2 de fevereiro de 2014

Projecto 365 - #84-87

O resto da semana em imagens.

Temporada Ficção Pós-Apocalíptica 2014


Depois do fracasso que foi a minha participação na primeira edição, já que não li nenhum livro, lá volto a participar. Mais uma vez foram as meninas Telma, Diana e Slayra (com os seus maravilhosos dotes para o Photoshop) que levaram a iniciativa adiante, desta vez realizando-se entre 6 de fevereiro e 6 de abril. O meu objetivo este ano vai ser muito modesto, pretendo apenas voltar a pegar no Oryx and Crake da Margaret Atwood.

1 de fevereiro de 2014

Janeiro 2014

Hum, aparentemente este blog anda mais virado para filmes do que para livros. xD Mas digamos que é mais fácil sentarmo-nos em frente à TV do que num canto com um livro. Há todo um ritual para a leitura: a mantinha quente, a almofada confortável, alguns biscoitos e chá, um bocadinho de silêncio ou a chuva a bater nos estores... Para ver um filme basta fazer zapping e, com sorte, apanhá-lo de início. Agora com o sistema de "voltar atrás no tempo" até se pode apanhar a meio e escolher apenas o "ver de início" e está feito, um filme para cerca de duas horas de entretenimento. :) E com isto sinto que este espaço está a tornar-se, verdadeiramente, no meu cantinho, onde arroto postas de pescada sem qualquer fio condutor que não seja o "isto interessa-me". :D

Livros lidos: 
  1. Revolutionary Road de Richard Yates - Vale o dinheiro gasto
  2. As You Like It de William Shakespeare - Se fosse emprestado pouco se perdia com isso 
  3. O Forte de Bernard Cornwell - Se fosse emprestado pouco se perdia com isso 
  4. Falling for You de Jill Mansell - Se fosse emprestado pouco se perdia com isso 
Filmes vistos: 
  1. O Corcunda de Notre Dame - Vale o dinheiro gasto 
  2. Robin Hood - Emprestado e pouco se perde com isso 
  3. A Diva da Moda - Deu na televisão e pouco se perde com isso 
  4. 50/50 - Vale o dinheiro gasto 
  5. Don Jon - Vale o dinheiro gasto 
  6. A Gaiola Dourada - Vale o dinheiro gasto 
  7. Viciados no Amor - Deu na televisão e pouco se perde com isso 
  8. Assassinos- Deu na televisão e pouco se perde com isso 
  9. Sem Identidade - Deu na televisão e pouco se perde com isso 
  10. A Miúda do Lado - Deu na televisão e pouco se perde com isso 
Séries vistas: 
  1. Sherlock (temporada 3) - Para ter na estante 
Ofertas: 
  1. Waking Kate [e-book] de Sarah Addison Allen, grátis na Amazon
  2. The Hangman's Daughter (The Hangman's Daughter #1) [e-book] de Oliver Pötzsch 
  3. The Dark Monk (The Hangman's Daughter, #2) [e-book] de Oliver Pötzsch 
  4. The Beggar King (The Hangman's Daughter, #3) [e-book] de Oliver Pötzsch 
  5. The Poisoned Pilgrim (The Hangman's Daughter, #4) [e-book] de Oliver Pötzsch 

Desafios:
Desafio 2014 ou Desafio Mini-pilha como passará a ser conhecido porque vou fazer pilhas pequenas, com livros para cada tema, retirados da pilha maior que é basicamente esta juntamente com a maior parte das estantes (devia fazer uma nova visita às estantes porque já não estão assim) cá de casa :D - Não conto com o Revolutionary Road porque comecei-o no ano passado, mas estava na pilha, e o As You Like It faz parte das Complete Works do Shakespeare. Foram lidos 2 livros da pilha e acrescentados 5. Começamos mal. :D
Disney Movie Challenge - 5 filmes vistos de 98.

Artigos:
  • Às vezes penso que alguns estudos são redundantes, eis um mas YAY! se realmente ajudar a que bibliotecas, por exemplo, não fechem (como foi notícia o ano passado devido a cortes orçamentais em vários locais desse mundo) mostrando a importância do ato de ler. E note to self, começar a ler mais poesia, se a minha memória já é o que é, o melhor é começar cedo a tentar evitar doenças degenerativas...; 
  • um texto interessante sobre como a leitura talvez esteja a morrer, mas destaco sobretudo os dois últimos parágrafos que evocam uma imagem belíssima sobre o que é ler, o que é querer perder-se nas palavras de uma qualquer história; 
  • adorar um livro é maltratá-lo :D; 
  • sobre releituras espontâneas, é para evitar isto que muitas vezes não pego no livro para reler passagens favoritas, prefiro lê-las on-line; 
  • ri tanto com estas medidas para reaver livros emprestados.

30 de janeiro de 2014

Booking Through Thursday: Multitasking

A pergunta desta semana é...
Do you do other things while you read? Watch TV? Cook? Brush your teeth? Knit?

(For the record, I’m guilty of all of the above.)

Or is it a quicker question to ask when you DON’T read? (Please tell me you don’t read while you’re driving.)
O termo não será bem vejo, mas oiço TV. Não é sempre, se estiver a dar um filme, por exemplo, acabo por me distrair, mas se for notícias, jogos de futebol, sim não há grandes problemas desde que esteja confortavelmente sentada, o que nem sempre é o caso. Também sou capaz de ouvir aúdio-livros enquanto faço tarefas domésticas ou me dedico ao corte, costura, ponto de cruz e malha, não que agora faça muito dessas coisas... e mesmo a passar a ferro tenho preferido ver séries e filmes. Às vezes leio enquanto almoço, sobretudo se ando a ler no Kindle. Não leio enquanto conduzo porque não sou eu que levo o volante nas mãos, mas diga-se que já li mais no carro.

Aliás, já li mais em todo o lado, em diferentes situações e a fazer várias coisas.

29 de janeiro de 2014

Projecto 365 - #74-83

Tenho-me portado bem a tirar fotos, ainda que algumas sejam repetidas mas em diferentes situações. :P E porque estes posts ficam muito grandes na página principal do blog, deixa cá ver se consigo usar a cena do "ler mais"...

50/50

Diretor: Jonathan Levine
Escritor: Will Reiser
Atores: Joseph Gordon-Levitt, Seth Rogen, Anna Kendrick

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Já não me lembro o que é que o meu irmão me tinha dito sobre este filme para que eu o quisesse ver, mas diga-se que o tema interessava-me, já que os casos de cancro em pessoas que conheço ou que me chegam aos ouvidos estão, infelizmente, a aumentar e a atingir pessoas cada vez mais jovens (cheguei a fazer alguns trabalhos com o meu antigo serviço, em parceria com a Fundação do Gil, no IPO e deixem-me que vos diga que quebra o coração ver crianças com tal doença, todos os problemas que possamos ter são pequenos, ou mesmo ridículos, quando comparados com aquilo que aquelas crianças e pais sofrem).

É sem dúvida um filme muito bom, que explora não só a convivência do protagonista com tal doença após o seu diagnóstico, mas também da sua psicóloga, que começa a ter de perceber como lidar com a coisa para poder ajudá-lo e a outros, assim como dos seus familiares e amigos. Acaba por ser, talvez, uma situação e história cliché, com personagens clichés mas que resulta, pois preocupamo-nos de facto com as personagens, sobretudo se se conhecer casos semelhantes. Mas, e talvez já seja o meu pessimismo (que se tem acentuado nos últimos tempos) a falar, achei o final demasiado feliz.

Eu sei que é mau da minha parte, quem é que no seu perfeito juízo gostaria de ver uma personagem a morrer com tal doença, quando é muito mais bonito e interessante bater a estatística? Porque é a isso que o título se refere, ele tinha 50% de hipóteses de sobreviver ou não. Acreditem, fico imensamente feliz quando alguém consegue superar e vencer o raio da doença, mas eu sei que a estatística sucks (para não andar a dizer asneiras) e que a morte está sempre à espreita. Sei que há quem por muito que lute, que vença sucessivas batalhas numa muito longa guerra para apenas a perder.

Talvez seja estúpido pedir isto num filme mas, sim, esperava algo diferente. Nem digo algo mais realista mas não, não queria sentir a ponta de esperança que o final do filme deixa. Queria ser esmagada pelo sentimento de fatalidade que o filme tinha, até porque dei por mim a pensar "isto não vai acabar bem". Queria ser esmagada pela realidade de todos aqueles que não conseguem vencer. Porque nem todos os finais são felizes.

Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso. É um filme muito bom, quer dizer nem o Seth Rogen me irritou e achei que estava bem no seu papel (!), mas o final como que estragou o filme para mim. Eu é que sou parva, deveria querer finais felizes mas não, há finais que estão a deixar de funcionar comigo.

28 de janeiro de 2014

Curtas: Robin Hood, A Diva da Moda

Título: Robin Hood
Diretor: Wolfgang Reitherman
Baseado na lenda do Robin dos Bosques por Larry Clemmons e Ken Anderson
Atores: Brian Bedford, Peter Ustinov, Phil Harris

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: a 12 de janeiro, cortesia de uma colega que me emprestou o DVD. 

Opinião: Já tinha visto este filme há muito tempo, ainda era eu pequenina, pelo que só me lembrava de algumas partes (nem sequer falas me lembrava) e da sensação geral de que havia gostado. É realmente um filme agradável ainda que lhe falte algum contexto histórico, mas também num filme animado quem é que quer saber das Cruzadas?

Vi, desta feita, em inglês (tinha visto antes a versão brasileira mas como disse pouco me recordo) e as músicas são engraçadas mas tirando o assobio pouco memoráveis. Achei a história demasiado feliz, mesmo que as personagens passassem dificuldades (e como me fez lembrar o estado em que está o país) e tal vê-se, sobretudo no final onde ninguém, nem sequer o Robin, fica ferido! (O_o) O DVD traz um final alternativo de que gostei mais, não só porque realmente alguém fica ferido mas sobretudo porque dá alguma coisa para a Maid Marian fazer, de outro modo para pouco serve a personagem para além de beijar o herói, o que convenhamos por muito fofo que possa ser é pouco útil, digo eu. Além disso, mostra o regresso do Ricardo Coração de Leão, que na versão do filme aparece do lado suscitando um "mas que raio?!"

Não é mau, parece ser um produto da época mas ainda se vê muito bem. Acaba por haver alguma inocência, digamos assim, que faz regressar à infância. Pelo menos foi o que senti. :)

Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso.

Título: A Diva da Moda
Diretor: Andy Tennant
Escritor: C. Jay Cox, Douglas J. Eboch
Atores: Reese Witherspoon, Josh Lucas, Patrick Dempsey

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: a 17 de janeiro, num dos canais Fox, penso que o Movies. 

Opinião: Sabem aqueles filmes que fazem uma pessoa sentir-se bem e por isso vemos vezes sem conta, sempre que passam na televisão? Este é um deles para a minha pessoa. Okay, não digo que veja sempre-sempre, mas sempre que estou para aí virada. :P

Sim, tem clichés, afinal de contas é uma comédia romântica, e então? Como diria o Marshall de HIMYM, os clichés são-no porque funcionam e, neste caso, a história usa-os bem. O elenco também é competente, com Reese Witherspoon muito bem como Melanie e a relacionar-se de forma convincente com todos os que "abandonou" para seguir o seu sonho e vencer em Nova Iorque. E vá lá, qualquer filme em que trocam o Dempsey por outro gajo é bom de ser visto.

Veredito: Deu na televisão e pouco se perde com isso.

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