24 de fevereiro de 2014

Inspira-me (8)

Do blog Inspira-me:
Partilhe uma das suas "power songs".
Podia falar em "Eye of the Tiger" ou o "Gonna Fly Now", e não me perguntem o porquê de serem músicas do "Rocky" mas o que é certo é que, como o discurso do Henry V, ao ouvi-las sinto-me preparada para enfrentar o mundo, mas prefiro antes destacar esta:
Não consigo descrever todo o corrupio de emoções que esta música, aliás toda a banda sonora do filme "Gladiador", me faz sentir. Nunca gostei tanto de uma banda sonora, até musicais (incluindo filmes de animação) e bandas sonoras como a do LOTR vêm sempre depois desta, e só vejo o filme (que não, não gosto) por causa dela.

23 de fevereiro de 2014

Projecto 365 - #95-108

Os últimos 15 dias em imagens porque a semana passada foi complicada...

21 de fevereiro de 2014

Curtas: A Gaiola Dourada, Whisper of Jasmine [e-book], Waking Kate [e-book]

Título: A Gaiola Dourada
Diretor: Ruben Alves
Escritor: Ruben Alves, Hugo Gélin, Luc-Olivier Veuve, Jean-André Yerles
Atores: Rita Blanco, Joaquim de Almeida , Maria Vieira

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: É, muito basicamente, um filme engraçado. Vi alguns dos clichés, porque eles realmente existem, que já presenciei no meu dia a dia. A cena do carro por exemplo, é certo que vejo mais Mercedes e BMWs, mas realmente está bem apanhado.

É também um retrato interessante do povo português, e não me refiro apenas ao emigrante. Há bastantes por aí que, fazendo as tarefas menos recompensadas monetariamente, não deixam de trabalhar com orgulho e de sentir que o sítio onde trabalham lhes pertence também um bocadinho, daí que tenha apreciado ver como, apesar de se quererem vingar pelo pouco valor que lhes era atribuído, Zé e Maria não se sentissem muito bem a fazer "um mau trabalho". Mas por vezes é necessário recorrer a tal "tática", digamos assim, para mostrar o verdadeiro valor da pessoa no local de trabalho, pois todos contam para manter a engrenagem a funcionar.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

Título: Whisper of Jasmine [e-book]
Autor: Deanna Raybourn
Ficção | Género: romance histórico
Editora: Harlequin MIRA | Ano: 2014 | Formato: e-book | Nº de páginas: | Língua: inglês

Como me veio parar às mãos: a pre-order estava a preço 0 na Amazon.

Quando e porque peguei nele: li-o a 2 de fevereiro, basicamente porque sim. Tinha o telemóvel na mão, apetecia-me ler e tinha preguiça de ir ao quarto buscar um livro. Além disso parece-me boa política andar a ler coisas que compro este ano para ver se a pilha não aumenta muito, o que também não quer dizer que diminua... :P

Opinião: É verdade que o único livro que li desta autora prometia mais do que acabou por dar, mesmo assim gosto de ter as suas obras debaixo de olho e quando vi que este conto estava a preço 0 e contava com um arqueólogo não hesitei e fiz logo a pre-order. Sim, sou uma fácil. xD

Este conto conta (não consegui evitar xD) uma história agradável de seguir mas (e há sempre um mas comigo e certos romances) peca por a relação se desenvolver rapidamente sem que haja uma verdadeira química entre os personagens. Pelo menos eu não o senti. Sim, há um não sei quê de magia, talvez alguma inevitabilidade no encontro deles, mas não senti nada entre eles, nem uma pequena faísca. No entanto, fiquei curiosa quanto a continuação em City of Jasmine e espero que o relacionamento acabe por ser mais aprofundado (talvez com flashbacks? um reencontro?).

Veredito: Se fosse emprestado pouco se perdia com isso. Talvez por ser um conto o "amor à primeira vista" deixe a desejar, mas o certo é que já tenho lido contos em que a relação acaba por resultar. Aqui há demasiada impetuosidade que, confesso, não é muito a minha onda. Mas sim, curiosa porque arqueólogo (!) o que não quer dizer que vá a correr comprá-lo.

Título: Waking Kate [e-book]
Autor: Sarah Addison Allen
Ficção | Género: romance
Editora: St Martin's Press | Ano: 2014 | Formato: e-book | Nº de páginas: | Língua: inglês

Como me veio parar às mãos: estava a preço 0 na Amazon.

Quando e porque peguei nele: a 10 de fevereiro. Leiam o motivo do livro em cima, é o mesmo. :D

Opinião: Eis uma autora que raramente desilude, em que até os seus livros menos bons são superiores a muitos outros. E ela volta a mostrar a sua mestria neste conto, onde conhecemos Kate que, durante uma conversa com um vizinho que acaba de conhecer, faz uma ponderação acerca da sua própria vida e que faz adivinhar-se um mudança. Mudança essa que será certamente continuada em Lost Lake, cujo primeiro capítulo vinha juntamente com o conto mas fiz questão de não ler porque já sei que seria como os doces, não conseguiria ficar por ali. :P

Muito pequeno, mesmo assim é uma história carregada de emoção e uma ténue magia, algo a que a autora já me habituou e que consegue sempre aquecer-me o coração.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

19 de fevereiro de 2014

Uma Bruxa em Apuros (The Hollows, #1)

Autor: Kim Harrison
Ficção | Género: fantasia urbana
Editora: Saída de Emergência | Ano: 2011 (publicado originalmente em 2004) | Formato: livro | Nº de páginas: 374 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: foi-me emprestado em 2012.

Quando e porque peguei nele: li-o entre 31 de janeiro e 6 de fevereiro, para o primeiro desafio mini-pilha, categoria "volume de uma saga".

Opinião: Esta série nunca suscitou o meu interesse, aliás não se pode dizer que a fantasia urbana ou o romance paranormal seja propriamente a minha praia. Mas como tenho gostado, apesar de tudo, de alguns títulos e séries, nomeadamente Raça da Noite e sobretudo Mercy Thompson e me disseram que esta era mais ou menos como a segunda, lá vim eu com os livros.

Pois, acabou por não ser mesmo do meu agrado e desisti à página 103. Nem vou falar da protagonista, que me fez revirar muitos os olhinhos com a sua atitude toda "eu sou muito boa e tal e estou a ser subaproveitada" mas que depois parece fazer um rol de asneiras e não ser capaz de medir as consequências das suas acções, mesmo que avisada por várias vezes... Não, não vou falar da Rachel. Ora bem, o ritmo é lento, 100 páginas dentro da leitura e ainda não sabia o que raio era suposto vir dali. Quer dizer, a Rachel já se tinha despedido e tinham atentado contra a sua vida algumas vezes, ia ser isso o livro todo? Também houve uma ou outra menção a um tipo que talvez viesse a ser um vilão, era um traficante penso eu, mas teve tão pouco (ou mesmo nenhum, acho que nenhum) protagonismo pelo que não foi o suficiente para me fazer continuar, e nem o "drama" com a sua colega vampira, que aparentemente continua por n livros (ou pelo menos foi o que retirei de ler as opiniões da Slayra) suscitou mais que indiferença e (mais) um ou outro revirar de olhos.

A sério, ao ler sentia-me tão indiferente, tão pouco ou nada investida na história que a mente começava a fugir para as coisas mais triviais do meu dia-a-dia, quando não fugia para o sono. De tal forma que, para além do nome da personagem principal, pouco mais ficou da leitura pois os detalhes esbatem-se sobre a apatia que sentia. Basicamente estava a ser um livro "meh" (acho que usei duas vezes "meh" para descrever como estava a ser a leitura no GR) e devo confessar que ando farta de livros "meh". Não quer dizer que só leia ou queira ler coisas boas, nem por isso, mas quero ler coisas que mexam comigo, que me entretenham simplesmente e não que me deixem completamente indiferentes. Acho que o pior que uma leitura pode fazer é deixar-nos indiferentes. :/

Veredito: Não acabei. Não me parece que seja uma coisa de "não é a altura certa ou a mais adequada", ou "apanhou-me num mau momento", daí que tenha colocado definitivamente de lado e não pense voltar a pegar-lhe nem à série. Não é para mim.

18 de fevereiro de 2014

Porque música é poesia (30)

Um dos maiores passos que dei em termos de crescimento interior nos últimos anos foi aceitar-me como sou e, apesar de ainda me importar com o que outros possam pensar de mim, não ligar tanto a isso. Faça o que fizer os outros vão ter uma imagem da minha pessoa, e apesar de poder controlar como me comporto, há partes da minha pessoa que acabam por sair porque há dias em que estou mais extrovertida ou outros em que me sinto mais introvertida. Pelo que sim, durante algum tempo tive vergonha de algumas das coisas de lia, via e ouvia, mas não mais. :D Por isso é com orgulho, e alguma pena porque não vou estar a "fangirlar" no concerto de hoje, que digo que fui uma orgulhosa fã de Backstreet Boys durante os meus anos do ciclo. E não é que eles até parece que envelheceram bem?

Comigo tudo começou com...

E eles agora...


Planos para hoje, ouvir a discografia completa. Deixem-me...

17 de fevereiro de 2014

Booking Through Thursday: Snow Day

Eu sei que não é quinta feira, mas pergunta desta semana é...
For most of the east coast, at least, it’s a wintry, snowy day today, so … How do you like to spend your snow days? Feel free to gloss over the obligatory parts like shoveling unless you LIKE it. We’re talking ideal, best way to spend a snow day kind of thoughts, here.

For those of you who live in places where snow days simply don’t happen? Feel free to substitute “snow” with “rain” and think about the kind of days when you just want to cuddle up inside where it’s warm and dry.
Como é que gosto de passar os dias em que chove como se o dilúvio se estivesse a abater sobre nós e não estivesse no meio da chinfrineira que deve ser a arca de Noé? Pois está claro que gosto de passá-los "sogadita" em casa, enrolada na minha manta, com um saco quente nas costas (porque estou a ficar velha e agora é dores por todo o lado, acho que até já sofro com a dor ciática! *diz adeus à juventude despreocupada e sem dores*), com uma carrada de biscoitos, litros de chá e... um bom livro. Ou um bom filme. Ou uma boa série. Basicamente, gosto de passar esses dias com uma boa história.

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