Título: A Grande Revelação (Bridgertons, #4)
Autor: Julia Quinn
Ficção | Género: romance histórico
Editora: Asa | Ano: 2014 (originalmente publicado em 2002) | Formato: livro | Nº de páginas: 376 | Língua: português
Como me veio parar às mãos: foi comprado este ano, não no dia em que saiu mas quase. :D
Quando e porque peguei nele: li-o de 12 a 15 de fevereiro, porque Colin e Penelope! <3
Opinião: Ah! Regressar a uma das minhas autoras preferidas! A uma das minhas séries preferidas! Ao meu livro favorito da dita série! Ao meu casal preferido de todo o sempre! *suspira e abraça o livro até mais não, ou faria se não o tivesse emprestado porque este é o livro que se compra, as vezes que tiverem de ser precisas, para emprestar a toda a gente e mais alguém*
Pouco mais tenho que acrescentar ao que escrevi previamente, a quando da minha
primeira leitura, mas talvez deva salientar que algumas das atitudes do Colin, depois de descobrir o segredo de Penelope, não caíram muito bem em mim. Ok, eu entendo a preocupação, mas achei que a sua reação era algumas vezes demasiado violenta e desproporcionada, quase como se ele tivesse mais medo de ser afastado da sociedade do que ela. :/ Mas, opá é tão bom! <3
Veredito: Para ter na estante. E ler e reler vezes sem conta. *suspira*
Título: A História Interminável
Diretor: Wolfgang Petersen
Adaptação de A História Interminável de Michael Ende por Wolfgang Petersen, Herman Weigel e Robert Easton
Atores: Noah Hathaway, Barret Oliver, Tami Stronach
Mais informação técnica no
IMDb.
Opinião: Andava eu a fazer
zapping (porque há dias, são poucos mas há realmente dias, em que consigo ter tempo para mim e para a TV \o/ ) quando, de repente, começo a ouvir
uma música conhecida. Ah, os anos 80! Tão bons em música e ridículos em moda... Mas dizia... Como há muito tempo (anos!) que não via o filme e depois do
artigo sobre histórias dentro de histórias (de que falei no
SLNB de janeiro), resolvi revê-lo.
Os efeitos especiais e as criaturas fantásticas parecem agora um pouco ridículas numa época em que o CGI abunda, ainda que nem sempre com qualidade, mas confere um aspecto ingénuo à história que uma imagem mais atual e digital seria capaz de esbater. Acaba por fazer lembrar o brincar com bonecos de peluche, por fazer lembrar o imaginário infantil. O aspeto kitsch, digamos assim, contribui para a história e para a caracterização da própria Fantasia. Não digo que tenha envelhecido bem mas também não lhe mudaria nada.
Resta agora ler o livro.
Veredito: Deu na televisão pelo que se perde pouco com isso, mas para quem cresceu com o filme parece-me que está perto de um vale o dinheiro gasto.