver alguns defeitos.

17 de fevereiro de 2013

Curtas: Ele Não Está Assim Tão Interessado, Empresta-me o Teu Namorado

Título: Ele Não Está Assim Tão Interessado
Diretor: Ken Kwapis
Baseado no livro He’s Just Not That Into You: the no-excuses truth to understanding guys de Greg Behrendt e Liz Tuccillo por Abby Kohn e Marc Silverstein
Atores: Ginnifer Goodwin, Jennifer Aniston, Jennifer Connelly

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: 12/jan/2013. Sim, tenho críticas de janeiro em atraso. Preguiça e cansaço não ajudam uma pessoa. :P Vi este filme na TVI porque não tinha nada para fazer, ou se tinha não estava para aí virada. :P

Opinião: Este filme pouca ou nenhuma atenção havia suscitado mas lá o vi, até porque conta com o Ben Affleck e o Bradley Cooper que são um regalo para os meus olhinhos (sim, na falta de outros incentivos como história decente e porrada ou explosões, eu vejo filmes pelos gajos). As histórias destes dois actores acabam por ser interessantes, sobretudo o triângulo (ok, às vezes quadrado) amoroso Scarlett Johansson - Bradley Cooper - Jennifer Connelly, que foi mesmo a que mais gostei. A de Ben Affleck e Jennifer Aniston por mim teria sido melhor sem o casamento. Acaba por ser uma opinião pessoal mas acho que não é isso que torna um casal mais feliz, como a sua história acaba por mostrar, daí achar o casamento desnecessário e que acaba por, de certa forma, estragar a história. Da história de Ginnifer Goodwin (pelo amor de Deus, tanta Jennifer, ainda que com diferentes grafias, a contracenar num único filme!) não gostei tanto como isso e a personagem chegou a irritar-me bastante. 

O filme entretém, tem alguns bons momentos mas pergunto-me: se tivessem focado apenas numa das histórias, nomeadamente a do triângulo amoroso, se não seria um filme mais interessante se bem explorado... 

Veredito: Deu na televisão e pouco se perde com isso. 

 Título: Empresta-me o Teu Namorado
Diretor: Luke Greenfield 
Baseado no livro Até que Ele Nos Separe de Emily Giffin por Jennie Snyder 
Atores: Ginnifer Goodwin, Kate Hudson, Colin Egglesfield 

Mais informação técnica no IMDb

Quando e onde o vi: 20/jan/2013. Simplesmente apeteceu-me ver algo do género. 

Opinião: Há semanas em que “quero fartar meu coração de horrores” e há outras em que quero romances fofinhos. Não sei porque é que tinha este por ver e diga-se que o ter a Ginnifer Goodwin não abonava nada de bom (ver crítica acima, além disso também me irrita no “Era Uma Vez”, ainda pensei que fosse da personagem mas afinal acho que não). Mais uma vez, há um regalo para os olhos, desta feita de nome Colin Egglesfield (OMD este homem é praticamente o Colin Bridgerton da minha cabeça, apesar de a início ter imaginado o Henry Cavill, mas só porque não conhecia este Colin ou este Colin era desde sempre o meu Colin!). 

Este filme ia-me dando cabo dos nervos. As personagens conseguiram irritar-me a vários níveis, nomeadamente por serem incapazes de tomarem responsabilidade pelos seus actos e serem demasiado infantis. A Darcy então é demais, chega quase a um patamar ridículo só para a protagonista acabar por ser moralmente melhor apesar do que fez, e fiquei sem perceber muito bem como é que era amiga de Rachel. O_o 

Enfim, há filmes melhores deste género.

Veredito: Emprestado e pouco (ou nada... acho que nada) se perde com isso.

19 de janeiro de 2013

Curtas: Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo, Como Treinares o Teu Dragão, Rápida e Mortal

Título: Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo
Diretor: Mike Newell
Baseado no videojogo “Prince of Persia” de Jordan Mechner por Boaz Yakin, Doug Miro e Carlo Bernard
Atores: Jake Gyllenhall, Gemma Arterton, Ben Kingsley

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: 1/jan/2013. Estava a dar na SIC e não me apetecia ler. Além disso tinha alguma curiosidade em ver como adaptavam o jogo, não que fosse fã mas via o meu irmão jogar.

Opinião: Devo dizer que não estava à espera de gostar tanto como gostei, mas também não sabia bem do que estava à espera embora as expectativas já estivessem no mínimo pois as adaptações de videojogos parecem deixar sempre algo a desejar. Conhecia o jogo, pelo menos a versão mais antiga, se não estou em erro (link lá em cima), e tinha alguma curiosidade, como já disse, pois apesar de não ser gamer (tentei jogar o “Assassin’s Creed” depois de ler a novelização do segundo jogo e ainda está à espera que faça uma missão...) via o meu irmão a jogar (sou aquela que fica ao lado a gritar “olha para a tua frente! Salta! Tens um gajo atrás de ti! Cuidado!”) e queria ver como tinha sido adaptado. Acaba por não ser nada de especial com um enredo algo atabalhoado e previsível por demais. No entanto, entretém e tem uma ou outra piada bem conseguidas, como a dos impostos.

Citações: 
Sheik Amar: I crafted our lurid reputation in order to fend off the most insidious evil that's been lurking this forsaken country of ours. Y'know what I'm talking about?
[Dastan shakes his head]
Sheik Amar: Taxes! 
Veredito: Deu na televisão e pouco se perde com isso.

Título: Como Treinares o Teu Dragão
Diretor: Dean DeBlois e Chris Sanders
Baseado na série de livros How to Train Your Dragon de Cressida Cowell por William Davies, Dean DeBlois e Chris Sanders
Atores: Jay Baruchel, Gerard Butler, Craig Ferguson (na versão original)

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: 2/jan/2013. Deu na véspera de Natal mas como não ia estar em casa pus o filme a gravar para poder ver noutra altura, quando tivesse oportunidade. E essa oportunidade surgiu uma semana depois, estando eu em casa de férias e apetecendo-me ver um filme de animação.

Opinião: Pouco ou nada sabia sobre o filme, só que no original contava com as vozes do Gerard Butler e do Craig Ferguson, e que a P7 tinha gostado. Mas como é uma animação e tem dragões, nunca pensei vir a dar o meu tempo por perdido. E realmente não dei!

Apesar de ter uma história previsível  daquelas de encontrar a amizade onde menos se espera e só porque o outro é diferente não quer dizer que sejam realmente maus, acaba por ser muito agradável de seguir, mais não seja por os diferentes dragões e personagens secundárias terem personalidades algo distintas, mesmo que não sobressaiam como o par principal. Acabam por ser personagens cliché, mas é daqueles clichés que resultam neste tipo de filmes.

A animação é bastante bonita, sobretudo nas partes do voo e a versão portuguesa pareceu-me bem conseguida, apesar de desejar ver a original (sotaque escocês!!!!)

Uma nota para o final. Apesar de achar a história previsível  houve um detalhe no final que me surpreendeu, e bastante, pela positiva. Achei muito bom, de acordo com o enredo e talvez algo arriscado mas acaba por fazer uma enorme diferença e tornar o filme ainda mais especial.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

Título: Rápida e Mortal
Diretor: Sam Raimi
Escritor: Simon Moore
Atores: Sharon Stone, Gene Hackman, Russell Crowe, Leonardo DiCaprio

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: 3/jan/2013. Estava a dar no Canal Hollywood e aproveitei para rever.

Opinião: Não é nada de outro mundo, nem será o melhor filme de cowboys ou passado no faroeste jamais feito (e de momento não me consigo lembrar de nenhum outro *bad memory*) mas é um dos meus guilty pleasures (e sim, tenho bastantes, nomeadamente quando as gajas dão enxertos de porrada ou desenrascam-se sem os gajos *Girl Power!*).

A história resume-se muito basicamente à tentativa de executar vingança por parte da personagem de Sharon Stone contra a de Gene Hackman, por aquele ter causado a morte do seu pai. Para tal, inscreve-se numa competição duelista.

Como disse, não é nada de outro mundo e a Sharon Stone é algo insípida na sua atuação, sendo que as cenas mais emocionais deixam muito a desejar, mas acabo por gostar das várias personagens, da história e sobretudo dos duelos, onde a tensão é quase palpável. Além disso há sangue e cabeças a serem estoiradas. :D

Veredito: Deu na televisão e pouco se perde com isso.

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