14 de maio de 2013

Gone Girl [e-book]

Autor: Gillian Flynn
Ficção | Género: thriller
Editora: Weidenfeld & Nicolson | Ano: 2012 | Formato: e-book | Nº de páginas: - | Língua: inglês

Quando e porque peguei nele: 25 de março a 3 de abril, no âmbito da Leitura Conjunta do SLNB.


Opinião: Sinto que já estou farta de falar sobre o livro e ainda não o enterrei. Sim, estou a falar do Gone Girl. Acho que só isto dá para ver como ele mexeu comigo. Mesmo um mês depois de o ter acabado ainda me vêm à cabeça pensamentos sobre relações, como não conhecemos realmente uma pessoa, o que faria se alguém que eu conheço desaparecesse...

É exactamente o modo como a autora aborda estes temas e a sua belíssima escrita que constituem, para mim, o forte deste livro assim como o retrato psicológico das personagens. Pela primeira vez acho que encontro um livro onde não há personagens boas nem que se redimem. Estamos perante uma sociopata e um choninhas que não chega a ser uma vítima simplesmente porque também ele trai e é incapaz de tomar responsabilidade sobre o que quer que faça.

Contado em capítulos que alternam entre a visão de Nick e de Amy e dividido em 3 partes, esta é uma história que se vai desenrolando, aparentemente, de forma lenta. Pelo menos foi essa a ideia com que fiquei na primeira parte, onde Nick contava o que ia acontecendo no presente deparando-se com o desaparecimento da esposa, lembrando situações da altura em que se conheceram e de como se foi desenvolvendo a relação de ambos. Ao mesmo tempo temos o diário da Amy que retrata as mesmas situações mas do ponto de vista dela. Devo dizer que o diário me soou a falso, achei que a Amy era perfeita demais e como tal não podia existir, além de que era tudo muito linear e, desde cedo, me ficou na ideia a nota de Nick sobre Amy, de que ela gostava de jogos psicológicos.

Na segunda parte o ritmo como que acelera um pouco mas o grande forte continua a ser a caracterização de personagens. Ficamos a conhecer a verdadeira Amy e como foi para mim tão satisfatório ficar a conhecê-la! Mal ela fala nesta segunda parte senti que ali estava a minha Amy, por assim dizer, e só por isso comecei a gostar muito mais do livro, de tal maneira que me era custoso colocá-lo de lado, e a sentir ainda mais curiosidade pelas personagens. Achei piada ao facto de esta parte se chamar "Boy Meets Girl" porque acaba realmente por ser também a descoberta, por parte de Nick, de quão demente é a sua esposa. Não que ele seja um santinho, pois também ele tem culpa na direcção que a relação de ambos tomou, mais não seja por ser infiel. Ainda assim, e apesar de facilmente serem personagens odiáveis, não conseguimos deixar de nos relacionar com elas, seja por aquilo que passam ou atravessam, ainda que na sua posição tomássemos diferentes opções e atitudes. Ou pelo menos assim espero, pois não me iludo, sei que há pessoas assim e, confesso, depois de ler o livro achei que jamais poderia confiar noutra pessoa ou mesmo na raça humana.

Apesar de ter adorado, tive alguns problemas no que à história diz respeito, sobretudo no final da segunda parte e na terceira. Achei um pouco fora do carácter da Amy deixar-se enrolar por um casal de ladrões. Ok, ela realmente não estava no seu ambiente mas ainda assim achei forçado, que serviu apenas para fazer o plot seguir numa direcção que convinha à autora. A Amy não era cega, ela percebeu o que estavam a planear e não tomou qualquer medida para se precaver? E ir parar aos braços de alguém tão louco ou mais que ela? Podemos debater que perante o falhanço do plano A, ou tendo mudado de ideias devido às reações de Nick ao seu desaparecimento, Amy tenha precisado de encontrar outro bode expiatório, mas de certa forma pareceu-me, mais uma vez, forçado.

Quanto ao final, debati-me por bastante tempo com ele mas acaba por ser acima de tudo bastante real e justo. Não para o mundo, para mim matavam-se um ao outro e o mundo ficava bem melhor, mas para ambas as personagens pois elas acabam por ter o que merecem e, de um modo muito estranho, o que ambos querem.

Veredito: Este é um livro difícil por abordar questões próximas ainda que através de olhos completamente disfuncionais e acabar por nos fazer sair da nossa zona de conforto. Faz-nos pensar e tentar avaliar o que e, sobretudo, quem temos à nossa volta, até que ponto conhecemos alguém. Não sei se o consigo recomendar de ânimo leve. Vale sem dúvida a pena lê-lo, mas é daqueles que talvez seja preciso estar num determinado estado de espírito. Não acho que o tenha lido no momento errado mas no final precisei de ir a correr ler um romance para voltar a acreditar em relações e em pessoas. Este é, com certeza, um livro que não deixa uma pessoa indiferente.

13 de maio de 2013

Inspira-me (3)

Do blog Inspira-me
Três coisas que esteja a tentar desperdiçar menos.
Dinheiro! Sim, andei a viajar e já gastei mais dinheiro com roupa do que com livros este ano (!) mas são coisas necessárias, e sim viajar é necessário porque, como dizia uma colega, o que levamos são as memórias. Mas tirando isso, até posso não estar a conseguir poupar tanto dinheiro como em anos anteriores, mas também não sinto que o esteja a esbanjar. Estou ainda mais ponderada nas minhas compras e até sou capaz de pagar um pouco mais por algumas peças de roupa, mas a qualidade também se paga.

Além disso, ando a tentar desperdiçar menos energia com coisas estúpidas e idiotas que não levam a lado nenhum. Basta algumas mudanças na maneira como pensamos para encarar a vida e as pessoas com que nos cruzamos de modo diferente. E tenho-me sentido mais feliz assim. Se isto é para durar? Não faço ideia mas sinto que depende apenas de mim, já que sou a única coisa que posso controlar. Posso controlar-me a mim e a como reajo ao que vai aparecendo na minha vida.

Por último, estou a tentar não desperdiçar tempo. Alturas havia em que me sentia culpada por querer dedicar tempo a coisas a que talvez não devia, em vez de fazer o que realmente tinha de ser feito, e isto levava-me a procrastinar imenso porque acabava por não fazer nada. Agora, a não ser que haja prazos que realmente importem, tento concentrar-me apenas naquilo que estou a fazer (seja importante ou não) e acabo por não dar o tempo por perdido (acabam por se revelar momentos bem passados) e mais motivada a fazer as tarefas que tenho mesmo de acabar.

12 de maio de 2013

De momento... (4)

Comida: ele há alturas em que se pudesse sobreviveria unicamente à base de chocolates. Neste momento se pudesse comia apenas os Milka Toffee. Encontrei por acaso no supermercado, quando andava a pensar em ToffeeCrisp (outros chocolates com os quais eu era capaz de sobreviver) e o "toffee" chamou-me a atenção. São uns bombons tão bons com o chocolate a rodear o caramelo que rodeia por sua vez também chocolate. *pega em mais um*

Livros: seria de pensar que esta semana, para acompanhar os chocolates, eu seria capaz de ler bastante. Mas nem por isso. Estava a gostar de ler Amor e Enganos até à parte em que o protagonista chantageia a moça e a partir daí custou-me um pouco mais pegar no livro. Mas é o livro que antecede o do Colin e que tem uma cena fundamental para o livro dele, por isso lá ia arranjando alguma vontade para lhe pegar e acabá-lo. Mas sim, soube a pouco tal como já a primeira leitura tinha sabido.

Ontem peguei novamente num livro da Julia Quinn. O meu Benfica parece ter atirado a oportunidade de ser campeão nacional pela janela e achei que um romance era capaz de levantar o meu ânimo, mas não. É verdade que ainda não li muito, vou a cerca de 15% do e-book, mas parece-me que este é outro The Lost Duke of Wyndham com os personagens a apaixonarem-se à primeira vista e já me fez rolar os olhinhos por algumas vezes. :/

The Centurion's Wife tem-me feito rolar menos os olhinhos mas está a ser um livro difícil de ler por o ritmo ser muito lento. Ainda assim é interessante ler um livro que se passa nas semanas seguintes à crucificação de Jesus. Nunca tinha lido um livro que se passasse em tal período e abordasse as consequências de tal acontecimento.

Filmes/TV: tenho visto pouca televisão, resumindo-se praticamente à segunda temporada da série dinamarquesa "The Killing". Não estou a gostar tanto como a primeira, sinto falta do drama da família da vítima, mas ainda assim mantém-me colada ao ecrã. Também não perco os episódios de "How I Met Your Mother" e tenho colocado em dia a série "Era Uma Vez". Não sei bem o que estou a achar da última mas houve para ali uns twists interessantes e confirmação de teorias. Yep, eu sabia que o filho do Mr Gold era o pai do miúdo irritante. *self high five*

Já no que a filmes diz respeito, tenho ali "O Corvo" para ver, espicaçada pelas notícias de um remake (onde o Tom Hiddleston era dado como potencial actor para desempenhar o papel que coube ao Brandon Lee, entretanto parece que passou para o Luke Evans) e pela Telma que adora o filme e reviu-o esta semana. Não vou dizer que estou super excitada ou entusiasmada para ver o filme, tenho muita curiosidade, como sempre tive, e acredito que venha a ser uma bela surpresa.

O grande entusiasmo vai é para as salas de cinema pois OMD O GATSBY ESTÁ A CHEGAR! Acabei por não ler o livro mas quero TANTO ver o filme.

Espero: que esta semana corra melhor. Não que a que passou tenha sido má, mas isto de voltar ao trabalho depois de duas semanas de férias dá cabo de uma pessoa, mais não seja por ter de recuperar o ritmo e voltar a passar dias inteiros à frente do computador a introduzir dados. Durante as férias estive semana e meia sem ligar um computador, sobretudo porque não tinha acesso e quando tinha raramente estava todo o dia sentada à frente de um.

Para dizer a verdade, não senti falta do computador durante esse período e acabou por me permitir descansar como julgo que há algum tempo não o fazia. Há algo de maravilhoso em desligar internet e telemóvel, praticamente estar incontactável, e assim diminuir o acesso da informação à minha pessoa. Já tinha percebido nos últimos tempos como o "estar ligada" era desgastante e durante as férias tive a confirmação e reafirmei a minha posição de, pelo menos durante a semana, desligar-me do mundo assim que chegue a casa. Não quer dizer que o faça sempre, mas deixei de ligar o computador só porque poderia surgir alguma coisa interessante na minha TL do twitter ou podia encontrar algo se andasse sem rumo aparente pela net. Tenho a certeza de que posso a estar a perder coisas, mas estou a ganhar algo que não consigo, de momento, definir mas que se reveste de calma. *o momento zen e filosófico barato do dia*

6 de maio de 2013

Só Ler Não Basta #4.2 - Leitura Conjunta de Gone Girl


Estava difícil! Problemas de agenda (porque somos todas muito ocupadas, mesmo que em férias :D ) e complicações técnicas foram adiando a data e até deu azo a duas gravações, sendo que a primeira perdeu-se algures entre o Google Hangouts e o Youtube. Aqui está então o resultado da segunda conversa com a Cat do blog A Bibliófila sobre o livro Gone Girl/Em Parte Incerta.


Caso prefiram ouvir em vez de ver o vídeo, podem seguir este tutorial para converter o vídeo em ficheiro MP3.

5 de maio de 2013

O Primeiro Cavaleiro

Uau, já se passou algum tempo desde que fiz algo como isto. Tenho-me limitado a escrevinhar opiniões no Goodreads e no Letterboxd, geralmente logo após acabar a leitura ou o visionamento de um filme para constituir uma espécie de base para o que mais tarde posso (ou não) vir a desenvolver, mas tenho sentido vontade de escrever novamente e aqui está uma tentativa de escrever algo com mais pés e cabeça.

Diretor: Jerry Zucker
Baseado na lenda arturiana por Lorne Cameron, David Hoselton e William Nicholson
Atores: Sean Connery, Julia Ormond, Richard Gere

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: 4 de Maio na SIC

Opinião: Ontem vi o filme "First Knight" pela primeira vez, apesar das inúmeras ocasiões em que já tem passado na TV, e o sentimento que deixa é de um grande "meh". Para começar o Richard Gere não me convenceu como Lancelot. Se calhar convém dizer que esta até é das personagens que menos me tem cativado nas várias adaptações das lendas arturianas que tenho visto e lido, pois apesar de achar a sua história (ou pelo menos o pouco que conheço) bastante bonita e achar que é das personagens mais intrigantes destas lendas, acaba por ficar sempre aquém daquilo que eu imagino ou espero. Este é só mais um exemplo e o Richard Gere não ajuda porque, sinceramente, não me faz sentir nada para além de indiferença. Não quer dizer que eu pense que ele é mau actor, longe disso, mas nunca (ou muito raramente) consigo criar qualquer tipo de ligação com as personagens que desempenha. Não sinto qualquer empatia, não sei como explicar melhor.

Curioso é que uma das personagens que mais odeio, Guinevere, aqui até me pareceu bastante bem representada. Até ao momento em que beija Lancelot, quero eu dizer, e sabemos que dali para a frente coisas más vão acontecer e não há como voltar atrás e coisas do género. Sim, eu sei que o amor de ambos faz parte da lenda, e que traem o Artur mesmo que apenas em pensamento e tal, mas achei que ela estava a revelar-se uma personagem tão forte que toda aquela cena me pareceu descontextualizada. Mais ainda porque pouca química senti entre as personagens. A sua relação não é tão aprofundada como a que ela tem com Artur, baseando-se unicamente em encontros fugazes porque ela é raptada e ele a salva. Okay, se eu fosse raptada (mas a sério, duas vezes?) também gostaria que me salvassem, mas não creio que isso seja base para um everlasting love. O diálogo entre Lancelot e Guinevere quase que se resume a:
Lancelot: Kiss me!
Guinevere: No!
Lancelot: Kiss me!
Guinevere: I'm about to marry!
Lancelot: Kiss me and run away with me!
Guinevere: *finge que pensa um pouco* No!

Pois... Resta dizer que a minha reacção foi praticamente a do Artur perante aquela cena e que propicia o final ridículo. E sim, é ridículo pelo simples facto de que no seu leito de morte o Artur praticamente nomeia Lancelot como seu sucessor, apesar de o conhecer há pouco tempo e depois de o ter apanhado a beijar a sua mulher (!) quando tinha a seu lado outros cavaleiros, como Agravaine que é retratado como seu braço direito, que o acompanhavam há mais anos e em quem, suponho, deveria confiar mais.

Veredito: Deu na televisão e pouco se perde com isso. Enfim, é um filme que se vê bem, apesar de pouco ou nada acrescentar ao mito, e que realmente me deixou algo desapontada.

Quando não estou a ler (10)

Estive recentemente de férias e realizei um dos meus maiores sonhos... fui a Londres! \o/ É apenas a minha segunda viagem internacional, da primeira vez fui a Paris que também aconselho, mas dá para perceber que é uma cidade a que tenho de voltar até porque não vi tudo o que queria ver por o tempo disponível não ser muito.

Penso que são as ilhas do canal.
A viagem fez-se bem, ainda que o avião me imponha algum respeito. O descolar e o aterrar são algo stressantes, mas de resto a viagem é calma (quando não se tem pessoas a falar em voz alto e a rir-se como se estivessem em privado no banco de trás, ou uma criança a dar pontapés no nosso banco) e a vista magnífica. Ainda assim gosto de ter os meus pézinhos bem assentes na terra.

Chegando a terras de Sua Majestade e tendo saído do metro, deparei-me logo com os típicos autocarros de dois lugares e os icónicos táxis pelo que não havia que enganar, estava realmente em Londres! O primeiro dia deu para passear um pouco por Picadilly e pelo West End, até porque a viagem tinha como intuito ir ver a peça "Macbeth" com o James McAvoy, de que as críticas falavam muito bem, mas infelizmente a peça estava esgotada, assim como "Peter and Alice" com Judi Dench e Ben Whishaw a que eu e as minhas companheiras de viagem também gostávamos de assistir. Sim, podíamos ter comprado os bilhetes antes mas arriscámos e sempre deu uma desculpa para viajarmos. :P Ainda pensámos ver outras peças, descobrimos que alguns filmes como "O Guarda-Costas" e "Once" deram origem a peças de teatro musicais, mas achámos um pouco caro e o mais certo era acabarmos a dormir a meio da actuação, de tanto que andámos a passear pela cidade.

Trafalgar Square com estátua do Lord Nelson
e o Big Ben lá ao fundo.
Como disse o tempo era pouco, pelo que admirei a National Gallery apenas por fora, em Trafalgar Square; vi a Plataforma 9 e 3/4 mas a fila era longa e não tirei foto a empurrar o carrinho (perdi a oportunidade de ir a Hogwarts! *chora*); atravessei várias pontes sobre o Tamisa, entre as quais a Millenium Bridge e a Tower Bridge, esta última para depois ir visitar a Torre de Londres. Aí tive mesmo de entrar mais não fosse por ali terem perdido a cabeça algumas esposas do Henrique VIII e terem sido (supostamente) assassinados os sobrinhos do Ricardo III, haver o Traitor's Gate, uma Bloody Tower com alguns (muito poucos na minha opinião) instrumentos de tortura, e ali se encontrarem em exposição as jóias da Coroa. Magníficas já agora.

Mosaico com vista da cidade no séc. XV.
Também passei ao lado do Globe Theatre, entrei na St. Paul's Cathedral para sair pouco depois, demorei-me um pouco mais no café instalado na cripta de St. Martin in the Fields, passei pela London Eye que deve ter uma vista fenomenal sobre a cidade mas e o medinho em subir lá acima, hã? Vi o Big Ben e as Houses of Parliament, passeei por St. James Park onde vi esquilos e corvos, fiquei ao portão do Palácio de Buckingham (claramente a rainha não sabia que eu estava de visita e não pôde convidar-me para o chá :P ), visitei o nº 221B de Baker Street onde cheguei a colocar na cabeça o chapéu do Watson e passeei por Hyde Park a ver se encontrava um Colin ou um Anthony Bridgerton no meio do Serpentine mas infelizmente não foi desta. :P

Esquilo em St. James Park.
Foi um fim-de-semana bem passado e com bastante sol, o que eu não estava à espera sobretudo quando Inglaterra é suposto ser um país chuvoso. Deu para conhecer a cidade pelo que quando lá voltar já devo saber orientar-me melhor, sentir a falta de caixotes do lixo e achar que as ruas eram algo sujas, mas bastava olhar para cima que ficava fascinada com os vários edifícios. Já agora, fish and chips está aprovado e  os ingleses (ou pelo menos os londrinos) devem ter uma pancada mesmo muito forte com a pontualidade porque há imensas fachadas com relógios. :P

1 de maio de 2013

Monthly Key Word Challenge (6)

Sinceramente não sei o que se anda a passar com as votações aqui no blog. :/ Este mês o vencedor foi o livro Blade Runner com 2 votos dos 3 contabilizados. Eu até não estranharia que só 3 pessoas tivessem votado, já que o blog anda um pouco ao abandono e sem posts novos é claro que as pessoas deixam de cá vir, mas houve dias em que eu vinha ver como estava a evoluir a votação e tinha 5 votos, depois 2, noutro dia tinha 4 e por aí fora. O_o Todos os dias havia praticamente um número de votos diferentes mas o Blade Runner estava sempre à frente e por isso vou lê-lo, até porque era o meu titulo preferido à partida. :P

Ainda assim não desisto de colocar aqui votações, para escolherem o que vou ler, mas vou optar por outra plataforma a ver se as coisas correm melhor. Entrem pois então os títulos a concurso...


A pesquisa revelou vários títulos e mais uma vez só 10 vão a votação, preferencialmente um título por palavra sempre que possível. Ei-los:
Podem ver a votação ali ao lado. A ver se desta a coisa corre bem.

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