12 de setembro de 2012

Porque música é poesia (17)




Mumford and Sons - Sigh No More

Serve God, love me and mend
This is not the end
Live unbruised, we are friends
And I'm sorry
I'm sorry

Sigh no more, no more
One foot in sea, one on shore
My heart was never pure
And you know me
And you know me

But man is a giddy thing
Oh man is a giddy thing
Oh man is a giddy thing
Oh man is a giddy thing

Love; it will not betray you
Dismay or enslave you, it will set you free
Be more like the man you were made to be

There is a design, an alignment to cry
Of my heart to see,
The beauty of love as it was made to be

Love; it will not betray you
Dismay or enslave you, it will set you free
Be more like the man you were made to be

There is a design, an alignment to cry
Of my heart to see,
The beauty of love as it was made to be

Love; it will not betray you
Dismay or enslave you, it will set you free
Be more like the man you were made to be

And there is a design, an alignment to cry
Of my heart to see,
The beauty of love as it was made to be

11 de setembro de 2012

Curtas: Louca por Compras, Quando Menos Esperamos..., Assassin’s Creed: Renascença (Assassin’s Creed, #1)

Título: Louca por Compras
Diretor: P.J. Hogan
Baseado nos livros da série Shopaholic de Sophie Kinsella por Tracey Jackson, Tim Firth, Kayla Alpert
Atores: Isla Fisher, Hugh Dancy, Krysten Ritter

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Nunca li os livros, nem tinha curiosidade em fazê-lo e não foi depois de ver o filme que mudei de opinião. Mas não deixa de ser engraçado, apesar de achar que a Rebecca leva bastante tempo a aprender e é demasiado ridícula em algumas partes, e de alertar para os problemas do consumismo desenfreado. Acho que no momento que atravessamos, acaba por ser um filme que nos obriga a pesar a nossa própria atitude perante compras, o superflúo e o recurso ao crédito.

Posto isto, gostava de ter visto um pouco mais dos textos da “rapariga do lenço verde”. Achei toda a cena da revista de economia acessível para tótos, por assim dizer, com exemplos reais, do dia-a-dia, com o qual uma pessoa pode de facto identificar-se, muito bem conseguida. Fiquei mesmo a desejar que realmente existisse algo do género, apesar de que hoje em dia acho que já há comentadores com esse tipo de sensibilidade. Ou então sou eu que, por a economia andar tanto na berra, pelos piores motivos, já ando a pescar mais do assunto...

Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso.

Título: Quando menos esperamos
Autor: Sarah Dunn
Ficção | Género: chick lit
Editora: Editorial Presença | Ano: 2010 (editado originalmente em 2009) | Formato: livro | Nº de páginas: 248 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: através das BLX.

Quando e porque peguei nele: 10/agosto/2012 a 15/agosto/2012. Depois de leituras que não me agarraram, queria uma história leve, que não obrigasse a pensar mas que me prendesse e me levasse a pegar nele, mais não fosse para ficar a olhar para o cão fofinho da capa (a sério, só dá vontade de fazer festinhas e  dizer “quem é o cão mais lindo do mundo?!”) e tentar perceber como é que ele entrava na história.


Opinião: Ora bem, este não é dos melhores nem dos piores livros que tenho lido deste género, que diga-se não é dos meus favoritos, o certo é que conseguiu agarrar a minha atenção. Consiste numa série de episódios de 4 ou 5 conhecidos, havendo traições, divórcios, reencontros, adoção de cães e o encontro do amor em locais que jamais se havia pensado.

Holly é a protagonista, o elo entre as várias personagens, e é por isso a que tem a história mais interessante de seguir, sendo que em cerca de um ano a sua vida dá várias voltas. Gostei sobretudo do final pois, com o seu percurso, Holly acaba por descobrir-se e sentir-se bem consigo mesma, não sendo importante saber se ela fica com alguém. Andava a queixar-me que todos os livros têm como final feliz casamentos e filhos, e não é que não goste desses finais, mas há vidas que se completam de outra forma, e eis que surge este. Sim, o final dá a entender que ela adotou o cão e ficou com o veterinário que a convida para sair, mas é suficientemente aberto para eu pensar que ela respondeu “obrigado mas não”.

Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso.

Título: Assassin’s Creed: Renascença (Assassin’s Creed, #1)
Autor: Oliver Bowden
Ficção | Género: fantasia histórica
Editora: Saída de Emergência | Ano: 2010 (editado originalmente em 2009) | Formato: livro | Nº de páginas: 400 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: através das BLX. Já que está aqui tão perto, é melhor aproveitar. :D

Quando e porque peguei nele: 15/agosto/2012 a 19/agosto/2012. O jogo suscitava algum interesse mas como sou meio naba a jogar pensei “ora bem, se há um livro experimento é o livro”.


Opinião: Não é uma má leitura, apesar das muitas liberdades criativas no que toca a factos históricos (daí a minha reticência em considerá-lo ficção histórica e ter optado por fantasia). Mas este livro também não se queria verídico mas que entretivesse, e isso é conseguido.

A ação é algo repetitiva a partir de determinado ponto, parecendo que se resume a Enzo cumprir missões e tarefas para assim ter acesso a melhor armamento e artefactos, neste caso páginas de um códice, para desvendar o grande mistério final, mas lê-se bem. Quase como um jogo. :D

O único ponto realmente negativo é a tradução, de bradar aos céus. Ele é erros ortográficos, má construção frásica, palavras que parece que desaparecem... Num livro com ação, que se quer de leitura rápida, as gralhas quebraram constantemente a leitura, prejudicando-a um pouco.

Veredito: Emprestado e pouco se perde com isso.

9 de setembro de 2012

Quando não estou a ler (5)

Agenda
Tinha dito no post sobre a minha experiência com o Moleskine Passions Livros que o ideal para mim seria ter journal e agenda juntos. Pois aqui está ela!

Já era normal eu fazer a minha própria agenda, desde 2005 ou 2006 salvo erro, pegando em cadernos e blocos de notas que andavam cá por casa (mais ao menos como isto mas o meu sistema era diferente, para todo o ano e não mês a mês). No entanto, como nos últimos anos tenho-os achado limitantes, por acabar sem espaço para escrever e por querer manter num só local muita informação que costumo ter dispersa, até por documentos a que só posso aceder através de um computador (o que nem sempre é prático e, devo confessar, está a assustar-me o quanto dependo de um computador), tinha em ideia usar o meu velho filofax para manter-me organizada. Infelizmente as recargas são caras e nem sempre estão disponíveis, fazer eu mesma as recargas também ficou rapidamente fora de questão por não encontrar um furador, assim decidi-me a pegar num velho dossier e fazer então algo à minha medida e dentro das minhas possibilidades.

Comecei por procurar ideias por essa internet fora e encontrei este post e este que me pareceram perfeitos. Depois, aproveitando algum dos tempos mortos no trabalho e horas de almoço, fiz o design para as páginas do interior:
  • calendário mensal - basta depois escrever o mês e os dias.
  • plano semanal - bastante semelhante ao disponível aqui, ocupando 2 folhas e basta escrever o mês e os dias. Também achei a lista a meio muito interessante e mantive-a com ligeiras alterações.
  • orçamento mensal - porque apesar de ainda morar em casa dos pais, não custa nada controlar as despesas. O modelo tem por base um modelo de folha de excel que encontrei no site da Microsoft.
  • folhas para assentar despesas e rendimentos diários - durante a faculdade usava as agendas da Ambar, que tinham uma colunas para apontar despesas e foi um hábito que ganhei pois, mais que o orçamento, apontar a despesa diária tem-me possibilitado manter em mente o dinheiro disponível e quanto ando a gastar.
  • journals - para livros e filmes/tv. São quase como que fichas e seguem mais ou menos o modelo que uso aqui no blog.
  • lista de empréstimos - sobretudo para saber onde é que andam as minhas coisas, porque às vezes a cabeça não se lembra.
Foram feitas para serem imprimidas frente e verso, em folhas A4 depois cortadas ao meio, e para poderem ser usadas em qualquer altura. Ainda não foram imprimidas, porque só penso usar esta agenda para o ano que vem. Está claro que também vai haver folhas em branco, para apontar qualquer pensamento que me passe pela cabeça, fazer listas de compras e sei lá que mais.

Agenda Agenda Agenda Parti depois para a parte exterior.
  • Peguei num dossier A4 de duas argolas, bastante estreito, e mandei cortar, já que não disponho de guilhotina, num tamanho um pouco mais pequeno que o normal A5.
  • Inspirada por estas bookcovers, resolvi que o dossier seria revestido a tecido, já que tinha alguns em casa. Ainda pensei em colar o tecido, como aqui, mas achei que uma outra solução seria melhor, não só para torná-lo lavável e altamente customizável, caso me aborreça com este tecido, mas também para ficar com bolsas para colocar outros papéis. As bolsas não são iguais porque tinha medo de depois não conseguir colocar o dossier lá dentro, pois já assim dá algum trabalho.
  • Para ficar mais fofinho, o tecido foi recheado com manta acrílica acolchoada.
  • Por fim foi colocado um botão (de um pijama velho, tinha-o guardado porque era engraçado) e uma fita que também andava cá por casa.

E pronto, este foi o primeiro de (espero) muitos projectos DIY! Mais que ver algo que tinha imaginado tomar forma e tornar-se útil, a grande satisfação vem do facto de que... aprendi a coser à máquina! \o/ Era uma das minhas resoluções para este ano e cumpri! Go me! É certo que os pontos ainda não saem perfeitos (diz que a máquina também tem culpa, já que é velhinha e os pontos andam a sair de diferentes tamanhos, mas pode ser só a minha mãe a tentar confortar-me), mas já me sinto preparada para outras aventuras, como bainhas e quem sabe camisolas... Enquanto andava a ver de tecidos encontrei uns aqui em casa que seriam perfeitos para coisas como estas 1, 2, 3. Tenho é de meter mãos à obra! Como a minha mãe diz o pior é cortar, mas se não sair uma camisola, dá de certeza para lenço ou trapo.

Desta vez deu para agenda e sei que a vou usar com bastante gosto e orgulho. :D

7 de setembro de 2012

ShakespeaRe-Told: Macbeth

Diretor: Mark Brozel
Baseado na peça Macbeth de William Shakespeare por Peter Moffat
Atores: James McAvoy, Keeley Hawes, Joseph Millson

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Esta série apresenta como que uma visão contemporânea das obras do bardo inglês. Neste filme, Joe Macbeth é chef de um restaurante na iminência de receber as tão afamadas estrelas Michelin. No entanto, apesar de ser ele a mente criativa e quem dá o seu máximo na cozinha do restaurante, quem fica com os louros é o dono, também ele um chef reconhecido e que tem até um programa televisivo. Macbeth e Banquo, seu amigo, não estão muito satisfeitos com isto e encontram 3 homens do lixo que fazem então premonições e metem em marcha os eventos subsequentes, tal como acontece na peça.

Gostei bastante sobretudo devido às atuações de James McAvoy e Keeley Hawes, que retratam bem não só a ambição e a insatisfação dos seus personagens, mas sobretudo o desespero e a loucura que se apodera deles após perpetrarem tão nefastos atos. É notório o cisma que se vai dando entre os dois, que eram tão unidos a princípio, claramente apaixonados um pelo outro, mas devido aos atos que cometem afastam-se, talvez por acharem que foi o outro que os levou a tal, fechando-se cada um sobre si mesmo, vendo a negrura da sua alma que lhe foi revelada devido ao outro.

Para além disto, a imagem tipo "CSI Las Vegas" dá um tom algo soturno ao filme, e pareceu-me bem conseguido o contraste entre lixo e sujidade, que de certo modo retrata a alma do casal, e a cozinha imaculadamente limpa, que parece ser a imagem que ambos tentam passar para o exterior.

Tive alguma pena que o texto não fosse o original, que tem passagens lindas, mas não deixa de ser uma adaptação competente, que tenta trazer a peça para os nossos dias.

Veredito: Vale o dinheiro gasto. Continuo a querer ver a peça no teatro, mas para uma adaptação televisiva não me pareceu mal. As atuações são brilhantes.

6 de setembro de 2012

Booking Through Thursday: Livros da escola


A pergunta desta semana é...
We all had to read things in school that we didn't like... but what about something you read for a class that you ended up liking (or loving)? An author you discovered that you might not have found? A genre you hadn't thought about?
Um dos livros que li como leitura obrigatória na escola e vim a adorar foi A Pérola de John Steinbeck. Andava no 8º ano e a professora achava que nos devíamos preparar para as leituras obrigatórias no secundário começando desde cedo. Toda a gente torceu o nariz, eu inclusivé, mas o certo é que vim a adorar o livro e o autor. Já pouco me lembro da história, é um dos que espero vir a reler no futuro até porque tenho a certeza que a experiência e o meu entendimento da obra será diferente, mas recordo o fascínio. De como as palavras pareciam tão bem escolhidas, o sentimento que invocavam, como a tristeza e o desespero. Houve partes que me lembro custaram-me a ler por parecerem tão cruas, quando estava mais habituada a histórias de aventuras e tal, mas foi uma experiência bastante gratificante.

5 de setembro de 2012

Parceiros à Força

Criado por: Cormac Wibberley e Marianne Wibberley
Atores: Michael Ealy, Warren Kole, Sonya Walger, Jack McGee

Mais informação técnica no IMDb.

Temporada: primeira mas quero tanto, tanto uma segunda!

Opinião: Digam-me que qualquer coisa tem “bromance” e lá estou eu a ver. Foi uma sugestão da Filipa que claramente sabe do que eu gosto. <3

Podia tratar-se de outra série policial não fosse o facto de os dois protagonistas, Wes e Travis, terem de frequentar terapia para casais para que a relação profissional resulte, isto depois de Wes ter sacado da sua arma e ameaçado disparar sobre Travis. Ficamos a saber o porquê de tal coisa no último episódio da temporada, que por acaso foi dos que mais gostei. Quer dizer, eu adorei todos mas o último, com Awolnation na banda sonora e as várias versões de ambos para o tal momento fatídico, que me fizeram rir a bandeiras despregadas, acaba por ser especial. :P

O humor é algo que persiste pela série, e é o que mais gosto nela, mas tem também algum drama, suspense, ainda que alguns dos crimes sejam de resolução não muito difícil, e ação. Gostei bastante da química, por assim dizer, entre os protagonistas, mas também entre eles e a terapeuta ou o chefe. Este último deve ser o mais louco de todos. xD Também adorei que cada episódio abrisse com uma citação que, de certa forma, retratava a relação dos protagonistas durante o mesmo.

É uma série bastante agradável de seguir, mais não seja porque penso que é fácil empatizar com as personagens e com os problemas pelos quais passam. Vivemos em sociedade, temos que aturar pessoas que por vezes mexem com o nosso sistema nervoso e esta série acaba por ser excelente ao retratar isso. Espero sinceramente que venha a ser renovada.

Citações:
Travis: N-O. That’s not how you spell “thank you!”
Wes: I am way to hungry to be mature about something like this.
Cpt. Mike Sutton: I am a positive ion in the universe.

Veredito: Vale o dinheiro gasto. Mas acho que sou parcial porque adoro e estou como que in love com o raio da série. xD Quer dizer, bromance, série policial com ação q.b. e que me faz rir? Eu ia jurar que tinham feito a série para mim!

3 de setembro de 2012

Duas Irmãs, Um Rei

Diretor: Justin Chadwick
Adaptação de Duas Irmãs, Um Rei de Philippa Gregory por Pete Morgan
Atores: Natalie Portman, Scarlett Johansson, Eric Bana

Mais informação técnica no IMDb.

Opinião: Disseram que seria melhor que o livro, não foi. Há pontos positivos, as roupas, cenário, etc, pareceram-me adequados e magníficos. Não se arrasta tanto como o livro, mas ainda assim aborrece e só não adormeci porque estava a vê-lo numa cadeira bastante incómoda, volta e meia tinha de mudar de posição e isso manteve-me acordada. Mas o pior mesmo é a história que, sendo mais ou menos a retratada na obra que lhe deu origem, toma bastantes liberdades. Ainda ponderei parar a meio mas fiquei sempre à espera que algo melhorasse assim que Anne atingisse o seu objetivo, mas continuou na mesma onda aborrecida e com o tempo a passar como se fossem meia dúzia de meses e não anos.

Não consegui sentir nenhum tipo de emoção, para além de fastio, mas achei que a relação de Anne e Mary estava mais convincente de que no livro. Foi uma pena ver tanto o irmão daquelas e, sobretudo, Catarina relegados para planos tão secundários, já que eram das poucas personagens que me interessaram no livro.

Ainda falando no livro, está visto que não perdi muito. Fiquei com a ideia de que tinha muita palha ao ver o filme.

Acho que esta história não foi feita para mim. Acontece. A série "The Tudors", apesar de também ter liberdades criativas no que à história diz respeito, consegue ser mais interessante, e não se deve apenas ao eye candy, pelo menos da segunda temporada para diante. A primeira é historicamente imprecisa demais para o meu gosto. *dor*

Veredito: Com tanto filme tive de ver este. Valeu-lhe o não estar a dar nada melhor e não me apetecer ler nem dormir.

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