19 de julho de 2012

Booking Through Thursday: Um ou muitos?


A pergunta desta semana é...
A while ago, I interviewed my readers for a change, and my final question was, “What question have I NOT asked at BTT that you’d love me to ask?” I got some great responses and will be picking out some of the questions from time to time to ask the rest of you. Like now.

Series or Stand-alone?
Para mim tanto faz desde que a história seja boa e apelativa, com personagens tri-dimensionais que cresçam devido os acontecimentos que vivem. Detesto quando as histórias se esticam só para se poder dizer que faz parte de uma trilogia ou de uma série mais longa, e que haja livros que sejam autênticos enche-chouriços, que pouco ou nada acrescentam aos volumes anteriores ou contribuem para os seguintes.

Mas confesso que começo a ficar algo saturada de tanta série e começo a apreciar mais um livro que se possa ler sozinho, cuja história começa e acaba num mesmo volume. Muitas vezes acabam por revelar uma história melhor construída, um melhor desenvolvimento de personagens e um bom domínio da linguagem e da escrita. :)

2 comentários:

Iceman disse...

Hoje em dia os autores já se aperceberam que se construírem uma boa história, com bons personagens, podem alongar o trama por 3 volumes no mínimo.
Em Portugal não é bem assim porque aqui já não é mau conseguir-se publicar, mas lá fora, com as máquinas de marketing que giram à volta de certos escritores, assistimos a histórias que já vão nuns 10 volumes e nem há grandes previsões em relação ao fim, é escrever por atacado porque a legião de fãs é enorme e alimentada diariamente por essa máquina de marketing.
Em todo o caso eu prefiro livros únicos com inicio, meio e fim. Honestamente, por muito boa que seja a história, aborrece-me andar semanas atrás de semanas a ler sobre o mesmo.

WhiteLady3 disse...

Quando o mundo é interessante e sinto que tem inúmeras histórias para contar, não me aborrece. :) Há séries, vejo sobretudo em livros de carácter mais romântico, que acabam por ser histórias isoladas num mesmo mundo ou com um grupo de personagens, cada livro centrando-se numa. Gosto deste tipo de séries.

Outras, como a do Martin, tenho a noção de que crescem de tal maneira, porque o mundo acaba por ser tão rico, que até o autor tem problemas a contar todas as histórias que aquele mundo suscita. São estas que me metem mais receio, porque mesmo sem ser intencional, acaba por haver enche-chouriços no meio de uma história magnífica.

Outras ainda, como a série da Meyer, podiam ter sido resolvidas num único livro (a sério, bastava a porcaria de uma dentada para acabar logo a história) e o enche-chouriços mete tantos nervos que o mais certo é uma pessoa acabar por atirar o livro contra a parede. Para mim estes são os piores, porque a história e mesmo o mundo criado acabam por não ter sumo nenhum.

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