2 de janeiro de 2014

Pilha de livros (6)

Já não é novidade que gosto de mostrar as minhas pilhas, sobretudo a que tenho em cima da mesa de cabeceira. Essa fica para uma outra ocasião, agora pretendo mostrar os títulos que me vão (espero eu) acompanhar neste início do ano no meu desafio.

Pilha de livros
  • há muito tempo na estante - Falling for You de Jill Mansell
  • nova compra (2013) - O Forte de Bernard Cornwell
  • volume de uma saga - Uma Bruxa em Apuros (The Hollows, #1) de Kim Harrison
  • não-ficção - O Meu Programa de Governo de José Gomes Ferreira
  • antologia - Richard II em The Complete Works of William Shakespeare
  • e-book - The Mysterious Death of Miss Austen de Lindsay Ashford

Esta não será a ordem de leitura mas uma intenção de escolher a próxima leitura entre estes 6 títulos e a sua justificação, diremos assim. Curioso que 3 são compras deste ano, um é emprestado e o primeiro volume de uma série pois quero ver se valerá a pena investir tempo (e eventualmente dinheiro) nela, outro está na estante há 3 anos. Com a peça do Shakespeare também vou tentar iniciar o 3.º ato da temporada temática, que deve decorrer durante todo o ano. A escolha da não-ficção prende-se pela política e medidas do Orçamento de Estado que a partir deste ano passo a sentir (ainda) mais na carteira.

Como a Telma, vou tentar encarar este desafio um livro e tema de cada vez. Ela não parece escolher os livros com antecedência mas eu achei que seria melhor, para tentar não me dispersar pelas estantes. Não duvido que tal venha a acontecer, porque os livros são muitos e se os tenho foi porque em algum momento os achei interessantes, o importante é tentar ler dentro dos 6 temas e ler coisas que já tenha por aqui. *repete mantra*

No entanto, e antes disto tudo, ainda tenho de terminar Revolutionary Road.

1 de janeiro de 2014

Curtas: Downton Abbey, Hansel & Gretel: Witch Hunters

Era para fazer uma curta com mais filmes, mas ou já escrevi porque entretanto revi alguns ou não me apetece escrever agora porque já faz algum tempo que os vi. Ficam a última série cujo último episódio da temporada assisti e o último filme visto. A ver se em 2014 faço um registo mais completo por aqui. *fingers crossed*

Título: Downton Abbey
Criador: Julian Fellowes
Atores: Hugh Bonneville, Elizabeth McGovern, Maggie Smith, Michelle Dockery

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: 28 de outubro a 27 de dezembro, gravei a série na box e ia acompanhando conforme a minha disponibilidade.

Temporada: quarta, as temporadas anteriores aqui e aqui.

Opinião: Ponderei não assistir a esta temporada depois do final absurdo da terceira, mas que posso dizer? Dowager Countess e todo o factor novelesco chamam por mim! Mas o drama é tanto e começa a aborrecer. Já falei de como a Edith aborrece, e tal volta a acontecer nesta temporada, mas devo dizer que gostei da sua decisão no último episódio. Eu sabia que as coisas com a Mary teriam de trazer um novo interesse romântico, depois do acidente do Matthew, mas três pretendentes? A sério? E tinham de ser todos abastados, mesmo que um não o mostre a princípio?! *head desk* Quanto aos criados, doeu ver a história da Anna, ainda que se adivinhasse o desfecho mal ela começa a "dar bola", por assim dizer, ao tipo. O Thomas foi uma deceção, mas Mrs Hughes e Mr Carson <3

Estou num ponto em que já só vejo por uma ou outra personagem e interações, como as da Dowager Countess com a Mrs Crawley ou até com o Branson, mas já não me consigo importar com as personagens.

Veredito: Deu na televisão e pouco se perde com isso.

Título: Hansel & Gretel: Witch Hunters
Diretor: Tommy Wirkola
Baseado na história contada pelos Irmãos Grimm por Tommy Wirkola
Atores: Jeremy Renner, Gemma Arterton, Famke Janssen

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: a 30 de dezembro enquanto passava roupa a ferro. :D 

Opinião: Eu sei que não é dos filmes mais brilhantes, que tem um monte de clichés e um enredo demasiado prevísivel, de tal forma que os twists não me surpreenderam. Mas é tão engraçado! E tem sangue, tripas pelo ar, a Gemma Arterton a dar porrada e a ser um bad ass girl. Achei a personagem da Gretel feminista, na medida em que aparentemente dá-se conta de que as mulheres podem ser acusadas de feitiçaria injustamente, ao passo que Hansel não se importaria de matar qualquer uma que seja acusada. Ele não exige tantas provas como a irmão mas achei curioso que ele sofresse de diabetes como resultado de comer uma casa feita de doces. xD

Apesar das suas imensas falhas, mesmo o CGI não me pareceu assim tão bem conseguido, se se partir com poucas (nenhumas mesmo) expetativas para o filme e só se quiser passar um bom bocado (com gore à mistura), este parece ser uma boa escolha.

Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso.

Só Ler Não Basta #11.2 - Balanço de leituras de 2013

Um ano termina, um novo começa e o Só Ler Não Basta comemora o seu primeiro aniversário! \o/ Para comemorar fizemos um balanço de 2013 e convidámos a Tita do blog O Prazer das Coisas para conversar sobre o ano de 2013 em leituras. :D


Podem visitar-nos no Goodreads e encontrar um índice da conversa no Youtube. Caso prefiram ouvir em vez de assistir ao vídeo, podem seguir este tutorial para converter o vídeo em ficheiro MP3.

Bom Ano Novo!


31 de dezembro de 2013

Balanço 2013 e pontapé de saída para 2014

Este ano foi errático e o que se aproxima não me parece que vá ser diferente por isso o melhor é mesmo andar ao sabor da maré. Não tenho a mesma disponibilidade nem a cabeça que tinha em anos anteriores e por isso o blog, as opiniões e até as leituras têm sido deixadas um pouco ao abandono. Mas por outro lado, ainda bem que assim está a ser: comprei realmente menos livros e mesmo as ofertas e empréstimos têm sido menores, e tenho lido mais títulos que tenho em casa. \o/ Também sinto que tenho apreciado mais os livros, ainda que demore mais tempo a lê-los, ou pelo menos tenho apreciado mais o ato da leitura pois geralmente quando estou a ler não costumo pensar em mais nada, o cérebro desliga-se dos assuntos do dia-a-dia e foca só a história que está à minha frente. Portanto, em 2013 li menos livros que em anos anteriores (segundo o Goodreads li 34 títulos, a contagem aqui no blog indica 36 porque li dois livros de As Brumas de Avalon que no Goodreads conta como um só, e desses 36 há ainda que dizer que 6 foram releituras), não completei nenhum desafio (o Monthly Key Word esteve quase mas li três livros fora dos meses a que correspondiam, um deles o que estou a ler de momento, e que me deve acompanhar até 2014, e penso que não terminei outro :/), nem a temporada temática (perdoa-me tio Shakes, para o ano redimo-me).

No entanto, apesar de pouco ou nada parecer que atingi este ano (mas já me tinha salvaguardado a dizer que se cumprisse YAY!, se não paciência :D), a não ser diminuir tenuemente a pilha, acho que no meio de tudo o saldo até acaba por ser positivo. Reli alguns favoritos, li uma autora portuguesa, alguns "clássicos" modernos, participei num bout-of-books, em leituras conjuntas, e nessa coisa fantástica que é o Só Ler Não Basta. Tudo isto foram experiências fabulosas, que de certa forma aumentaram o meu prazer pela leitura num ano em que em determinadas alturas os livros acabavam por ser a coisa que eu mais odiava.

Talvez para fugir aos livros e porque, confesso, tenho uma lacuna enorme no que ao cinema diz respeito, este ano tentei ver mais filmes apesar de ser difícil fazer uma espécie de balanço comparativo com anos anteriores pois só agora tenho mantido uma lista como deve ser. Em termos de séries, não sigo muitas, pelo menos comparando com outras pessoas (que é como que diz, o meu irmão), mas as que sigo que dizem muito para mim, mais não seja porque me permitem "escapar", assim como fazem os livros, e infelizmente este ano não consegui manter um registo como deve ser. Também revi filmes e episódios de séries que aprecio, tive algumas boas surpresas com filmes pelos quais não dava nada e outros que, pronto, sempre dá para passar o tempo.

Concluindo, 2013 não foi mau (até porque fui a Londres e só isso faz com que este ano tenha sido fantástico), como todos os anos teve os seus altos e baixos e espero que 2014 continue assim, mas com mais altos. Por aqui a inconstância deverá continuar mas vou tentar fazer um esforço maior para escrever nem que seja uma linha, como faço no Goodreads. Opiniões como deve ser (se é que faço alguma coisa dessas como deve ser) escreverei quando me der vontade, quando a inspiração atacar (às vezes de maneira a que dá para agendar posts por semanas!) ou simplesmente me apetecer porque, naquele momento, arranjei um bocadinho de tempo para escrever. Como disse, não vou participar em desafios, a não ser ler o que tenho por casa, e planeio continuar as temporadas temáticas. No que toca a filmes vou tentar bater o número deste ano (65! dos quais 2 curtas de animação e 11 revisionamentos), sendo que o desafio da Disney deve contribuir para tal, e passar a ver mais filmes antigos, clássicos do cinema que já toda a gente viu menos eu. Acho que tenho de começar a arranjar listas cinematográficas. :P

Agora como é da praxe:

Melhor livro: num ano marcado por releituras e descobertas, destaca-se claramente O Atlas das Nuvens. Posso não me ter ligado às personagens, mas é uma obra espantosa. A variedade de géneros, vozes, a forma como a história se desenvolve, apresentando uma após a outra para serem concluídas inversamente, faz deste livro algo como até agora nunca tinha visto. Fico curiosa por ver o filme e ler mais coisas do autor.

Também não posso deixar de mencionar The Handmaid's Tale. É uma história que deveria de ser lida por todas as mulheres, e mesmo pelos homens. É assustador pensar que tal coisa possa acontecer. Fez-me lembrar Os Despojados, na medida em que tanto o presente da história como o passado não são coisas recomendáveis, e pensar sobre a liberdade (o excesso de liberdade, a falta dela), a relação que se tem com o corpo e como nos vemos a nós próprios, como nos relacionamos com os outros...

Livro deceção: sinceramente, não penso que tenha havido nenhum. Houve livros que deixei pendurados mas conto voltar a pegar-lhes, achei simplesmente que o momento não era o mais adequado para a sua leitura e não valia a pena forçar. Aí sim poderiam revelar-se uma deceção, um castigo mesmo e poderia vir a odiá-los.

Melhor capa: isto está difícil, não acho que tenha lido nenhum livro com uma capa memorável, mas o de Revolutionary Road parece-me muito bem conseguida. E a capa do livro do Sepúlveda, História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, é fofinha com aquelas ilustrações. Aliás, recomendo o livro ilustrado, é de uma beleza e fofura incríveis. :D

Pior capa: claramente a de O Atlas das Nuvens. Por causa da capa cheguei a pensar que seria um livro de auto-ajuda. Até entendo o que está por detrás mas acho-a tão pobre quando comparada com o conteúdo (e devo ter um qualquer problema com coisas translúcidas). Mas as restantes capas não são muito melhores. A que ainda se escapa é esta.

Autor surpresa do ano: David Mitchell, pela mestria da sua escrita e imaginação. Mas este foi também o ano em que conheci Murakami, Tamara Webber, Diana Peterfreund, Gillian Flynn, Philip K. Dick, F. Scott Fitzgerald e conheci melhor Margaret Atwood.

Melhor personagem: não direi que é a melhor mas é sem dúvida a mais memorável, Amy de Gone Girl. É incrível a complexidade do seu caráter, tudo o que faz para atingir os seus fins, como usa e manipula as pessoas à sua volta. É assustador pensar, saber mesmo, que há pessoas assim.

E agora para uma coisa totalmente nova, vou tentar fazer o mesmo mas para os filmes, esquecendo no entanto o realizador/diretor/etc. porque, sinceramente, isso não é o meu forte, e os posters, porque são imensos para os vários filmes, se bem que um poster com o Tom Hiddleston ganhe só por isso, logo os vencedores da melhor são os "Thor 1 e 2". :D Resta então anunciar:

Melhor filme: em termos de filmes que vi pela primeira vez, já que revi alguns favoritos (um deles o "Jurassic Park"... no cinema... ecrã IMAX... EM 3D!!! *guincha de contentamento*), tenho de destacar a trilogia "Before" de Richard Linklater, Ethan Hawke e Julie Delpy. Filmes (aqui e aqui) tão reais e românticos que me fizeram acreditar que o amor à primeira vista é possível. Que encontrar alguém com quem nos sentimos tão à-vontade que desejamos passar o resto da vida ao seu lado, é possível. Que reencontrar o amor perdido ou fazer uma relação durar nos dias de hoje, é possível. Belíssima história, fantásticas interpretações e diálogos, uma química tão palpável, só dá para desejar que aquela fosse a nossa história e que daqui a 9 anos seja possível reencontrarmos Celine e Jesse.

Em termos de filmes de animação, AMEI o "Chovem Almôndegas". xD Ainda dou comigo a rir das piadas, sobretudo desta. Consigo ser tão básica em termos de piadas, mas a sério, I <3 wordplay.

Filme deceção: basicamente as comédias românticas que vi. Talvez tenha tido azar, são daqueles que tenho de estar com espírito para a coisa, ou sou eu que ando a ficar muito esquisita no humor. Sim, rio-me a bandeiras despregadas com as piadas aparentemente idiotas dos filmes de animação, mas em filme há coisas que não resultam e é tão fácil levar ao ridículo. "Forgetting Sarah Marshall" é um exemplo.

Melhor personagem: okay, isto é mais difícil do que pensava. Talvez Celine e Jesse de "Before Sunrise/Sunset/Midnight". Ou então Gatsby, pelo seu sonho, a sua inocência e insegurança, pela sua esperança.

E acho que é isto, até porque ficou longo. Vemo-nos em 2014. o/

30 de dezembro de 2013

Projecto 365 - #46-52

Voltei a ficar preguiçosa esta semana. Festas, comida e férias parecem ter esse efeito em mim. :P

#46
#46
Peça da exposição o Meu País Através dos Teus Olhos.

#47
#47
A véspera foi passada a distribuir presentes pela família. À passagem por casa da avó esta mesa estava À nossa espera.

#48
#48
Em casa, o cenário da mesa no dia de Natal. Acho que o que falta da aletria fui eu a comer. Sim, eu dou conta das travessas de aletria sozinha. *regrets nothing, mesmo que tenha engordado 1 kilo*

#49
#49
No dia 26 não tirei nenhuma foto, mas tentei redimir-me no dia 27, mas como fiquei em casa os temas não são muito emocionantes. :P Para começar a segunda árvore de Natal que temos cá em casa. Pequenina e com uma estrela em papel feita com mim. E temos duas porque se eu adoro luzes de Natal, a pancada do meu irmão são as árvores.

#50
#50
Pôr do sol ao fim do dia. A máquina fez um bom trabalho, penso eu, mas as cores na realidade são sempre muito mais lindas. Há alturas em que parece estar em fogo.

#51
#51
Algumas das prendas que recebi. Não foram muitas mas boas e estas destacam-se. Primeiro porque VACAS! Eu adoro vacas, coleciono tudo o que tenha vacas e felizmente a família contribui para a minha doideira. A ter uma casa vou ter vacas por todo o lado. E uma moldura imitando uma cabine telefónica britânica porque quando cheguei a Londres e saí do metro foi uma das primeiras coisas que vi, juntamente com os autocarros e os táxis, e pensei "estou em casa". *suspira*

#52
#52
Ontem o dia foi passado a organizar, editar e mexer em algumas coisas aqui no cantinho, não que se notem. :P Também estive a fazer algumas limpezas no meu leitor de feeds, mas ainda há trabalho para fazer, para tentar entrar em 2014 sem coisas penduradas. E depois houve SLNB. \o/

29 de dezembro de 2013

Curtas: Persépolis, The Indigo Spell e The Fiery Heart (Bloodlines, #3 e #4) [e-books]

Título: Persépolis
Autor: Marjane Satrapi
Não-ficção | Tema: memória, comic
Editora: Contraponto | Ano: 2012 (publicado originalmente em 2000) | Formato: livro | Nº de páginas: 352 | Língua: português

Quando e porque peguei nele: entre 15 e 26 de novembro, pois o meu irmão ofereceu-mo pelos anos e, para não o desincentivar de me oferecer livros, fiz questão de lhe mostrar que qualquer livro que me ofereça é para ler. :P Lamento no entanto dizer que ele só oferece um livro por ano, já que no Natal não recebi nenhum. *suspira e olha em volta* Quer dizer, também não é como se eu precisasse de mais livros...


Opinião: Eis uma história da qual pouco ou nada sabia e que me surpreendeu. Estranhei-o a princípio, o desenho algo infantil e simplista, a ingenuidade da história, mas com o avançar da leitura percebi a sua mestria. A narrativa vai evoluindo, conforme a protagonista vai crescendo, e de tiradas infantis (e perfeitamente válidas, tenho a plena noção de que pensaria o mesmo :D) como "o meu avô era um príncipe!" passamos para uma percepção do que a revolução iraniana foi e o que custou a tantos, tal como a pequena Marjane.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

Título: The Indigo Spell e The Fiery Heart (Bloodlines, #3 e #4) [e-books]
Autor: Richelle Mead
Ficção | Género: fantasia urbana
Editora: Razorbill | Ano: 2013 | Formato: e-book | Nº de páginas: - | Língua: inglês

Quando e porque peguei neles: entre 28 de novembro e 8 de dezembro. Depois dos livros com temas que convidavam a ponderar sobre os mais diversos temas, precisava de algo leve para descontrair.

Sinopse aqui e aqui

Opinião: Ia a dizer o quanto esta série é um guilty pleasure, mas a verdade é que cada vez menos me sinto culpada pelas coisas que gosto. E eu adoro esta série. Sim, tem vampiros e bruxas, muitos clichés, é demasiado previsível e a protagonista consegue irritar com as suas dúvidas, que se tornam repetitivas e chatas, mas eu dou por mim a devorar as páginas que nem doida! Culpo as piadas, a interação entre as várias personagens mas sobretudo Sydney e Adrian. Quem os viu e quem os vê. <3 O pior mesmo é achar que a autora anda um bocado a encher chouriços, já que cada livro debruça-se sobre um ou dois problemas que Sidney tem de resolver, enquanto o arco maior é desenvolvido lentamente. E o final, mas apenas porque odeio que as situações não fiquei resolvidas. *conta os meses que faltam até ao próximo livro*

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

E de livros parece-me que ficamos por aqui.

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