30 de setembro de 2014

Setembro 2014

Livros lidos:
  1. The Iron Duke (Iron Seas, #1) de Meljean Brook - Vale o dinheiro gasto
  2. Mina Wentworth and the Invisible City (Iron Seas, #1.5) de Meljean Brook - Vale o dinheiro gasto
  3. Heart of Steel (Iron Seas, #2) de Meljean Brook - Vale o dinheiro gasto
  4. Tethered (Iron Seas, #2.5) [e-book] de Meljean Brook - Vale o dinheiro gasto
  5. Riveted (Iron Seas, #3) de Meljean Brook - Vale o dinheiro gasto
Filmes vistos:
  1. Os Homens que Odeiam as Mulheres - Vale o dinheiro gasto
  2. O Quinto Elemento - Vale o dinheiro gasto
  3. O Bom Pastor - Deu na televisão e pouco se perde com isso
Compras:
  1. A Viajante (Outlander, #3) de Diana Gabaldon

Desafios:
Desafio 2014 ou Desafio Mini-pilha - li 5, comprei 1 mas como 2 foram releituras o saldo é de 2 livros retirados à pilha! *\o/*
Disney Movie Challenge - 8 filmes vistos de 98.

Artigos que me chamaram a atenção:
  • Eu sei ler emojis! Ou pelo menos acertei a que frases se referiam alguns destes. Descobri as frases do #1, #7 e #8, e sem saber a frase mas unicamente através dos emojis acertei a que livros se referiam o #2, #5 e #9.
  • Porque uma dose de Shakespeare é sempre bom, eis canções pop pela pena do maior dramaturgo de todos os tempos. :P
  • E melhor que uma, só duas doses de Shakespeare. Nova adaptação a chegar! *dança e tenta encaixar a leitura da peça no meio de tantas outras*
  • Já sabia que a língua podia ser traiçoeira e que há que ter cuidado com as palavras.
  • Olhem só para esta malandra... Descobriu que eu queria ler TUDO o que ela escreveu e pimbas, resolve contribuir para uma biblioteca do futuro que só disponibilizará o seu trabalho daqui a 100 anos. Porquê Margaret?! Porquê?! Eu acho que com esforço, nomeadamente com pequenas alterações na dieta e exercício físico mais regular, consigo chegar aos 100, mas aos 129 e com os parafusos todos no sítio é difícil!
  • Top 10 filmes de fantasia porque tão bons filmes neste top! <3
  • Um texto interessante sobre como apesar de hoje em dia parecer que todos os livros são séries, elas estão a morrer.
  • A nova mensagem política que, aparentemente, as distopias YA passam.

26 de setembro de 2014

Porque música é poesia (36)


O Tiago Bettencourt não me costuma conquistar à primeira audição, mas esta rapidamente caiu-me no goto. :)


Tiago Bettencourt - Morena

24 de setembro de 2014

Richard II

Autor: William Shakespeare
Ficção | Género: peça de teatro - histórica
Editora: Wordsworth Classics | Ano: originalmente publicado em 1597 | Formato: livro | Nº de páginas: | Língua: inglês

Como me veio parar às mãos: está nas Complete Works do Shakespeare. <3

Quando e porque peguei nele: 24 de agosto, estava a querer ler algo histórico e achei que estava na hora de voltar à segunda mini-pilha. Ainda falta ler 2 livros! *aplica-se nas leituras*

Opinião: Já por aqui falei da adaptação da "Hollow Crown" e sinto que pouco tenho a dizer, tendo em conta o que já tenho escrito sobre o homem. Continuo fascinada e cada peça me faz admirar ainda mais o senhor.

Tendo já visto uma adaptação, o texto acabou por não ser uma surpresa mas lido tem um outro encanto. Percebe-se melhor algumas ideias, vê-se mais semelhanças com outras obras e entende-se melhor a história. :P Pareceu-me bem mais notório que na adaptação a semelhança com Hamlet, sobretudo em termos do conflito interior da personagem titular. São ambos algo depressivos e com aparente pouca força interior para converterem alguns dos seus pensamentos em ações. São daqueles que se queixam de tudo, mas fazerem algo para mudar está quieto. No entanto, as suas tiradas introspetivas são magníficas, seja o solilóquio ou toda a cena da deposição.

Também tenho de dizer que fiz uso das Sparknotes. xD Apesar de já conhecer a história da peça, a verdade é que conhecia pouco da História inglesa aqui retratada e por isso fui fazendo algumas pausas na leitura para entender melhor algumas situações que são descritas. Não deixa de ser ficção mas acho que dá uma ideia interessante do quão tumultuosa foi a história inglesa durante o final da Idade Média e início da Moderna, com várias lutas pelo poder de diversas fações e que terá culminado na Guerra das Rosas e ascensão dos Tudor, dinastia reinante durante a época de Shakespeare e que acabaria pouco tempo depois da escrita desta peça.

Veredito: Para ter na estante.

22 de setembro de 2014

Projecto 365 - #312-319

A última semana teve alguns stresses normais antes de férias, por querer despachar coisas que tinha entre mãos, mas terminou num fim de semana em beleza. :)

18 de setembro de 2014

Booking Through Thursday: Família

A pergunta desta semana é...
Do other people in your family also like to read? Or are you in this on your own?
Acho que já por aqui disse que a minha mãe em tempos leu bastante, hoje nem por isso preferindo dedicar o seu tempo a outras coisas, nomeadamente séries televisivas policiais (vê tudo o que é "Lei e Ordem", "Mentes Criminosas", "CSI" e outras coisas que tais), assim como malha e/ou costura. No entanto passou-me o bichinho. :P

Reza a história que o meu pai também já leu em tempos, e há dois volumes de Guerra e Paz cá por casa que parecem atestar isso, mas eu só posso dizer que já o vi ler revistas e jornais. Tal como o meu irmão aliás. Quer dizer, eu cheguei a ver o meu irmão ler 3 livros do Harry Potter e fez algumas leituras escolares, mas o rapaz é mesmo mais periódicos e alguma banda desenhada de vez em quando.

16 de setembro de 2014

Under the Skin

Realizador: Jonathan Glazer
Baseado no livro Under the Skin de Michel Faber por Walter Campbell e Jonathan Glazer
Atores: Scarlett Johansson

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Estranho. É a única palavra que me vem à cabeça para definir este filme. Nem sequer consigo falar sobre o desconforto que senti a ver o filme porque estranho acaba por também tomar conta dessa emoção. Foi um desconforto estranho. :/

Não haja dúvidas, a imagem é belíssima e a Scarlett parece-me excecional no papel, é uma atriz que de filme para filme me vem a surpreender. A banda sonora também me pareceu muito bem conseguida, contribuindo para o estranhíssimo sentimento de desconforto que o filme provoca, sobretudo por ser pautado por tantos momentos de silêncio. A sério, o silêncio é quase uma constante na minha vida e este não foi o primeiro filme escasso em diálogos que vi, mas aqui o silêncio perturbou-me, não consigo dizer porquê.

Neste filme seguimos uma mulher aliénigena que vai conduzindo pela Escócia fora e aborda homens sós, ou de quem ninguém daria pela falta, para um propósio que não é bem definido apesar de nos ser apresentado. Apercebemo-nos de que ela seguirá uma qualquer missão e que só isso lhe interessará, e que não sente qualquer empatia para com os outros, como mostra a cena da praia que chocou-me, confesso. No entanto, acaba por encontrar por acaso alguém que, apesar de ser humano, também não parece pertencer à Humanidade, sendo marginalizado, o que a leva a questionar também a sua pertença. Com isto, ela passa de predador a presa.

E o filme, muito resumidamente é isto mas é tão mais, mas não consigo mesmo falar de forma coerente sobre ele, sobre o desconforto e estranheza que provocou, mas há quem o tenha feito melhor que eu aqui e aqui. Gostaria de recomendar o filme mas não me parece ser para todos. A mim, garanto, deixou-me com vontade de o rever (ou ler o livro), apesar de ter consciência que não é uma segunda revisão do filme que me vai fazê-lo compreender ou deixar de sentir a estranheza, mas acho que é por isso mesmo que é um bom filme. Nem tudo tem de ser explicado.

Isto faz sentido? Não? Se calhar também não é para fazer. :/ 

Veredito: Vale o dinheiro gasto? Nem eu sei bem.

10 de setembro de 2014

O Resgate do Soldado Ryan

Realizador: Steven Spielberg
Escritor: Robert Rodat
Atores: Tom Hanks, Edward Burns, Matt Damon

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Adoro (e dizer isto soa-me sempre mal) ver coisas que se passem ou se debrucem sobre a 2.ª Guerra Mundial. Nunca li muito mas em termos cinematográficos e televisivos tem dado origem a muita coisa boa. No entanto, coisas há que surgem e retratam a época mas que pouca ou nenhuma curiosidade tenho em ver e este filme era uma dessas coisas. Sim, acho que já disse por diversas vezes e volto a repetir, por vezes apetece-me esbofetear o meu "eu" passado.

Para começar tenho de falar do meu... eu não diria ódio porque não conheço o senhor, pelo que é mais um "não ir à bola com a cara" do Tom Hanks. Não consigo explicar porquê, há simplesmente pessoas com quem não consigo simpatizar e ele é uma dessas pessoas, pelo que o facto de ser um dos protagonistas tirou qualquer vontade (que como disse nunca foi muita) de ver o filme no passado. Mas o meu irmão, como guru de muita coisa que tem qualidade (vês, eu até falo bem de ti :D), lá me obrigou a ver o filme quando percebeu que vivia debaixo do mesmo teto com alguém, aparentemente tida por ele, herege. :D E sim, agradeço-lhe o ter-me obrigado a ver porque, Tom Hanks à parte, este é um épico filme de guerra. Nem que o filme fosse apenas os 20 minutos iniciais! Aquilo é uma cena brutal e um dos melhores retratos (parece-me) de uma batalha. Aquilo é cruel, um autêntico massacre e perante imagens como esta pergunto-me constantemente como é que raio esta gente não parece aprender? Como é que volta e meia há conflitos e se permite que coisas destas aconteçam? Como é que se dá tão pouco valor à vida humana? Enfim...

A premissa parece-me um pouco irrealista, apesar de a entender e até considerar nobre tal ato, mas como os personagens não pude deixar de questionar se um deles valia assim tantos homens. Mas tirando isso, ou até por causa disso, este é um muito bom filme e junto-me ao coro do pessoal que não entende como é que o "Shakespeare in Love" ganhou o Óscar de Melhor Filme. Adoro o filme e curiosamente tem outro ator com o qual não simpatizo, o Joseph Fiennes, mas é de longe um filme inferior, mesmo só considerando os tais vinte e pouco minutos iniciais.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

9 de setembro de 2014

Jonathan Strange & Mr Norrell

Autor: Susanna Clarke
Ficção | Género: fantasia histórica
Editora: Bloomsbury Publishing PLC | Ano: 2005 | Formato: livro | Nº de páginas: 1006 | Língua: inglês

Como me veio parar às mãos: foi comprado há anos, ainda antes de ter o blog.

Quando e porque peguei nele: entre 13 e 22 de agosto, aproveitando o facto de estar de férias para me atirar a um dos livros mais grossos que tinha por casa, já que estou decidida a acabar com a incontável pilha. A coisa vai devagarinho mas o importante é que continue.

Opinião: Lembro-me de esta ter sido uma compra por impulso. Na altura andava na faculdade, não havia a quantidade de blogs que há hoje sobre livros e por isso pouco ou nada sabia sobre o livro, mas as capas branca e preta tinham-me chamado a atenção, como depois a vermelha, mas foi só quando vi esta coisa bela é que me decidi que vinha comigo. Nem sequer li muito bem a sinopse, ou pelo menos só me recordo que falava sobre dois mágicos, e pouco interesse tive em ler críticas posteriores à sua compra, a não ser que fossem de pessoas cujos gostos conhecia. Até hoje consegui estar afastada de spoilers e apesar de ver por diversas vezes o livro a ser recomendado, tentei sempre fugir de tudo o que dissesse respeito ao livro. Parece-me que às vezes faz bem desligar, não ter qualquer tipo de expetativas e assim poder gozar de um livro como o fazia antes de estarmos todos ligados. E como soube bem.

A única coisa que sabia, para além de ter dois mágicos em pleno séc. XIX, era que este livro tinha notas de rodapé enormes. Mesmo assim surpreendeu-me que algumas fossem mesmo gigantes, por duas páginas ou mais. Sei que houve quem não gostasse disso, por distrair do enredo principal, mas eu até achei piada, dando um cunho muito pessoal ao livro, que parece-me tentar ser um "livro de história da magia", para além de dar a conhecer alguns à partes daquele mundo curioso. Não terá sido pelas notas, mas durante a leitura era fácil imaginar que tudo aquilo poderia ser verdade. Tal como com o Harry Potter ou Stardust a magia é tão subtil que parece que de facto pode estar a toda a nossa volta. Achei por isso imensa piada ao facto de Strange ajudar, por exemplo, Wellington durante a Invasão Francesa, fazendo estradas que desapareciam após o exército britânico passar, mudando rios e cidades de sítio, e outras coisas do género. :D Também achei piada ao conceito de "Englishness" e de como as coisas seriam ou não próprias de um gentleman inglês, havendo algumas frases bem engraçadas.

No entanto, o que mais gostei foi de como a história se vai desenrolando lentamente. Sim, quando estava a ler a coisa era algo frustrante, parecia que nada acontecia e que os acontecimentos não tinham qualquer tipo de ligação, mas fiquei tão embrenhada naquele mundo que depois, quando as coisas começam a ligar-se e a fazer sentido, não queria que acabasse. Queria continuar a seguir aquela dupla de mágicos com uma ligação tão peculiar. E isso foi outra coisa que me surpreendeu. A sinopse fala em rivalidade, pelo que julguei que seria algo do tipo Dumbledore/Voldemort mas não, deve-se mais ao choque de ideias e personalidades e é engraçado ver como isso afeta a relação entre ambos, assim como com outros, e leva ao desenvolvimento das personagens. Devo também dizer que as personagens que dão o nome ao livro foram as de que menos gostei, apesar de serem de facto as que mais sobressaem, mas as secundárias, como Stephen, Lady Poole e, sobretudo, Childermass, foram as que mais me conquistaram. É das tais coisas, são quem menos se pensa que realmente interessa no plano global das coisas, quem se tem muito em conta só faz asneiras. :) Enfim, fez-me pensar em algumas outras histórias, nomeadamente LOTR e HP, onde a humildade é recompensada.

Posto isto, e ainda assim achando que nada do que escrevi faz justiça ao livro, penso que este será um dos melhores livros que li este ano, que se tem mostrado até bastante frutífero em boas leituras. Foi com imenso gosto que voltei a mergulhar em fantasia, porque às vezes parece que é preciso lembrar-me de porque é que gosto de determinadas coisas. Depois de o ler só me apetecia voltar ao início e começá-lo de novo, o que é raro acontecer comigo e por isso é dizer muito de um livro, sobretudo de um com tal número de páginas e com um ritmo bastante lento. Só me pergunto que outros tesouros terei eu.

Veredito: Para ter na estante.

5 de setembro de 2014

3 de setembro de 2014

Guardians of the Galaxy

Realizador: James Gunn
Baseado na comic Guardians of the Galaxy de Dan Abnett e Andy Lanning por James Gunn e Nicole Perlman
Atores: Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Vin Diesel, Bradley Cooper

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: "I am Groot!" Tenho de dizer mais alguma coisa? Talvez seja melhor, não é?

Então, para começar e ao contrário de outros filmes baseados em comics da Marvel, não conhecia esta equipa de super-heróis. Não que conheça muito todos os outros mas ao menos conhecia as personagens e nalguns casos vi mesmo as versões animadas, como o Homem-Aranha e X-Men. No entanto, tenho acompanhado mais ao menos este Marvel Cinematic Universe (ainda tenho filmes para ver mas estou familiarizada com o arco) e por isso tinha algumas expetativas para o filme, que felizmente foram alcançadas.

Parece-me que conseguiram fazer uma boa apresentação das personagens, tendo em conta que o filme tem cerca de duas horas, são 5 os elementos desta equipa e que há uma história que precisa de ser desenvolvida e outras personagens precisam de ser exploradas. Com isto acabou por sofrer o vilão, mas o Lee Pace consegue, no pouco tempo que tem de antena, ser um pouco mais carismático que o Christopher Eccleston, que foi o último que vi, ainda que não tão bom como o Tom Hiddleston (e sim, isto foi só para mencionar o Tom <3 até porque alguém com muito tempo livre entre as mãos parece ter feito um filme centrado no Loki \o/ já tenho que ver este fim de semana se o vídeo se aguentar até lá!).

Mas se o vilão sofre com a caracterização, sobressaem os Guardiões que têm uma química bastante interessante e engraçada de seguir, sobretudo os criados com efeitos CGI. Adorei o Rocket e não fosse pelo riso nem teria acreditado que era a voz do Bradley Cooper que lhe dá vida (mas vai daí eu sou um pouco dura de ouvido), mas nada bate o Groot. A sério, alguém me responda como é que "I am Groot!" pode querer dizer tanta coisa porque raios, a certa altura até eu o percebia! Foi mesmo a personagem que mais me surpreendeu e fiquei rendida ao Baby Groot e ao grooting. xD

A nível de enredo, parece revelar mais um bocado do que está para vir, que pode ser mesmo a Infinity Gauntlet, que diga-se nunca li a história mas já estou farta de ler sobre ela. Sim, que isto das comics é confuso de se entrar, o comboio já vai tão avançado que o melhor é mesmo apanhar um autocarro, pelo que me vou ficando por séries de livros e deixo os quadradinhos para algum dia, mais tarde... Já agora, o que é que aconteceu ao aether? Está noutro lado?

Já agora, '80s rules, Kevin Bacon é de facto um herói e quero a "Awesome Mix"! Este filme é feito de coisas tão boas e tão hilariante! xD Como diria o Thor "another!"

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

1 de setembro de 2014

Agosto 2014

Aproveitei que tive uns diazinhos de férias para tentar colocar as opiniões em dia por aqui. Por vezes até pensava em não escrever tanto sobre filmes mas olhem, depois saía alguma coisa e achei que era chato estar a apagar. :P Temo que a coisa a ainda não esteja no fim. xD

Livros lidos:
  1. Para Sir Phillip Com Amor (Bridgertons, #5) de Julia Quinn - Para ter na estante
  2. Silver Shadows (Bloodlines, #5) [e-book] de Richelle Mead - Se fosse emprestado pouco se perdia com isso
  3. O Fio do Tempo de João Paulo Oliveira e Costa - Vale o dinheiro gasto
  4. Jonathan Strange & Mr Norrell de Susanna Clarke - Para ter na estante
  5. Richard II de William Shakespeare - Vale o dinheiro gasto
  6. The Blushing Bounder (Iron Seas, #0.4) [e-book] de Meljean Brook - Se fosse emprestado pouco se perdia com isso
  7. Here There Be Monsters (Iron Seas, #0.5) [e-book] de Meljean Brook - Vale o dinheiro gasto
Filmes vistos:
  1. A Deadly Obsession - Com tanto filme e tive de ver este
  2. Guardians of the Galaxy - Vale o dinheiro gasto
  3. Saving Private Ryan - Vale o dinheiro gasto
  4. Under the Skin - Vale o dinheiro gasto
  5. Iron Man - Vale o dinheiro gasto
  6. Nora Roberts: Lua de Sangue - Com tanto filme e tive de ver este
  7. Nora Roberts: Montana Sky - o testamento - Com tanto filme e tive de ver este
  8. Conspiração Militar - Com tanto filme e tive de ver este
  9. Nora Roberts: Tributo - Deu na televisão e pouco se perde com isso
  10. Margin Call: o dia antes do fim - Vale o dinheiro gasto

Desafios:
Desafio 2014 ou Desafio Mini-pilha - não houve compras nem aquisições, mas houve duas releituras (ok, três mas uma não conta porque li numa língua e edição diferente que a primeira leitura) e uma peça de uma antologia, no entanto 4 livros retirados à pilha! *\o/*
Disney Movie Challenge - 8 filmes vistos de 98.

Artigos que me chamaram a atenção:
  • Uma interessante análise que pondera se a Thor, já que a Marvel tornou o nome do deus dos trovões num título e pode vai ser usado por uma mulher ( \o/ ), poderá ser convertida numa Princesa Disney, pois no que diz respeito a filmes a Marvel Entertainment está na esfera da Disney.
  • Basicamente faço minhas as palavras deste texto. E depois ainda há coisas destas. A sério, é para afastar as pessoas dos e-books, não é?
  • Uma pequena análise à estrutura do Harry Potter. Concordo com a autora quando diz que pensa que os livros não sofrem com a mudança. É um facto que não sou a maior fã do 5º volume, o único que me fez dormir durante um capítulo, mas nota-se claramente, sobretudo do 4º, que a coisa dali para a frente vai ser diferente. O vilão toma corpo, a luta promete processar-se de uma outra forma para além dos nossos personagens estarem a crescer e a perceber o que realmente está em jogo. Como poderia ser de outra forma?!
  • Já por aqui disse que não penso ler o volume que tenho de R.A. Salvatore e eis que lançam audios com vozes de atores que até gosto de seguir (OMD a Felicia Day! \o/)... a sério, porque é que fazem coisas destas?! Agora quero tudo!
  • Resultado de um estudo que parece ligar alguma memória sensorial a elementos da leitura, que acaba por não ter efeito com e-books. Até consigo perceber o porquê do resultado e posso dizer que acontece comigo. Eu sou (era? há já muito tempo, cerca de ano e meio, que não faço a experiência) aquela pessoa que sabe exatamente onde está a cena das "Casas de Sarar" no terceiro livro do LOTR, tenho notado que realmente a minha leitura é mais fragmentada (tanto no e-reader como em papel faço mais paragens, por vezes para olhar para o ar :/) e para estudar nada bate, de facto, os livros físicos (e notas tiradas à mão). Mas não quer dizer que não goste de ler e-books, pelo contrário, gosto tanto como ler livros físicos. Não são mutuamente exclusivos, pelo contrário podem ser complementares para um leitor. Eu não preciso de ter todos os romances que tenho em papel e se quero reler um mistério convém não me recordar de onde é que o plot twist se dá. :P
  • Top 10 Cartoon Deaths ou como colocar a Carla a chorar com apenas os dois lugares do topo.
  • A Sophie Turner, ou Sansa Stark em GoT, disse "I would love to go on a massive killing spree", em termos de personagens como será óbvio, ao que eu só posso dizer "YES! PLEASE MAKE THAT HAPPEN!"

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