30 de novembro de 2012

Robert Enke: uma vida curta demais

Autor: Ronald Reng
Não Ficção | Tema: biografia
Editora: Lua de Papel | Ano: 2012 (originalmente publicado em 2011) | Formato: livro | Nº de páginas: 424 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: foi-me oferecido pelo meu irmão, que consegue ser um fofo.

Quando e porque peguei nele: 10 a 21/novembro. Tinha recebido o livros uns dias antes e como dia 10 fazia 3 anos desde que o Enke pôs termo à sua vida, quis tentar perceber o porquê de escolha tão drástica, se é que a compreensão é possível.


Citações: 
“Se tivesses a minha cabeça durante meia hora, ficarias a saber como eu me sinto.”
“Há muitas coisas que mexem dentro de uma pessoa e que a devoram, porque em caso algum podem ser desabafadas”

Opinião: Era fã deste jogador desde que ele veio para o Benfica e segui aí a sua carreira de forma muito atenta. Depois de ele ter ido para o Barcelona deixei de seguir tanto, mas sempre que via ou ouvia alguma menção deixava o que estava a fazer para prestar atenção, e foi assim que fui sabendo que não teve tanto sucesso como esperava nos clubes pelos quais foi passando, havia tido uma filha que veio a falecer devido a problemas cardíacos congénitos e que tinha finalmente encontrado o seu lugar no Hannover 96, tendo sido reconhecido como um dos melhores guarda-redes a atuar na Bundesliga, de tal maneira que era apontado como principal candidato à baliza da seleção germânica no Mundial de 2010. Porque é que quando parecia correr-lhe tudo bem, tinha mesmo adotado uma nova filha, resolveu pôr fim à sua vida?

A pergunta parece continuar sem ter uma resposta, o livro não a dá nem tenta responder (jamais alguém pode responder, parece-me), mas ajuda a perceber como é que uma cabeça trabalha, ou não trabalha, quando alguém sofre de depressão. Ainda há muitas dúvidas sobre esta doença, mesmo no que toca ao que a faz despoletar (stress, propensão genética?) mas aqui temos um relato de como se vive com ela, não só do ponto de vista do jogador, que deixou diários que ajudam a perceber pelo que estava a pensar e como se sentia (ou não sentia sequer), mas também de quem viveu de perto com ele os períodos mais negros (2003 e 2009) como o seu empresário/amigo e, sobretudo, a mulher Teresa Enke.

Este livro tem a capacidade de abrir os olhos ao leitor não só para a depressão mas em outros aspetos. Robert Enke, que era visto como um guarda-redes frio, que lidava bem com a pressão em campo frente a adversários, afinal não seria assim tão seguro, sendo bastante crítico de si mesmo e quebrando sob a tensão fora das quatro linhas. Quantas outras pessoas não serão assim? Também fiquei com a ideia de que talvez não seja tão salutar assim fazer profissionalmente o que se adora, nomeadamente quando existe uma pressão exterior enorme, mas vai daí há pressão em todo o lado. Dentro do futebol fica a nota de que a visão que se tem, ou pelo menos eu tinha até há uns anos atrás, é algo romanceada. De fora parece muito bonito, com os jogadores a serem muito bem pagos para jogarem 90 minutos por semana deslumbrando o público, mas a pressão a que estão submetidos é imensa, nem todos conseguem chegar ao topo, a competição consegue ser feroz e altamente individualista, podendo o jogador passar de herói a besta na sequência de um único lance infeliz, deitando por água abaixo uma carreira que se via fenomenal até aí.

O livro ganhou um prémio internacional no âmbito de livro desportivo e realmente aconselho, não só a quem gosta de futebol ou desporto mas a toda a gente, para que fique a saber um pouco mais sobre essa doença que é a depressão, que chega a ser altamente incapacitante, não tem cura e pode aparecer quando menos se espera, mesmo quando parece, aos olhos de todas outras pessoas, que se tem tudo o que jamais se poderia desejar.

Veredito: Vale o dinheiro gasto. Na verdade está bem perto de um para ter na estante. Pouco mais tenho a acrescentar, mas podem ler mais uma crítica aqui e aqui.

29 de novembro de 2012

Ler os Clássicos no Sítio Certo

Não sou muito de fazer publicidade por aqui, mas acho que este vale a pena, mesmo que não fosse bem o que estava a imaginar. Perante o título pensei "OMD devem de ir ler o Nossa Senhora de Paris do Victor Hugo na Catedral de Notre Dame!" mas foi apenas wishful thinking. *suspira tristemente* E sim, ando a querer ler o livro desde que visitei a catedral que é das coisas mais bonitas que já tive oportunidade de conhecer. *recorda Paris e sonha lá voltar* Nunca pensei que fosse gostar tanto da cidade... mas onde é que ia mesmo?!

Ah pois, no ano em que comemora 120 anos, o Museu Nacional de Arqueologia vai ter então uma comunidade de leitores que discutirá clássicos da literatura, nomeadamente greco-latina, sob os mais variados temas. Desde Marguerite Yourcenar a Platão, passando por Sófocles ou Cícero, tenta-se "entrever e apreciar uma ínfima parte dessa sabedoria".

Para mais informação podem consultar o blog ou o site da instituição.

27 de novembro de 2012

Quando não estou a ler (8)

Este último fim de semana foi de Fórum Fantástico e como sempre, ou pelo menos como nos últimos dois anos (as únicas edições a que tinha ido), só pude ir um dia, ou seja sábado. Mas se naqueles anos ficava lá fora (na primeira vez foi uma visita muito rápida, só para comprar um livrinho, e no ano passado estava em amena cavaqueira, na companhia do Twitgang, fora do auditório), este ano entrei no auditório para assistir a algumas das atividades que por lá decorreram. Blogs, como o da Bookeater/Booklover da p7 e, sobretudo, o Viagem a Andrómeda, fazem um retrato bastante completo do que se passou.

ClockWork Portugal
Fui sobretudo para assistir à participação do ClockWork Portugal, que promete continuar tão ativo em 2013 como esteve este ano. Eu cá fico à espera de assistir a novos Diários Steampunk e espero vir a visitar a EuroSteamCon se vier a acontecer, já que este ano com muita pena minha não o pude fazer. :(

Também tive a oportunidade de assistir ao painel "Mitos e Fantasmas na ficção nacional", da qual destaco a intervenção de David Rebordão, realizador da curta "A Curva", que me fez saltar na cadeira quando a vi há já algum tempo. Foi interessante vê-lo falar sobre como a curta cresceu como fenómeno na internet, o que parece tê-lo apanhado de surpresa. Fiquei também bastante satisfeita por ouvir que para o ano é capaz de estrear um filme seu com o Rutger Hauer (acho que o meu fangirlismo e o da Tchetcha foi audível) e menos satisfeita por saber que um outro projeto seu, sobre lendas portuguesas de caráter paranormal, não encontre apoios apesar de estar quase tudo pronto (recolha de lendas feita, guião para 13 episódios de 25 minutos escrito). Também foi possível assistir a uma curta de animação, "Conto do Vento", com uma história bastante interessante, contada por um narrador e de um ponto de vista pouco usual.

Rogério Ribeiro, Dan Wells e Luís Filipe Silva
Por fim, tenho de destacar Dan Wells, de quem fiquei praticamente fã apesar de nada ter lido da sua autoria. No entanto, pareceu-me salutar que ele se tivesse dedicado ao que era forte, o aspeto negro e macabro, em vez de continuar a escrever dentro de géneros em que aparentemente não se saía tão bem, e explicasse o que o levou a escrever sobre serial killers. A sua intervenção teve bastante piada e despertou a minha atenção já que também tenho alguma curiosidade sobre os temas (a dualidade de como algo bom pode criar ou fazer lembrar algo mau e vice-versa) que ele parece tentar abordar nas suas obras, nomeadamente na série "John Cleaver".

E acho que foi isto. As fotos não são as melhores, foram tiradas com o telemóvel, mas foi o possível. Estavam lá algumas bancas a vender livros. Consegui sair de mãos a abanar, apesar de ter ficado MESMO tentada em comprar os livros do Dan Wells, mas a minha carteira não tinha uma moedinha que fosse. Foi um daqueles dias "comer ou comprar livros?" e eu preferi comer. E diga-se que fiquei bem almoçada, por isso I regret nothing. :D

25 de novembro de 2012

Mount TBR Reading Challenge 2013


O ano ainda não acabou mas sim, já ando a pensar nos desafios que vou fazer no ano que vem. Em princípio serão menos, até porque apesar de ter gostado de participar neles, este ano não acabei nenhum. Ok, fiz duas linhas no Book Bingo e uma temporada dedicada ao Shakespeare, mas de resto o único que ainda poderei vir a completar é o Mount TBR Reading Challenge, e sinceramente é o que pessoalmente mais me interessa, já que significa que terei lido 12 livros que estavam à espera na pilha, alguns há anos. Mesmo assim, ter lido 9 já me parece muito bom. :)

Posto isto, resolvi elevar a fasquia para o ano que vem e vou aproveitar, que desta vez se pode contar com os e-books, para ver se domino a pilha TBR do Kindle que neste último ano cresceu exponencialmente, quase rivalizando com a pilha de livros físicos. Assim, resolvi tentar escalar o Mount Blanc, o que corresponde a 24 livros. Destes 24 vou tentar ler 12 livros físicos e outros 12 e-books.

Para outros níveis e regras podem visitar o blog My Reader's Block.

Este post para além de servir de apresentação também apresentará os títulos lidos para o desafio, conforme os for lendo.

Livros lidos:
  1. Sputnik, Meu Amor de Haruki Murakami
  2. A Little Bit Wild (York Family, #1) de Victoria Dahl
  3. O Jardim dos Segredos de Kate Morton
  4. Blade Runner: perigo iminente de Philip K. Dick
  5. Priestess of the White (Age of the Five, #1) de Trudi Canavan
  6. Last of the Wilds (Age of the Five, #2) de Trudi Canavan
  7. Voice of the Gods (Age of the Five, #3) de Trudi Canavan
  8. Fama, Amor e Dinheiro de Menna van Praag
  9. O Navegador da Passagem de Deana Barroqueiro
  10. Herdeira das Sombras (Trilogia das Jóias Negras, #2) de Anne Bishop
E-books lidos:
  1. The Native Star (Veneficas Americana, #1) [e-book] de M.K. Hobson
  2. The Handmaid's Tale [e-book] de Margaret Atwood
  3. The Book Thief [e-book] de Markus Zusak

22 de novembro de 2012

Curtas: Os Contos de Beedle o Bardo, Just Like Heaven (Smythe-Smith Quartet, #1) [e-book]

Título: Os Contos de Beedle o Bardo 
Autor: J.K. Rowling
Ficção | Género: fantasia
Editora: Editorial Presença | Ano: 2008 | Formato: livro | Nº de páginas: 110 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: comprei na Feira do Livro de Lisboa em 2009.

Quando e porque peguei nele: 4/novembro. Conta para os desafios: Mount TBR Challenge, Book Bingo - contos, permitindo fazer duas linhas de uma vez. \o/


Opinião: Narra 5 contos do mundo de Harry Potter, que seriam contados pelos pais aos pequenos feiticeiros de modo a ensinar algumas morais, na mesma medida em que os contos de fadas são contados a muggles (grupo a que pertenço *suspira tristemente*). No geral achei todos bastante bem conseguidos mas os meus preferidos foram o terceiro e o último conto, pois está claro. “O Feiticeiro do Coração Medonho” pareceu-me uma espécie de “Bela e o Monstro” mas muito mais sombrio e brutal, enquanto que “O Conto dos Três Irmãos” acaba por ser o mais interessante de todos, não só pela importância que tem na série; por a mensagem que passa ser, na minha opinião, a mais forte e mais real, útil tanto para muggles como feiticeiros; e por ser o melhor escrito, já que os restantes parecem demasiado curtos e algo escritos à pressa.

Os contos têm no final uma breve explicação, bastante útil, de Dumbledore que permite dar a conhecer a influência deles na vida mágica e explica, com algum detalhe, a lição de moral subjacente, o que pode não ser tão percetível para muggles.

Veredito: Se fosse emprestado pouco se perderia com isso. Mas “vale o dinheiro gasto” para fãs da série e do mundo HP. 

Título: Just Like Heaven (Smythe-Smith Quartet, #1) [e-book]
Autor: Julia Quinn
Ficção | Género: romance histórico
Editora: HarperCollins | Ano: 2011 | Formato: e-book | Nº de páginas: - | Língua: inglês

Como me veio parar às mãos: comprei na Amazon em Maio deste ano aquando da saída do segundo livro.

Quando e porque peguei nele: 4 a 10/novembro. Apetecia-me algo leve, perfeito para descansar a cabeça depois de algumas mudanças súbitas.


Opinião: Gostei tanto deste livro, apesar de o achar um pouco diferente dos que tenho lido da autora. Para começar há poucos Bridgertons, mas o Colin aparece (só isso já vale alguns pontos), e além disso não há muito drama, bickering, luxúria nem verdadeiro conflito, já que esta é basicamente uma história de friends to lovers. Mas os personagens são engraçados de seguir, pois desde logo estão muito à vontade um com outro sendo, no entanto, percetível algumas mudanças na sua relação. Há algumas cenas que me fizeram rir bastante e está claro que não podia faltar um recital desta família de afamadas artistas musicais, ainda que pelos piores motivos.

Já agora uma chamada de atenção: não ler este livro de barriga vazia ou arrisca-se a ficar com fome, já que os personagens adoram relembrar tartes e sobremesas de chocolate, um pouco como no último livro dos Bridgertons...

Também podem ler outra crítica aqui.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

20 de novembro de 2012

Lucrécia Bórgia

Autor: Geneviève Chastenet
Não Ficção | Tema: biografia
Editora: Bertrand Editora | Ano: 2003 (originalmente publicado em 1993?) | Formato: livro | Nº de páginas: 407 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: foi oferecido à minha mãe, no longínquo ano de 2004, por algumas colegas e como fazia parte da bibliografia de uma cadeira da faculdade, apoderei-me dele... MUAHAHAH! E sim, é a primeira vez que o li mesmo fazendo parte de uma cadeira da faculdade... Eram muitos os livros OK?!

Quando e porque peguei nele: 21/outubro a 4/novembro porque Bórgias! Além disso conta para os desafios: Mount TBR Challenge, Book Bingo - biografia.


Opinião: Primeiro, tenho de começar por chamar a atenção para a capa. Sim, é uma Lucrécia que está representada, mas aparentemente Lucrécia de Médici que terá casado com o neto da Lucrécia Bórgia... Mas pronto, também não se tem a certeza que a figura que aparece noutras edições, pela mão de Bartolomeo Veneto, seja a Lucrécia Bórgia mas acaba por ser mais parecida com a figura de Pinturicchio.

Passando ao texto, que é o que interessa, não gostei muito da escrita, demasiado floreada para o meu gosto. Eu percebo que os documentos da época possam convidar a isso mas esperava pelo menos maior imparcialidade e profissionalismo. Digo isto porque apesar de a autora dizer que os escritos nem sempre reflectiriam o que as pessoas pensavam, assume que toda a gente amava ou adorava a Lucrécia e que aquela só tinha qualidades. Não digo que não era apreciada, mas quando só lhe apontam virtudes eu fico desconfiada. É como o César, é sempre mau como às cobras. Ok, não seria a melhor pessoa do mundo e voltou-se contra a família (pelo menos terá assassinado João) que usava como peões na sua tentativa de unir a Itália, mas será que não tinha pontos bons? Tenho de ler o Maquiavel e diga-se, estou a adorar o que a série tem feito com a sua personagem, aliás com todas apesar de haver algumas coisas que me deixaram confusas, nomeadamente haver dois Afonsos que eram irmãos da Sancha... O_o Ou o que foi torturado era o pai? É que para tal parecia muito novo... Tenho de rever a primeira série e acabar de ver, como deve ser, a segunda...

Mas onde é que ia? Ah pois, apesar de preferir uma escrita mais directa e imparcial achei interessante e educativo, na medida em que dá a conhecer uma faceta que não conhecia como patrona e inspiradora de artistas e humanistas do Renascimento, bem como a sua vida afastada de Roma e da sua família, já que também pouco conhecia da sua corte e vida em Ferrara. Além disso, explica como começaram as ondas de difamação e tenta reabilitar a imagem de Lucrécia.

Veredito: Se fosse emprestado pouco se perderia com isso. Seria um “vale o dinheiro gasto”, não fosse pelas coisas de que não gostei e de me fazer ficar de pé atrás com a imagem de Lucrécia que apresenta, só detentora de qualidades, o que acaba por lhe tirar alguma credibilidade a meus olhos.

18 de novembro de 2012

Curtas: Brave, Stargate

Título: Brave
Diretor: Mark Andrews, Brenda Chapman, Steve Purcell
Escritores: Brenda Chapman, Mark Andrews, Steve Purcell, Irene Mecchi
Atores: Kelly Macdonald, Billy Connolly, Emma Thompson

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Este é daqueles filmes que me faz sentir bipolar, de tanto que rio e logo depois me apetece chorar. Não estará ao nível de um “Up”, que tem os primeiros 10 minutos mais lindos da história da animação, se não do cinema, mas entretém ao contar uma história que parece tirada de um qualquer conto de fadas, sem no entanto envolver príncipes encantados, o que achei bastante fresco e que ultimamente tenho procurado em livros e outros trabalhos de ficção. Acaba por ser previsível mas não deixa de ser uma história interessante. Visualmente também é bastante bom, com cenários bem bonitos.

Já agora, uma das cenas que me põe sempre a rir:


Veredito: Vale o dinheiro gasto.

Título: Stargate
Diretor: Roland Emmerich
Escritores: Dean Devlin, Roland Emmerich
Atores: Kurt Russell, James Spader

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: 2/novembro no Canal Hollywood.

Opinião: Eu bem digo que coincidências assustam, então estava para começar a trabalhar num lugar novo, com coisas egípcias e o que dá na televisão? Um filme de ficção científica que mete a civilização egípcia... Mas esta não é das únicas coincidências estranhas mas não é disso que quero falar.

Este é dos meus filmes preferidos de todos os tempos. Tanto a civilização egípcia como a ficção científica não são bem a minha onda mas aqui juntam-se numa história que acaba por ser bastante interessante, apesar da tal coisa de “americanos trazem a liberdade a todos os pontos do mundo e da galáxia” e que me irrita um pouco. Mas que posso dizer? É daqueles filmes que tenho sempre, SEMPRE, de ver quando apanho na TV. Acho que é por causa daquela areia toda e da teoria da conspiração dos deuses e de como as pirâmides e a linguagem se teriam desenvolvido. Acredito no engenho humano mas acho piada a este tipo de justificações.

Veredito: Vale o dinheiro gasto.

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