23 de agosto de 2014

Monty Python Live (mostly)

Foi um prazer enorme ver no cinema, quase ao vivo, este grupo de comediantes. Sobretudo porque por pouco ficava sem bilhetes. Andei eu e o meu irmão praticamente 15 dias a pensar "não podemos esquecer dos Monty Python, não nos podemos esquecer dos Monty Python!" e o que fizeram os nossos cérebros? Pois que se esqueceram dos Monty Python... e só nos lembrámos no próprio dia, pela manhã. Já não havia bilhetes em Lisboa pelo que alargámos a busca ao Montijo e... tcharan! Eis que ainda havia lugares!

É verdade que não sou tão fã como outros, como o meu irmão por exemplo, mas adoro muitos dos seus sketches e filmes, pelo que foi um prazer imenso poder vê-los mesmo que não estivesse no O2 Arena. Entre sketches ao vivo, como "Dead Parrot", e gravados, como o jogo de futebol entre os filósofos gregos e alemães, houve muito riso e cantorias. xD Ainda para mais teve convidados especiais como o Eddie Izzard! *guinchinhos* Podia ter sido melhor aproveitado mas OMD! *mais guinchinhos* Mas ainda sonho com um "Cake or death" e a "Spanish Inquisition" a saltar do meio do nada.

Claro que o DVD vem parar direitinho cá a casa, assim que sair.

22 de agosto de 2014

Curtas: Scott Pilgrim vs. the World, Wild Wild West

Título: Scott Pilgrim vs. the World
Diretor: Edgar Wright
Baseado na série de comics Scott Pilgrim de Bryan Lee O'Malley por Edgar Wright e Michael Bacall
Atores: Michael Cera, Mary Elizabeth Winstead, Kieran Culkin

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Acho que tenho um problema com o Michael Cera. Não faço ideia do que seja mas sinto que não o consigo levar a sério. Não que neste filme a sua personagem seja para levar a sério, mas nunca consegui gostar dele e por isso não fui capaz de simpatizar com a sua personagem. Gostei bem mais dos ex-namorados vilãos, até porque um deles é o Chris Evans. Tipo... como?! COMO?! *lança mãos aos céus enquanto brada a plenos pulmões* E só para deixar um exemplo do senhor...

You're welcome!!!

Confesso que não conhecia a comic antes de se falar no filme, e se nunca tive vontade de a ler, não foi depois de ver o filme que mudei de opinião. Sem conhecimento de causa, parece-me uma boa adaptação, o essencial para conhecer as personagens e a história, não preciso de aprofundar nada. Devo dizer, no entanto, que gostei do aspeto "video-jogo" das lutas com os ex-namorados até chegar ao boss, que achei um bocadinho fraquinho.

Veredito: Deu na televisão e pouco se perde com isso.

Título: Wild Wild West
Diretor: Barry Sonnenfeld
Baseado numa série de televisão com o mesmo nome por S. S. Wilson, Brent Maddock, Jeffrey Price e Peter S. Seaman
Atores: Will Smith, Kevin Kline, Kenneth Branagh

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Oh God, why?! é a primeira coisa que me vem à cabeça quando agora penso neste filme. Estive anos... ANOS para ver este filme e não consigo descrever o quão desapontada fiquei. E já ia com expetativas baixas, porque já sabia o que esperar em termos de enredo por coisas que tinha lido/ouvido e mesmo por excertos que tinha visto. Mas não contava com as atuações de meter dó do Kevin Kline e do Kenneth Branagh que são só dois atores que adoro ver!

É prevísivel, algumas situações são irreais (tipo demasiadas coincidências e tal) mas esperava que ao menos as atuações fossem de nível, que fizessem o trabalho decente a que estou habituada, mas pareceu algo como "isto é um autêntico trainwreck, deixa cá só ganhar a massa e pôr-me daqui para fora". Eu entendo que se faça filmes mais leves, divertidos, só porque se pode (tipo "Zombieland"), mas nem as piadas tiveram graça! O_o

Salva-se o aspeto visual da coisa porque... steampunk! \o/

Veredito: Com tanta coisa e tinha de ver isto.

21 de agosto de 2014

Booking Through Thursday: Mistério

A pergunta desta semana é...
Do you read mystery novels? If so, why? Is it the mysteries themselves that appeal to you? The puzzle-solving? The murders? Or why don’t you read them? What about them doesn’t appeal?
Não leio assim tantos, penso que por culpa das imensas séries televisivas que se dedicam a resolver crimes e tal. Uma pessoa acaba por preferir dedicar-se a géneros que vê menos por aí, julgo eu. Mas o que adoro num bom mistério é o puzzle, tentar resolver o caso com as pequenas pistas que nos vão sendo dadas, tentar perceber como é que o autor nos está a tentar distrair e enganar.

No entanto têm um senão, há alguns em que é fácil perceber quem é o culpado e a coisa torna-se aborrecida. :/

20 de agosto de 2014

Roda dos Livros

Depois de muito ouvir a Patrícia falar sobre a Roda dos Livros, decidi-me então a ir a um dos seus encontros. Calhou desta vez ser um piquenique, porque melhor que conversar sobre livros é ter comida à disposição enquanto se fala de livros. :D

Podem ver algumas sugestões de leitura aqui mas muitas mais foram dadas, como não podia deixar de ser. ;)

19 de agosto de 2014

Ireland Rose

Autor: Patricia Strefling
Ficção | Género: romance histórico
Editora: WestBow Press | Ano: 2011 | Formato: e-book | Nº de páginas: 280 | Língua: inglês

Quando e porque peguei nele: 21 a 27 de julho. Já háaalgum tempo que tinha este livro no Kindle a chamar por mim. Capa bonita, título que prometia uma coisa completamente diferente da que fui encontrar. Eu já deveria de saber que antes de comprar devo ler a sinopse e um bocado do texto.


Opinião: No último ano e alguns meses resolvi deixar de pedir ou comprar e-books a preço zero na Amazon ou em qualquer lado. Primeiro, porque estava a acumular títulos que nem uma doida, já me basta os que tenho em papel. Segundo, é impressão minha ou é tudo christian fiction? Não que isso seja mau, continuo a achar que é dos géneros com as capas mais bonitas e quando bem feito não me parece que seja um romance tão diferente dos outros, apenas com uma moral mais vincada e casto. Terceiro, e por ventura a razão maior para passar a ignorar os e-books gratuitos, a maior parte não passa do "meh" e há alguns que deveriam ser fortemente editados. Este é um desses.

Ireland Rose é a nossa protagonista, (sim, é realmente o nome dela) e não, como eu pensava a flor mais bela da Irlanda. Julgava eu que o livro se ia debruçar sobre uma qualquer mulher importante na história daquele país mas não. Eis porque devo ler sinopses. De qualquer maneira, transposta a primeira desilusão, lá prossegui a leitura mas a coisa foi piorando. Começa com ela a receber um capitão às ordens do seu marido a, praticamente, forçá-la a assinar papéis que fazem dela a herdeira do marido que corre risco de vida por estar gravemente doente. Em nenhum lado é mencionado que ela lê os papéis. Pouco depois é visitada por um sujeito que lhe garantem ser de má rês, ela lê os papéis, reza a Deus para a guiar... e assina à mesma. Por esta altura acho que já não podia com a personagem.

Ponderei desistir mas o porquê do capitão ter sido tão brusco com ela estava constantemente a dizer-me para prosseguir a leitura. Dali só podia vir o romance! Ok, ela era casada, mas o marido estava doente, mais cedo ou mais tarde a coisa iria encarreirar... mas não. Durante cerca de dois terços do livro seguimos a personagem mais frustrante que poderia ter sido criada. Não é que seja a perfeição em pessoa, mas a sua gentileza, a sua caridade parece tão forçada, tão para fazer dela moralmente superior a qualquer outra que só me apetecia atirar o Kindle contra a parede. Além disso a moça não tinha espinha! Parece que não faz nada por ela mas para parecer bem. A procura de amizades é para o seu marido ficar satisfeito por ela ter encontrado alguém com quem se relacionar para além dele, numa cidade e sociedade para ela totalmente desconhecida. Até a caridade é para ele ficar satisfeito, porque ele ficou doente a fazer atos de caridade, logo se ela o fizer, ele ficará satisfeito. Grrr!

Mas isto nem é o pior! A certa altura o tal capitão pede-lhe que tome conta de uma jovem que está grávida. A jovem dá à luz e como não quer a criança dá a pequena a Rose, que a adota, assina papéis e tudo, e cria-a como sua própria filha durante cerca de um ano, até que o capitão volta e lhe pede a criança. Porque raio quer ele a criança? É o pai? A mãe arrependeu-se?! Não, o capitão tira-lhe a criança para a dar à sua irmã, que ficou viúva e cujo falecido marido violou a verdadeira mãe da criança. Ou seja, ele tira a filha ilegítima do marido da irmã, para dar à própria irmã, que assim vai criar o fruto da canalhice do seu defunto marido. Isto tudo quando Rose tem todo o direito de ter a criança porque há papéis que dizem que ela é mãe adotiva, porque os pais (o defunto, que queria que a mãe biológica fizesse um aborto logo não queria reconhecer a criança, e a mãe biológica que dá, quase implora que ela fique com a pequena) rescindiram dos direitos. E o que ganha ela em troca por dar a criança? Tristeza. Alguma tristeza que é, de alguma forma, suavizada por um cachorro. *massive eye roll* A sério, sou a primeira a assumir que os animais são como verdadeiros filhos, mas pelo amor de Deus, nunca nesta situação um cão poderia substituir uma criança nem uma mãe dar a sua filha assim, sem qualquer tipo de luta, por muito que levasse a peito a passagem sobre a decisão salomónica.

No meio disto, descobrimos que o capitão Wyatt era bruto para com a Rose porque ela o lembrava de uma antiga paixão, que é rapidamente resolvida num encontro casual, enquanto ele jantava com Rose e a antiga paixão aparece. Tudo é bastante anticlimático e a rapidez com que o capitão e a Rose se dizem apaixonados um pelo outro parece vir completamente do nada, porque não há nenhum indício de qualquer tipo de relação. Ok, ele dá-lhe o cachorro... mas tinha-lhe tirado a criança! Como é que ela fica com quem lhe tira a criança para a dar à irmã, que nem sequer tem qualquer tipo de relação com a criança?! E não me interessa que eles tenham tido um molhe de filhos e fossem felizes para sempre, foi tudo muito estúpido e simplista.

Não posso com personagens que são um autêntico doormat e a Ireland Rose é uma. Para além disto, a formatação é de bradar aos céus e há imensos erros.

Veredito: Com tanto livro e tive de pegar neste. Tenho de aprender a ir com o meu instinto. Algo cá no fundo dizia "desiste que isto não vai a lado nenhum", mas este ano já desisti de 3 ou 4, uma vez por outra convém dar uma chance ao livro, não? Baseado neste, não!

18 de agosto de 2014

Porque música é poesia (35)



Foo Fighters - Best of You

I've got another confession to make
I'm your fool
Everyone's got their chains to break
Holdin' you
Were you born to resist or be abused?

Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?

Are you gone and on to someone new?

I need somewhere to hang my head
Without your noose
You gave me something that I didn't have
But had no use
I was too weak to give in
Too strong to lose

My heart is under arrest again
But I break loose
My head is giving me life or death
But I can't choose
I swear I'll never give in
I refuse

Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?

Has someone taken your faith?
It's real, the pain you feel
You trust, you must confess

Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?

Has someone taken your faith?
It's real, the pain you feel
The life, the love
You'd die to heal
The hope that starts
The broken hearts
You trust, you must confess

Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?

I've got another confession, my friend
I'm no fool
I'm getting tired of starting again
Somewhere new

Were you born to resist or be abused?
I swear I'll never give in
I refuse

Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?

Has someone taken your faith?
It's real, the pain you feel
You trust, you must confess

Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?

17 de agosto de 2014

Projecto 365 - #277-283

#277
#277

#278
#278
Nova leitura.

#279
#279
Porque a super lua também se via durante o dia, embora não seja propriamente perceptível na foto. :/

#280
#280
O que eu esperei por este dia. :')

#281
#281
Ou basicamente como as minhas férias estão a decorrer e como quero que continuem.

#282
#282

#283
#283
A 18% da leitura.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...