24 de dezembro de 2013
23 de dezembro de 2013
Thor: The Dark World
Diretor: Alan Taylor
Baseado nas comics da Marvel por Christopher Yost, Christopher Markus,
Stephen McFeely,
Don Payne e Robert Rodat
Atores: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston, Christopher Eccleston
Mais informação técnica no IMDb.
Quando e onde o vi: a 2 de novembro no IMAX em boa companhia e amena cavaqueira!
Opinião: Um fartote de riso, é o que me vem à cabeça para descrever este filme. Isso e "Loki Show", mas vai daí eu sou parcial ao Tom (<3) e acho que o homem é a melhor coisa deste franchise. Olhem San Diego! E a quantidade de vezes que o homem dançou enquanto promovia o filme! Aqui, aqui e aqui num dance-off com o Zachary Levi! *olha em transe para os moves e esquece-se do que estava a fazer...*
*1 hora depois....*
A história continua após os acontecimentos de "Os Vingadores", com Loki a ser julgado e preso e Thor entretido a apagar fogos por todos os 9 Reinos, quando começa a sentir-se um fenómeno estranho que faz com que os vários universos convirjam e as suas fronteiras se esbatam, surgindo uma série de "portais", chamemos-lhes assim, que permitem a passagem de um mundo para o outro e criam situações bizarras. É assim que Jane passa para uma outra dimensão e toma contacto com o "aether", uma substância que supostamente havia sido destruída, acordando uma raça de elfos negros, que supostamente deveriam ter sido dizimados. Muito supunham erradamente... De qualquer maneira, isto dá o mote para o regresso de Thor a Midgard, para reacender a chama com a sua amada Jane (e levar um par de estalos) e tentar protegê-la, tendo de recorrer à ajuda de Loki (que também leva um belíssimo estalo) pois acabam por ter um adversário comum.
Sim, aquilo é todo o enredo e dito assim parece algo "meh" e tão cheio de clichés... E é exatamente isso, mas tão hilariante! A relação Thor-Loki é aqui trabalhada na perfeição para suscitar vários momentos de risota, como quando Thor liberta Loki e há um cameo genial, a Darcy é o comic-relief em pessoa (mew-mew xD) juntamente com o seu estagiário, e o Dr. Selvig está completamente doido. Mas para balançar o riso, há também momentos tensos, afinal de contas Thor está mais maduro e apesar de ainda não ter conseguido perceber exatamente porque raio é que a mente do seu irmão se tornou um "bag full of cats", já está um pouco de pé atrás e não se deixa iludir tão facilmente pelos truques Loki. Este está a tornar-se um autêntico deus do caos, sendo que nunca sabemos bem para que lado pende, pois quando parece que está a virar bom, é precisamente quando é necessário parar e pensar "espera aí, ele não ganha nada com isto, há aqui algum truque!" Mas apesar deste lado caótico e calculista, também é mostrado um lado mais frágil, sobretudo na prisão. É interessante ver como é a personagem que acaba por ter mais profundidade (necessidade de mostrar o que leva alguém a ser mau ou a ter comportamentos desviantes, porque o ser humano e inerentemente bom?), já se tinha visto no primeiro filme algum desespero e inadequação no diálogo com o pai adotivo e aqui vemos (muito pouco mas ainda assim explorado de forma brilhante para mim) a ligação que tem com a mãe.
Neste filme também sai a ganhar, apesar de ainda não me convencer completamente, a relação de Jane e Thor. Ainda não percebo o que vê nela (ok, é a Natalie Portman, mas mesmo assim) mas também acho que os enredos não têm sido assim tão bons para a cientista. Mais uma vez é fora de Midgard que a história tem interesse, parecendo que aquela só serve para ser palco de lutas. Sim, é um filme com deuses, mas se há uma cientista podiam inventar coisas com mais... ciência e não apenas "ah e tal a ciência explica isto desta forma"! Podiam fazer algo que desse à Jane um papel com ainda maior destaque (desde já sugiro um filme só com a Jane a dar estalos a todos os heróis e vilões da Marvel!), para além de dizer "vamos espetar estas coisas no chão e esperar que dê certo" ou ser uma damsel in distress. No que toca a outras personagens, YAY! Zachary Levi a substituir o Príncipe (Chato) Encantado! \o/ Foi daqueles momentos "aquela cara não é a mesma do outro filme, eu conheço aquela cara de outro lado, é o Chuck!" (e diga-se que o filme teve vários momentos, como "oh não isto é a cena do Boromir all over again... *1 minuto depois* espera aí..."). Acaba por ser uma pena que tantas personagens interessantes, ou não fossem elas figuras da mitologia nórdica, tenham tão pouco destaque como Sif e Heimdall, mas contribuem para dar cor e ajudar na caracterização de Asgard.
Visualmente o filme é muito bom, vi-o no IMAX e pareceu-me muito bem ainda que o 3D não se sentisse assim tanto como estava à espera (a minha experiência neste género também se resume apenas ao Parque Jurássico, que também vi no IMAX, e esperava que fosse um cadinho nada melhor por ser um filme mais recente e não convertido 20 anos depois, mas foi bastante semelhante, não coloco de lado o mal ser meu e não dos filmes). Gostei bastante da luta final, a cena dos portais permite uma sequência de ação interessante (ainda que nem sempre fácil de seguir, mas penso que era propositado) e piadas muito bem conseguidas, o que acaba por tornar a coisa em algo de diferente apesar da premissa (salvar o mundo!!!) tantas vezes vista.
O final é deixado em aberto e como todos os finais de filmes da Marvel é bastante sugestivo. Infelizmente não sei muito do universo das comics pelo que me socorro da Wikipedia para tentar ter uma ideia do que pode vir aí, não só em termos de Phase 2 e mesmo 3 do Marvel Cinematic Universe, mas também no que diz respeito a "Thor". Resta aguardar pelos filmes e ver se a coisa até bate certo. *torce pela Morte e Infinity Gauntlet*
Opinião: Um fartote de riso, é o que me vem à cabeça para descrever este filme. Isso e "Loki Show", mas vai daí eu sou parcial ao Tom (<3) e acho que o homem é a melhor coisa deste franchise. Olhem San Diego! E a quantidade de vezes que o homem dançou enquanto promovia o filme! Aqui, aqui e aqui num dance-off com o Zachary Levi! *olha em transe para os moves e esquece-se do que estava a fazer...*
*1 hora depois....*
A história continua após os acontecimentos de "Os Vingadores", com Loki a ser julgado e preso e Thor entretido a apagar fogos por todos os 9 Reinos, quando começa a sentir-se um fenómeno estranho que faz com que os vários universos convirjam e as suas fronteiras se esbatam, surgindo uma série de "portais", chamemos-lhes assim, que permitem a passagem de um mundo para o outro e criam situações bizarras. É assim que Jane passa para uma outra dimensão e toma contacto com o "aether", uma substância que supostamente havia sido destruída, acordando uma raça de elfos negros, que supostamente deveriam ter sido dizimados. Muito supunham erradamente... De qualquer maneira, isto dá o mote para o regresso de Thor a Midgard, para reacender a chama com a sua amada Jane (e levar um par de estalos) e tentar protegê-la, tendo de recorrer à ajuda de Loki (que também leva um belíssimo estalo) pois acabam por ter um adversário comum.
Sim, aquilo é todo o enredo e dito assim parece algo "meh" e tão cheio de clichés... E é exatamente isso, mas tão hilariante! A relação Thor-Loki é aqui trabalhada na perfeição para suscitar vários momentos de risota, como quando Thor liberta Loki e há um cameo genial, a Darcy é o comic-relief em pessoa (mew-mew xD) juntamente com o seu estagiário, e o Dr. Selvig está completamente doido. Mas para balançar o riso, há também momentos tensos, afinal de contas Thor está mais maduro e apesar de ainda não ter conseguido perceber exatamente porque raio é que a mente do seu irmão se tornou um "bag full of cats", já está um pouco de pé atrás e não se deixa iludir tão facilmente pelos truques Loki. Este está a tornar-se um autêntico deus do caos, sendo que nunca sabemos bem para que lado pende, pois quando parece que está a virar bom, é precisamente quando é necessário parar e pensar "espera aí, ele não ganha nada com isto, há aqui algum truque!" Mas apesar deste lado caótico e calculista, também é mostrado um lado mais frágil, sobretudo na prisão. É interessante ver como é a personagem que acaba por ter mais profundidade (necessidade de mostrar o que leva alguém a ser mau ou a ter comportamentos desviantes, porque o ser humano e inerentemente bom?), já se tinha visto no primeiro filme algum desespero e inadequação no diálogo com o pai adotivo e aqui vemos (muito pouco mas ainda assim explorado de forma brilhante para mim) a ligação que tem com a mãe.
Neste filme também sai a ganhar, apesar de ainda não me convencer completamente, a relação de Jane e Thor. Ainda não percebo o que vê nela (ok, é a Natalie Portman, mas mesmo assim) mas também acho que os enredos não têm sido assim tão bons para a cientista. Mais uma vez é fora de Midgard que a história tem interesse, parecendo que aquela só serve para ser palco de lutas. Sim, é um filme com deuses, mas se há uma cientista podiam inventar coisas com mais... ciência e não apenas "ah e tal a ciência explica isto desta forma"! Podiam fazer algo que desse à Jane um papel com ainda maior destaque (desde já sugiro um filme só com a Jane a dar estalos a todos os heróis e vilões da Marvel!), para além de dizer "vamos espetar estas coisas no chão e esperar que dê certo" ou ser uma damsel in distress. No que toca a outras personagens, YAY! Zachary Levi a substituir o Príncipe (Chato) Encantado! \o/ Foi daqueles momentos "aquela cara não é a mesma do outro filme, eu conheço aquela cara de outro lado, é o Chuck!" (e diga-se que o filme teve vários momentos, como "oh não isto é a cena do Boromir all over again... *1 minuto depois* espera aí..."). Acaba por ser uma pena que tantas personagens interessantes, ou não fossem elas figuras da mitologia nórdica, tenham tão pouco destaque como Sif e Heimdall, mas contribuem para dar cor e ajudar na caracterização de Asgard.
Visualmente o filme é muito bom, vi-o no IMAX e pareceu-me muito bem ainda que o 3D não se sentisse assim tanto como estava à espera (a minha experiência neste género também se resume apenas ao Parque Jurássico, que também vi no IMAX, e esperava que fosse um cadinho nada melhor por ser um filme mais recente e não convertido 20 anos depois, mas foi bastante semelhante, não coloco de lado o mal ser meu e não dos filmes). Gostei bastante da luta final, a cena dos portais permite uma sequência de ação interessante (ainda que nem sempre fácil de seguir, mas penso que era propositado) e piadas muito bem conseguidas, o que acaba por tornar a coisa em algo de diferente apesar da premissa (salvar o mundo!!!) tantas vezes vista.
O final é deixado em aberto e como todos os finais de filmes da Marvel é bastante sugestivo. Infelizmente não sei muito do universo das comics pelo que me socorro da Wikipedia para tentar ter uma ideia do que pode vir aí, não só em termos de Phase 2 e mesmo 3 do Marvel Cinematic Universe, mas também no que diz respeito a "Thor". Resta aguardar pelos filmes e ver se a coisa até bate certo. *torce pela Morte e Infinity Gauntlet*
Veredito: Vale o dinheiro gasto. Acho que me entusiasmei, sobretudo com links para vídeos, pelo que é melhor ficar por aqui, mas deixem-me dizer que tudo o que é Marvel Cinematic Universe corre o risco de vir parar a casa. Quem me quer oferecer, hem? Podem começar por isto. :D
22 de dezembro de 2013
Projecto 365 - #39-45
Esta semana, com o Natal a bater à porta e um monte de coisas a acontecer ao mesmo tempo, ia-me esquecendo de tirar fotos.
#39
O presépio cá de casa. Já tem uns valentes anos (30?), o Menino Jesus já teve de ser substituído, os anjos eram de outros conjuntos e perderam as asas, há uma rena ali pendurada no estábulo e de vez em quando juntamos um ou outro animal, geralmente um camelo onde dá para colocar uma vela. É uma mescla estranha, assim como a árvore de Natal com ornamentos dos mais variados conjuntos e sortidos, mas não o substituímos por nada.
#40
A árvore e presépio do local de trabalho.
#41
Jantar de Natal no trabalho. Cada um levou uma coisinha e entre doces e salgados houve comida que deu para alimentar 40 pessoas e ainda sobrou para o almoço do dia seguinte. E alguns lanches.
#42
Concentração da CGTP em frente ao Palácio de Belém.
#43
Ia-me esquecendo de tirar foto na 6ª feira e acabei por tirar esta mesmo antes de me deitar. Além disso não podia deixar de registar os DVDs gentilmente emprestados por uma colega. Isto de partilhar gostos com pessoal com quem se trabalha é tão giro!
#44
O fim de semana foi dedicado a compras de Natal. Como é tradição há que deixar tudo para a última. A saga da procura de prendas levou-me ao Estádio do Glorioso.
#45
E com as prendas todas compradas, resta embrulhar as que não vieram embrulhadas das lojas porque as filas eram grandes e a paciência para esperar pequena. Além disso, dores nos pés e costas!
20 de dezembro de 2013
Temporada William Shakespeare - Acto II - o balanço final
A tragédia! Esta temporada temática foi completamente ao lado. Li apenas uma peça... UMA ÚNICA PEÇA! Não vi adaptações e eu com a "Hollow Crown" e o Tom Hiddleston à minha espera. Não vi filmes inspirados na vida do Shakespeare e até tinha dois documentários gravados na box, um do Al Pacino e outro do Kenneth Branagh, mas apesar de venerar todos os nomeados, este ano simplesmente não esteve bom para peças de teatro. Esperemos que o 3º acto venha a correr melhor que, se tudo correr bem, deve começar já em Janeiro.
Li:
19 de dezembro de 2013
A Bela e a Fera
Baseado no conto Beauty and the Beast de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont
Atores/Vozes (na versão original): Paige O'Hara, Robby Benson, Angela Lansbury
Mais informação técnica no IMDb.
Opinião: Sim, o título não está errado porque a versão que idolatro e (re)vejo vezes sem conta é a brasileira! *desata a cantar "Sentimentos são"* Onde é que eu ia? Ah pois, ele há dias em que uma pessoa torna-se melancólica, saudosista e relembra os filmes que via na infância, um tempo longínquo, sem preocupações... Como rever "O Rei Leão" foi coisa que já fiz este ano (cheguei a escrever sobre ele por aqui? Não? Bem, a crítica é fácil... MELHOR FILME DE TODOS OS TEMPOS! E a versão portuguesa é magnífica! A original também é excelente, mas a portuguesa é que tem um lugar no meu <3) e parecia-me algo redundante voltar a rever, resolvi-me antes por este.
Oh, o que dizer?! É dos meus filmes Disney preferidos! A história, as músicas (sem contar com a que já linkei, temos esta e esta que de vez em quando dou por mim a cantar), aquela enorme biblioteca, o maravilhoso staff encantado a dar porrada na multidão, o momento estranho quando o Monstro vira príncipe e eu penso que com pêlo ele era mais fofinho! :P A história de amor não acontece à primeira vista, mas com o convívio (ainda que forçado é certo e não falemos do artigo que diz que a Belle sofre de Síndrome de Estocolmo), com o conhecer a outra pessoa e gostar dela pelo que é interiormente e não exteriormente. Claro que é bom no fim afinal de contas ele ser mais giro que o "bonitão" do Gaston, mas era um monstro... se bem que fofinho... e com lacinhos... :D
Enfim, é dos meus filmes animados preferidos e é melhor ficar por aqui, que acho que já escrevi demasiada asneira. :D
Oh, o que dizer?! É dos meus filmes Disney preferidos! A história, as músicas (sem contar com a que já linkei, temos esta e esta que de vez em quando dou por mim a cantar), aquela enorme biblioteca, o maravilhoso staff encantado a dar porrada na multidão, o momento estranho quando o Monstro vira príncipe e eu penso que com pêlo ele era mais fofinho! :P A história de amor não acontece à primeira vista, mas com o convívio (ainda que forçado é certo e não falemos do artigo que diz que a Belle sofre de Síndrome de Estocolmo), com o conhecer a outra pessoa e gostar dela pelo que é interiormente e não exteriormente. Claro que é bom no fim afinal de contas ele ser mais giro que o "bonitão" do Gaston, mas era um monstro... se bem que fofinho... e com lacinhos... :D
Enfim, é dos meus filmes animados preferidos e é melhor ficar por aqui, que acho que já escrevi demasiada asneira. :D
Veredito: Para ter na estante. Mas vai daí, qual é o filme da Disney que não merece estar na estante?
18 de dezembro de 2013
Porque música é poesia (28)
Deolinda - Concordância
Um pronome pessoal
Sou a primeira pessoa
Do sujeito singular
Ele é um pronome
Igualmente pessoal
E quer que eu me junte a ele
Numa relação plural
Mas onde está o meu substantivo?
E que verbos posso ambicionar?
Chamem-me nomes, maus adjectivos
Se é p'ra pior eu não vou mudar
Sou um pronome
Um pronome pessoal
Sou a primeira pessoa
Do sujeito singular
Ele é um pronome
Igualmente pessoal
E quer que eu me junte a ele
Numa relação plural
Mas eu não sou artigo indefinido
Nem um colectivo, nem um numeral
Eu tenho nome e p'ra mim exijo
Mais concordância gramatical
Sou um sujeito
Procuro um verbo
E um bom complemento directo
Quero frases afirmativas
E não viver em voz passiva
Somos sujeitos
Queremos verbos
Bons complementos directos
Queremos frases afirmativas
E emoções superlativas
Somos sujeitos
Queremos verbos
Bons complementos directos
Queremos frases afirmativas
E emoções superlativas
Eu sou um pronome
Um pronome pessoal
Sou a primeira pessoa
Do sujeito singular
Ele é um pronome
Igualmente pessoal
E quer que eu me junte a ele
Numa relação plural
17 de dezembro de 2013
Brokeback Mountain
Adaptação do conto Brokeback Mountain de Annie Proulx por Larry McMurtry e Diana Ossana
Atores: Heath Ledger, Jake Gyllenhaal
Mais informação técnica no IMDb.
Quando e onde o vi: dia 15 de outubro, na Fox Movies, se não estou em erro.
Opinião: Sim, devia ser a única pessoa que ainda não tinha visto o filme dos "cowboys gays" apesar da minha ligeira queda para o bromance. Mas também tenho queda para desconfiar de tudo o que vem muitíssimo bem recomendado e tenho de estar com o espírito certo para filmes lamechas e, convenhamo, este é um pouco. Felizmente estava num desses dias em que a lamechice é bem vinda e por isso não foi nada mau.
Gostei bastante da química entre as personagens principais, Ennis e Jack, desempenhados respectivamente por Heath Ledger e Jak Gyllenhaal, sobretudo quando se reencontram pela primeira vez passado tanto tempo. Ambos os atores conseguem transmitir a emoção crua dos personagens, as suas dúvidas (sobretudo Ledger) e anseios (Gyllenhaal). As personagens femininas, embora com menos destaque, também se revelam impressionantes e reais, como Alma (Michelle Williams) quando se depara com o beijo do reencontro.
Apesar de ter gostado bastante, houve partes que achei algo paradas e que fazem com o que o filme pareça longo ou que demora mais do que devia. Porém acaba por valer a pena pois a história e os seus dramas são envolventes, e as personagens são tridimensionais, o que nem sempre é fácil de encontrar em filmes românticos e dramáticos como este, digamos assim. No entanto tenho de dizer que não fiquei com curiosidade de ler o conto.
Opinião: Sim, devia ser a única pessoa que ainda não tinha visto o filme dos "cowboys gays" apesar da minha ligeira queda para o bromance. Mas também tenho queda para desconfiar de tudo o que vem muitíssimo bem recomendado e tenho de estar com o espírito certo para filmes lamechas e, convenhamo, este é um pouco. Felizmente estava num desses dias em que a lamechice é bem vinda e por isso não foi nada mau.
Gostei bastante da química entre as personagens principais, Ennis e Jack, desempenhados respectivamente por Heath Ledger e Jak Gyllenhaal, sobretudo quando se reencontram pela primeira vez passado tanto tempo. Ambos os atores conseguem transmitir a emoção crua dos personagens, as suas dúvidas (sobretudo Ledger) e anseios (Gyllenhaal). As personagens femininas, embora com menos destaque, também se revelam impressionantes e reais, como Alma (Michelle Williams) quando se depara com o beijo do reencontro.
Apesar de ter gostado bastante, houve partes que achei algo paradas e que fazem com o que o filme pareça longo ou que demora mais do que devia. Porém acaba por valer a pena pois a história e os seus dramas são envolventes, e as personagens são tridimensionais, o que nem sempre é fácil de encontrar em filmes românticos e dramáticos como este, digamos assim. No entanto tenho de dizer que não fiquei com curiosidade de ler o conto.
Veredito: Deu na televisão e pouco se perdeu com isso. Como disse, gostei mas não suscitou curiosidade para ler o conto ou mesmo rever o filme.
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