O resto da semana em imagens.
2 de fevereiro de 2014
Temporada Ficção Pós-Apocalíptica 2014
Depois do fracasso que foi a minha participação na primeira edição, já que não li nenhum livro, lá volto a participar. Mais uma vez foram as meninas Telma, Diana e Slayra (com os seus maravilhosos dotes para o Photoshop) que levaram a iniciativa adiante, desta vez realizando-se entre 6 de fevereiro e 6 de abril. O meu objetivo este ano vai ser muito modesto, pretendo apenas voltar a pegar no Oryx and Crake da Margaret Atwood.
1 de fevereiro de 2014
Janeiro 2014
Hum, aparentemente este blog anda mais virado para filmes do que para livros. xD Mas digamos que é mais fácil sentarmo-nos em frente à TV do que num canto com um livro. Há todo um ritual para a leitura: a mantinha quente, a almofada confortável, alguns biscoitos e chá, um bocadinho de silêncio ou a chuva a bater nos estores... Para ver um filme basta fazer zapping e, com sorte, apanhá-lo de início. Agora com o sistema de "voltar atrás no tempo" até se pode apanhar a meio e escolher apenas o "ver de início" e está feito, um filme para cerca de duas horas de entretenimento. :) E com isto sinto que este espaço está a tornar-se, verdadeiramente, no meu cantinho, onde arroto postas de pescada sem qualquer fio condutor que não seja o "isto interessa-me". :D
Livros lidos:
- Revolutionary Road de Richard Yates - Vale o dinheiro gasto
- As You Like It de William Shakespeare - Se fosse emprestado pouco se perdia com isso
- O Forte de Bernard Cornwell - Se fosse emprestado pouco se perdia com isso
- Falling for You de Jill Mansell - Se fosse emprestado pouco se perdia com isso
Filmes vistos:
- O Corcunda de Notre Dame - Vale o dinheiro gasto
- Robin Hood - Emprestado e pouco se perde com isso
- A Diva da Moda - Deu na televisão e pouco se perde com isso
- 50/50 - Vale o dinheiro gasto
- Don Jon - Vale o dinheiro gasto
- A Gaiola Dourada - Vale o dinheiro gasto
- Viciados no Amor - Deu na televisão e pouco se perde com isso
- Assassinos- Deu na televisão e pouco se perde com isso
- Sem Identidade - Deu na televisão e pouco se perde com isso
- A Miúda do Lado - Deu na televisão e pouco se perde com isso
Séries vistas:
- Sherlock (temporada 3) - Para ter na estante
Ofertas:
- Waking Kate [e-book] de Sarah Addison Allen, grátis na Amazon
- The Hangman's Daughter (The Hangman's Daughter #1) [e-book] de Oliver Pötzsch
- The Dark Monk (The Hangman's Daughter, #2) [e-book] de Oliver Pötzsch
- The Beggar King (The Hangman's Daughter, #3) [e-book] de Oliver Pötzsch
- The Poisoned Pilgrim (The Hangman's Daughter, #4) [e-book] de Oliver Pötzsch
Desafios:
Desafio 2014 ou Desafio Mini-pilha como passará a ser conhecido porque vou fazer pilhas pequenas, com livros para cada tema, retirados da pilha maior que é basicamente esta juntamente com a maior parte das estantes (devia fazer uma nova visita às estantes porque já não estão assim) cá de casa :D - Não conto com o Revolutionary Road porque comecei-o no ano passado, mas estava na pilha, e o As You Like It faz parte das Complete Works do Shakespeare. Foram lidos 2 livros da pilha e acrescentados 5. Começamos mal. :D
Disney Movie Challenge - 5 filmes vistos de 98.
Artigos:
- Às vezes penso que alguns estudos são redundantes, eis um mas YAY! se realmente ajudar a que bibliotecas, por exemplo, não fechem (como foi notícia o ano passado devido a cortes orçamentais em vários locais desse mundo) mostrando a importância do ato de ler. E note to self, começar a ler mais poesia, se a minha memória já é o que é, o melhor é começar cedo a tentar evitar doenças degenerativas...;
- um texto interessante sobre como a leitura talvez esteja a morrer, mas destaco sobretudo os dois últimos parágrafos que evocam uma imagem belíssima sobre o que é ler, o que é querer perder-se nas palavras de uma qualquer história;
- adorar um livro é maltratá-lo :D;
- sobre releituras espontâneas, é para evitar isto que muitas vezes não pego no livro para reler passagens favoritas, prefiro lê-las on-line;
- ri tanto com estas medidas para reaver livros emprestados.
30 de janeiro de 2014
Booking Through Thursday: Multitasking
Do you do other things while you read? Watch TV? Cook? Brush your teeth? Knit?
(For the record, I’m guilty of all of the above.)
Or is it a quicker question to ask when you DON’T read? (Please tell me you don’t read while you’re driving.)
O termo não será bem vejo, mas oiço TV. Não é sempre, se estiver a dar um filme, por exemplo, acabo por me distrair, mas se for notícias, jogos de futebol, sim não há grandes problemas desde que esteja confortavelmente sentada, o que nem sempre é o caso. Também sou capaz de ouvir aúdio-livros enquanto faço tarefas domésticas ou me dedico ao corte, costura, ponto de cruz e malha, não que agora faça muito dessas coisas... e mesmo a passar a ferro tenho preferido ver séries e filmes. Às vezes leio enquanto almoço, sobretudo se ando a ler no Kindle. Não leio enquanto conduzo porque não sou eu que levo o volante nas mãos, mas diga-se que já li mais no carro.
Aliás, já li mais em todo o lado, em diferentes situações e a fazer várias coisas.
Aliás, já li mais em todo o lado, em diferentes situações e a fazer várias coisas.
29 de janeiro de 2014
Projecto 365 - #74-83
Tenho-me portado bem a tirar fotos, ainda que algumas sejam repetidas mas em diferentes situações. :P E porque estes posts ficam muito grandes na página principal do blog, deixa cá ver se consigo usar a cena do "ler mais"...
50/50
Escritor: Will Reiser
Atores: Joseph Gordon-Levitt, Seth Rogen, Anna Kendrick
Mais informação técnica no IMDb.
Opinião: Já não me lembro o que é que o meu irmão me tinha dito sobre este filme para que eu o quisesse ver, mas diga-se que o tema interessava-me, já que os casos de cancro em pessoas que conheço ou que me chegam aos ouvidos estão, infelizmente, a aumentar e a atingir pessoas cada vez mais jovens (cheguei a fazer alguns trabalhos com o meu antigo serviço, em parceria com a Fundação do Gil, no IPO e deixem-me que vos diga que quebra o coração ver crianças com tal doença, todos os problemas que possamos ter são pequenos, ou mesmo ridículos, quando comparados com aquilo que aquelas crianças e pais sofrem).
É sem dúvida um filme muito bom, que explora não só a convivência do protagonista com tal doença após o seu diagnóstico, mas também da sua psicóloga, que começa a ter de perceber como lidar com a coisa para poder ajudá-lo e a outros, assim como dos seus familiares e amigos. Acaba por ser, talvez, uma situação e história cliché, com personagens clichés mas que resulta, pois preocupamo-nos de facto com as personagens, sobretudo se se conhecer casos semelhantes. Mas, e talvez já seja o meu pessimismo (que se tem acentuado nos últimos tempos) a falar, achei o final demasiado feliz.
Eu sei que é mau da minha parte, quem é que no seu perfeito juízo gostaria de ver uma personagem a morrer com tal doença, quando é muito mais bonito e interessante bater a estatística? Porque é a isso que o título se refere, ele tinha 50% de hipóteses de sobreviver ou não. Acreditem, fico imensamente feliz quando alguém consegue superar e vencer o raio da doença, mas eu sei que a estatística sucks (para não andar a dizer asneiras) e que a morte está sempre à espreita. Sei que há quem por muito que lute, que vença sucessivas batalhas numa muito longa guerra para apenas a perder.
Talvez seja estúpido pedir isto num filme mas, sim, esperava algo diferente. Nem digo algo mais realista mas não, não queria sentir a ponta de esperança que o final do filme deixa. Queria ser esmagada pelo sentimento de fatalidade que o filme tinha, até porque dei por mim a pensar "isto não vai acabar bem". Queria ser esmagada pela realidade de todos aqueles que não conseguem vencer. Porque nem todos os finais são felizes.
Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso. É um filme muito bom, quer dizer nem o Seth Rogen me irritou e achei que estava bem no seu papel (!), mas o final como que estragou o filme para mim. Eu é que sou parva, deveria querer finais felizes mas não, há finais que estão a deixar de funcionar comigo.
28 de janeiro de 2014
Curtas: Robin Hood, A Diva da Moda
Diretor: Wolfgang Reitherman
Baseado na lenda do Robin dos Bosques por Larry Clemmons e Ken Anderson
Atores: Brian Bedford, Peter Ustinov, Phil Harris
Mais informação técnica no IMDb.
Quando e onde o vi: a 12 de janeiro, cortesia de uma colega que me emprestou o DVD.
Vi, desta feita, em inglês (tinha visto antes a versão brasileira mas como disse pouco me recordo) e as músicas são engraçadas mas tirando o assobio pouco memoráveis. Achei a história demasiado feliz, mesmo que as personagens passassem dificuldades (e como me fez lembrar o estado em que está o país) e tal vê-se, sobretudo no final onde ninguém, nem sequer o Robin, fica ferido! (O_o) O DVD traz um final alternativo de que gostei mais, não só porque realmente alguém fica ferido mas sobretudo porque dá alguma coisa para a Maid Marian fazer, de outro modo para pouco serve a personagem para além de beijar o herói, o que convenhamos por muito fofo que possa ser é pouco útil, digo eu. Além disso, mostra o regresso do Ricardo Coração de Leão, que na versão do filme aparece do lado suscitando um "mas que raio?!"
Não é mau, parece ser um produto da época mas ainda se vê muito bem. Acaba por haver alguma inocência, digamos assim, que faz regressar à infância. Pelo menos foi o que senti. :)
Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso.
Opinião: Sabem aqueles filmes que fazem uma pessoa sentir-se bem e por isso vemos vezes sem conta, sempre que passam na televisão? Este é um deles para a minha pessoa. Okay, não digo que veja sempre-sempre, mas sempre que estou para aí virada. :P
Sim, tem clichés, afinal de contas é uma comédia romântica, e então? Como diria o Marshall de HIMYM, os clichés são-no porque funcionam e, neste caso, a história usa-os bem. O elenco também é competente, com Reese Witherspoon muito bem como Melanie e a relacionar-se de forma convincente com todos os que "abandonou" para seguir o seu sonho e vencer em Nova Iorque. E vá lá, qualquer filme em que trocam o Dempsey por outro gajo é bom de ser visto.
Veredito: Deu na televisão e pouco se perde com isso.
Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso.
Diretor: Andy Tennant
Escritor: C. Jay Cox, Douglas J. Eboch
Atores: Reese Witherspoon, Josh Lucas, Patrick Dempsey
Mais informação técnica no IMDb.
Quando e onde o vi: a 17 de janeiro, num dos canais Fox, penso que o Movies.
Sim, tem clichés, afinal de contas é uma comédia romântica, e então? Como diria o Marshall de HIMYM, os clichés são-no porque funcionam e, neste caso, a história usa-os bem. O elenco também é competente, com Reese Witherspoon muito bem como Melanie e a relacionar-se de forma convincente com todos os que "abandonou" para seguir o seu sonho e vencer em Nova Iorque. E vá lá, qualquer filme em que trocam o Dempsey por outro gajo é bom de ser visto.
Veredito: Deu na televisão e pouco se perde com isso.
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