10 de agosto de 2014

Projecto 365 - #271-276

Mais uma semana em imagens.

#271
#271
Chega o verão e só apetece comer saladas ou outras coisas frescas. E sim, tenho copos com vacas! :D

#272
#272
Mais uma pequena mudança...

#273
#273
... porque o gabinete é a sala que se segue no arranjo das janelas. Espero que esta semana fique tudo pronto no que à biblioteca diz respeito.

#274
#274
Nunca pensei mas ando a gostar de, com mais frequência, dedicar-me à escrita para mim própria. É uma excelente maneira de organizar ideias.

#275
#275
Ida ao cinema com o mano para ver os Guardiões da Galáxia! \o/ Só tenho uma coisa a dizer... I am Groot!

#276
#276
Porque, claramente, eu não falo o suficiente sobre livros, hoje fui espreitar um encontro da Roda dos Livros, também no Facebook. Foi uma tarde muito bem passada, como de resto todos os momentos em que se fala de livros, e vim de lá com algumas sugestões jeitosas. Agora é arranjar tempo para ler tudo. :)

8 de agosto de 2014

Curtas: As Bonecas Russas, Um Azar do Caraças

Título: As Bonecas Russas
Diretor: Cédric Klapisch
Escritor: Cédric Klapisch
Atores: Romain Duris, Kelly Reilly, Audrey Tautou

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Mais um filme francês, dois no espaço de um mês! Algo de estranho se passa comigo. :P Não gostei tanto como de "Um Longo Domingo de Noivado" mas também são filmes completamente diferentes. Se um lida com a guerra e o amor durante uma guerra, neste parece que o amor é uma guerra (aliás, já diz a música love is a battlefield), ou melhor crescer é uma guerra.

Demorei um pouco a entrar no espírito da coisa porque não simpatizei com personagem principal, sobretudo pela forma como tratava as mulheres. Felizmente cresce, para além de ter coisas deliciosas como a parte do "dar música" aos restantes (opá, tão hilariante!), mas o que acaba por ter interesse ou pelo menos mais me interessou foi a perspetiva de vida de alguém que chega aos 30. Nesse nível consegui identificar-me com o protagonista mesmo sem passar por algumas das experiências que ele passa. Mas a desilusão, a incerteza de ter feito as escolhas corretas? Yep. Same here. Acaba por se debruçar sobre as expetativas criadas, no que queremos, de enfrentar realmente a vida e perceber que sonhos e expetativas nem sempre se concretizam, que os próprios objetivos mudam enquanto a vida nos vai acontecendo.

Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso.

Título: Um Azar do Caraças
Diretor: Judd Apatow
Escritor: Judd Apatow
Atores: Seth Rogen, Katherine Heigl, Paul Rudd

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Foi curioso ter visto este filme pouco depois, cerca de duas semanas depois, do anterior pois pareceu-me que acabam por estar ligados pelo mesmo tema - o crescimento chegando à idade adulta e tendo de tomar responsabilidades.

Este nunca foi um filme que tivesse curiosidade de ver mas acabou por surpreender por mostrar então um crescimento, diria salutar, da personagem desempenhada pelo Seth Rogen. Infelizmente pareceu-me que veio um pouco tarde de mais no filme. De resto tem o que já esperava e o porquê de eu não ter qualquer curiosidade em ver o filme: humor brejeiro que pouco ou nada faz por mim; um grupo de amigos que, sinceramente, acho medonho; e as atitudes infantis dos mesmos amigos e protagonista.

Veredito: Com tanta coisa e tinha de ver isto.

7 de agosto de 2014

Booking Through Thursday: Estantes

A pergunta desta semana é...
When you visit a friend's house, do you find time to browse their bookcases? Does it shock you if they don't have one?
Posso não estudar com afinco as estantes mas dou uma espreitadela para tentar perceber que género de livros aprecia e se posso pedir algum emprestado. :D Devo dizer que antes era mais preconceituosa quanto ao tipo de livros que via em algumas estantes, mas entretanto tenho saído da minha zona de conforto e sim, há bons livros mesmo em géneros que geralmente pouco ou nada me dizem. E quem sou eu para julgar o gosto dos outros?

Não me choca também que não tenham estantes cheias de livros. Conheço quem não goste de ler e em vez de livros tenha filmes e séries televisivas às carradas, ou jogos de computador. Provavelmente para quem gosta muito mais desses tipos de entretenimento sou também algo digna de choque. :D

6 de agosto de 2014

Oryx and Crake (MaddAddam, #1)

Autor: Margaret Atwood
Ficção | Género: ficção científica
Editora: Virago | Ano: 2003 | Formato: e-book | Nº de páginas: 402 | Língua: inglês

Quando e porque peguei nele: 7 a 20 de julho. As leituras leves não estavam a dizer-me nada e resolvi virar-me para uma mais pesada.


Opinião: Margaret Atwood é daquelas autoras sobre as quais nunca vou conseguir escrever coisas muito coerentes. E escrevendo, nenhuma palavra minha poderá fazer qualquer tipo de justiça à sua obra, a tudo aquilo que me fez pensar e até analisar na minha vida.

Não direi que a sua escrita é invulgar, pois parece-me ser daquelas que escreve com bastante simplicidade e faz um magistral uso da palavra para contar histórias. Senti alguns problemas a entrar na história, é verdade, não devido à escrita mas ao mundo que a autora nos apresenta, e as "novas palavras" que usa parecem estranhas mas rapidamente se percebem e entram no nosso vocabulário. :P Apesar da sua escrita simples, sem grandes floreados, o retrato que ela faz de como o nosso mundo pode vir a ser, não é nada bom. O retrato, diria eu, é curto e grosso mas parece-me demasiado grosseiro e a escrita não é em nada grosseira. Antes há uma subtileza, uma leveza que acaba por contrabalançar o tema mais denso que o mundo que ela cria acaba por analisar. Faço-me entender? Não?! É porque não consigo expressar o meu fascínio sobre como alguns autores usam algo tão comum, como a linguagem, para fazer algo tão incomum, como contar histórias. Mais que nunca começo a pensar que muita gente escreve (que raios, eu estou aqui a escrever) mas poucos realmente contam histórias, e reside aí a diferença entre um escritor e um artista. E para mim ela é uma artista.

O ritmo da história é lento mas essa lentidão acaba por ser uma excelente imagem da vida de Snowman e uma extraordinária maneira de dar a conhecer a vida de Jimmy, que é como quem diz perceber como se chegou aquele mundo pós-apocalíptico com que nos deparamos no início da narrativa. O dia-a-dia é sempre igual, a mesma rotina, numa tentativa de se manter vivo e cuidar das criaturas que deixaram ao seu cuidado. Numa rotina e sem grande esperança num amanhã melhor, é com pouca surpresa que o protagonista deixe as suas memórias tomarem conta do seu pensamento, sobretudo quando tem de voltar ao lugar onde tudo aconteceu. Aí o ritmo acelera um pouco mais e acabamos por perceber que estando as coisas em movimento acaba por ser praticamente impossível parar. Há por todo o livro um sentimento de inevitabilidade, mas que chegando ao, sei lá, último terço do livro se agudiza. Mesmo que saibamos o que aí vem percebemos que não havia como impedir, porque mesmo que não fosse da maneira apresentada e naquele momento, seria numa outra altura e de outra maneira qualquer mas o resultado seria basicamente o mesmo.

É verdade que sou algo susceptível, nomeadamente quando leio à noite, com apenas o candeeiro da minha mesa de cabeceira ligado, mas durante o dia é um pouco mais difícil assustar-me e fiquei com medo ao ler este livro à luz do dia. Medo porque tal pode vir a acontecer. Epidemias, experiências genéticas, sobrepopulação, são coisas que já existem hoje em dia. Esgotam-se recursos naturais, abusa-se de tudo e mais alguma coisa (inclusivé de pessoas) em prol de uma "civilização humana" mas se tal continuar, quem sabe, como já aconteceu com outras espécies, também a humana se extinga, e deixem-me dizer que não quero andar a fugir de pigoons e wolvogs.

Tal como The Handmaid's Tale, esta é uma história demasiado verosímil, uma cautionary tale que devia ser tida em conta num mundo que parece estar a tornar-se cada vez mais doido.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

5 de agosto de 2014

Hopeless (Hopeless, #1)

Autor: Colleen Hoover
Ficção | Género: romance
Editora: Simon and Schuster UK | Ano: 2012 | Formato: e-book | Nº de páginas: 332 | Língua: inglês

Quando e porque peguei nele: 6 e 7 de julho. Já não me recordo mas penso que terá sido porque há algum tempo que não pegava em e-books e estava com saudades do formato. :/ Talvez estivesse à procura de um novo YA ou coisa assim que me tirasse do ciclo vicioso em que aparentemente me encontrava, sem ler nada que me conseguisse cativar. E não, não tive sucesso.


Opinião: Porque continuei eu na onda dos juvenis e YA quando a coisa claramente não estava a resultar comigo? Não que os thrillers e os mistérios antes também fossem alguma coisa de jeito. Enfim, parece que quando se está num momento mau, está-se simplesmente num momento mau. Acontece. As leituras não podem ser sempre de 5 estrelas, e diga-se o meu gosto pode ser bastante questionável...

Neste caso a coisa começou logo mal, com a protagonista a ser irritante por demais com o seu "eu não sou uma vadia, ando na marmelada com gajos mas não sinto nada enquanto estamos na marmelada e tipo, nunca fiz sexo, por isso não sou uma vadia!" Não que eu considere que quem faz o mesmo o seja, cada um vive a sua vida como quer e pode fazer as escolhas que bem entender, tento não julgar as pessoas pela sua vida sexual ou emocional porque é algo que não me diz respeito. Mas é claríssimo que a personagem julga as pessoas e tenta afastar-se, com este discurso, de pessoas cujos atos condena. Porque sim, é uma condenação. É uma espécie de "pensas que eu sou má? por favor, eu nunca fiz sexo e há aquelas que fazem sexo com todos! eu estou à espera do meu príncipe encantado e por isso não sou vadia como elas, marmelada não conta!"

Claro que depois aparece o príncipe encantado... o estranho que lhe mete medo mas que OMD! é tão giro que a deixa sem ar!!! E deixa-a sem ar de várias maneiras e várias vezes ao dia. Pessoalmente, e como asmática, não me parece ser bom para a saúde, até porque ela chega mesmo a desmaiar com falta de ar após a corrida porque "OMD ele é tão giro e acompanhou-me até à porta de casa depois de eu aparentemente o stalkar sem querer e ter corrido mais que a minha conta", e porque suscitou uma infindável quantidade de "breathless" durante todo o livro, ou pelo menos durante a parte que li (ainda foi um terço do livro...), de tal modo que acho que o livro se devia chamar-se Breathless e não Hopeless. Hopeless estava eu com tanta falta de ar da moça... Cheguei mesmo a desejar que a coisa fosse para além do desmaio, que ela sufocasse mesmo sem qualquer acesso a ar, que ele lhe tirasse todo o ar dos pulmões e ela deixasse de existir no mundo das personagens fictícias estúpidas e irritantes!

Sim, eu disse estúpidas. Não mencionei a parte em que ela, apesar de estar algo reticente em estar na companhia dele porque, tipo, é um desconhecido que a deixa desconfortável, lhe mostra a sua identificação? Com a morada de casa e todos os seus restantes dados pessoais?! E ele nem é polícia nem qualquer outro tipo de autoridade?!?! Mas não, ela tem algum receio dele e a reação dela é "toma os meus documentos de identificação para confirmares que me chamo Sky, porque tenho de confirmar a minha identificação a alguém que não conheço de lado nenhum e não acredita em mim mesmo que não seja um agente nem tenha qualquer justificação para ver a minha identificação, já agora fica com os meus dados porque OMD tão giro! *pisca o olho... heavy breathing... faints*" *Carla suspira, faz tsk-tsk e revira os olhinhos enquanto lê* Não me perguntem como suspirei e fiz tsk-tsk ao mesmo tempo, mas aconteceu.

Enfim, estava à espera de outro Easy ou Just One Day mas rapidamente perdi qualquer interesse nas personagens e história.

Veredito: Não acabei.

4 de agosto de 2014

Projecto 365 - #264-270

#264
#264
Terça feira voltei a fazer de "moça das mudanças" com mais uns colegas do trabalho o que acabou por resultar numa sardinhada noutro dia da semana. Eu como sempre numa boa sardinhada... comi febras. :D Sardinhas é uma coisa que não me assiste. :D Aliás, o peixe em geral não me diz nada mas as sardinhas em particular é que não fazem nada por mim. Também havia chouriços e queijo.

#265
#265
Para além de um cão, o outro infelizmente veio a falecer, há também 3 periquitos e um bico de lacre. Os periquitos têm cores magníficas que infelizmente não se percebem na foto.

#266
#266
Porque uma boa almoçarada faz-se com a mesa posta na oficina... Acreditem em mim, já almocei por demasiado em oficinas e comi bem melhor do que em vários restaurantes.

#267
#267
Este ano voltei a fazer guardaria e este senhor foi o meu "companheiro de sala" num dia destes.

#268
#268
Entretanto isto é o que acontece no meu usual local de trabalho.

#269
#269
Já por aqui, penso que na semana passada, coloquei uma foto parecida com esta, mas tem sido isto todos os dias. E isto nem foi o pior, a fila chegou a ultrapassar a nossa porta.

#270
#270
A leitura a começar dentro de minutos...

1 de agosto de 2014

Book Confessions (23)

E tenho mesmo, em algumas situações, lembrar-me de que estou a ler um livro, que se passa tudo na minha cabeça. Mas nas sábias palavras de Dumbledore:
Of course it is happening inside your head, Harry, but why on earth should that mean that it is not real?

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