14 de agosto de 2012

Filmes/TV - 2012

Janeiro
1. Invictus - Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso
2. Downton Abbey (temporada 1 e 2) - Para ter na estante

Fevereiro
3. Os Bórgias (temporada 1) - Vale o dinheiro gasto
4. Sherlock (temporada 2) - Vale o dinheiro gasto
5. Alex Rider: Operação Stormbreaker - Com tanto filme tive de ver este
6. 10 Coisas Que Odeio em Ti - Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso
7. Os Homens Que Odeiam as Mulheres - Vale o dinheiro gasto
9. Ao Ritmo do Hip-Hop - Com tanto filme tive de ver este
10. X-Men 3: O Confronto Final - Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso
11. Um Sonho Encantado - Para ter na estante
12. O Fantasma da Ópera - Vale o dinheiro gasto

Março
13. O Último Viking - Vale o dinheiro gasto
14. Wallander (temporada 1 e 2) - Vale o dinheiro gasto

Abril
15. O Corpo da Mentira - Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso
16. Como matar o cão do vizinho - Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso

Maio
17. Robin Hood: Príncipe dos Ladrões - Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso
18. Os Vingadores - Para ter na estante
19. Os Perdedores - Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso
20. Foi Assim que Aconteceu (temporada 1 a 7) - Vale o dinheiro gasto

Junho
21. Hysteria - Emprestado pelo que não se perde nada com isso
22. Branca de Neve e o Caçador - Se tivesse esperado para que desse na televisão não perdia nada com isso
23. Sherlock Holmes - Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso
24. Scoop - Não acabei
25. Castle (temporada 4) - Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso
26. A Paixão de Shakespeare - Vale o dinheiro gasto
27. Missing (temporada 1) - Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso
28. Hamlet (1990) - Vale o dinheiro gasto
29. Era Uma Vez (temporada 1) - Vale o dinheiro gasto
30. Prometheus - Vale o dinheiro gasto
31. Hamlet (1996) - Vale o dinheiro gasto

Julho
32. The Hollow Crown: Richard II - Para ter na estante
33. Romeo + Juliet - Vale o dinheiro gasto

Agosto
34. XIII (temporada 1) - Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso
35. O Cavaleiro das Trevas Renasce - Vale o dinheiro gasto
36. Hornblower: The Even Chance - Vale o dinheiro gasto
37. The Other Boleyn Girl - Com tanto filme tive de ver este
38. Common Law - Vale o dinheiro gasto
39. Louca por Compras - Emprestado pelo que não se perde nada com isso
40. ShakespeaRe-Told: Macbeth - Vale o dinheiro gasto
41. Anónimo - Vale o dinheiro gasto

Setembro
42. Londres: Distrito Criminal (temporada 3) - Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso
43. A Origem - Vale o dinheiro gasto

Outubro
44. Ex-Mulher Procura-se - Com tanto filme tive que ver este
45. The Town - Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso
46. Wallander (temporada 3) - Vale o dinheiro gasto
47. 007: Skyfall - Para ter na estante
48. 007: Quantum of Solace - Emprestado e pouco se perde com isso

Novembro
49. Brave - Vale o dinheiro gasto 
50. Stargate - Vale o dinheiro gasto
51. O Mal Casado - Com tanto filme tive que ver este

Dezembro
52. O Hobbit: uma viagem inesperada - Vale o dinheiro gasto
53. Soldados da FortunaDeu na televisão pelo que não se perde nada com isso
54. Fred Claus: o irmão do Pai NatalCom tanto filme tive que ver este
55. As Crónicas de Nárnia: a viagem do Caminheiro da AlvoradaDeu na televisão pelo que não se perde nada com isso
56. Não Há Família PiorDeu na televisão pelo que não se perde nada com isso
57. Piratas das Caraíbas: por estranhas marésDeu na televisão pelo que não se perde nada com isso

13 de agosto de 2012

Porque música é poesia (15)

Ouvi esta música na season finale de uma série que tenho andado a seguir, "Common Law", e tal como a "Sail", também dos Awolnation e que também entra no dito episódio (e num anúncio da PT!), não me tem saído da cabeça.


Awolnation - All I Need

O Cavaleiro das Trevas Renasce

Diretor: Christopher Nolan
Escritores: Jonathan Nolan e Christopher Nolan
Atores: Christian Bale, Anne Hathaway, Tom Hardy, Gary Oldman, Joseph Gordon-Levitt

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: 4 de agosto no cinema.

Opinião: Primeiro que tudo, aconselho a quem ainda não foi ver (mas ainda há quem não tenha ido? :P) a rever os dois primeiros. Eu não o fiz e como a minha memória não é das melhores tive de, para grande desespero do meu irmão (que agora deve ter decidido nunca mais ir ao cinema, ou a qualquer lado, comigo), perguntar-lhe de vez em quando se me lembrava bem dos acontecimentos anteriores.

Segundo, oh filme tão bom! Talvez não esteja ao nível dos outros dois, sobretudo do segundo, mas pareceu-me um fim digno e justo para esta trilogia. Sinceramente não sei que mais dizer. Este é daqueles filmes que gosto tanto mas é difícil arranjar palavras.

A história começa cerca de 7 ou 8 anos depois dos acontecimentos do segundo filme, sendo que Harvey Dent é um herói, a sua lei foi aplicada e Batman desapareceu, enquanto Bruce Wayne se torna um eremita, com Alfred a tentar fazê-lo sair e interessar-se pelo mundo sem sucesso, até que entra Selina Kyle/Catwoman e eis que a trama começa a sério.

É certo que há alguns buracos, há algumas incongruências e momentos de revirar os olhinhos (eis uma lista com pontos interessantes, 3 ou 4 realmente vieram-me à cabeça enquanto via o filme). Sim, até um filme deste calibre não está imune a reviranços oculares. Além disso, a timeline é algo estranha, com um build-up que demora um pouco e depois a ação a precipitar-se num intervalo de tempo que passa num abrir e fechar de olhos. Não fossem os personagens a fazerem questão de dizer “passaram x meses/semanas” e julgaria que se tinha passado tudo quase no mesmo dia. Enfim...

No que toca a representações, Bale e companhia que vem dos filmes anteriores estão muito bem, como seria de esperar. Anne Hathaway como Catwoman conquistou-me, o que não pensei que fosse possível porque adoro a Michelle Pfeifer (primeiro girl crush, não tenho medo de admitir). São duas representações bastante diferentes e muito bem conseguidas, mas acho que Hathaway tornou-se a minha preferida. A Marion Cotillard e o Joseph Gordon-Levitt são bastante competentes. A primeira não conhecia, penso que nunca vi nenhum filme com ela, do segundo só conhecia da série “O Terceiro Calhau a Contar do Sol” mas já tenho ouvido falar muito bem dele e dos filmes em que entra e realmente gostei da sua exibição. Mas Tom Hardy é que simplesmente é fenomenal. Consegue fazer algo difícil, representar com uma máscara e ainda assim roubar as cenas, pelo menos na minha opinião. Como o meu irmão disse no final, lembra o Hugo Weaving no “V de Vingança” mas se este o deve à voz, Hardy deve-o ao facto de conseguir ser bastante expressivo mesmo com metade da cara tapada. E foi isso que mais me convenceu do que a sua voz, que felizmente foi mudada (nos primeiros trailers não se percebia patavina).

É, posto isto, talvez não o melhor filme de toda a trilogia mas, como disse, um final que acaba por ser digno e justo. Mais uma vez como disse o meu irmão, há um closure. Talvez não definitivo, porque abre a porta a outras questões que podem ser exploradas, mas penso que as respostas acabam por ser óbvias e as personagens têm o fim que merecem.

Já agora, deixo aqui uma outra análise.

Veredito: Vale o dinheiro gasto. Mas a trilogia é sem dúvida para ter na estante. Aguardo que saia uma edição toda xpto com a trilogia completa, para poder revê-la vezes sem conta.

9 de agosto de 2012

Booking Through Thursday: Branching Out


A pergunta desta semana é...
A while ago, I interviewed my readers for a change, and my final question was, “What question have I NOT asked at BTT that you’d love me to ask?” I got some great responses and will be picking out some of the questions from time to time to ask the rest of you. Like now.

Amy and Sarah both asked about genres:

Amy asks: Name a book you love in a genre you normally don’t care for. What made you decide to read it? Did it make you want to try more in that genre?

Bookish Sarah asks: What genre do you avoid reading and why?
Ora bem, nunca fui muito uma moça de ficção científica mas no ano passado peguei n'Os Despojados da Ursula K. Le Guin. Fazia parte da lista de leitura de um bookclub organizado por um blog, que entretanto desapareceu, em que queria participar e acabei por não fazer, mas adorei a leitura. Custou a entrar um pouco na narrativa mas foi tão recompensador! Eu a pensar que eram histórias passadas no futuro, com um variado tipo de engenhocas à disposição, e afinal debruçava-se sobre dois diferentes tipos de sociedade e como um indivíduo se inseria em ambas! Está claro que fiquei interessada em ler mais e já tenho alguns livros deste género em casa, coisa que até ao ano passado não acontecia.

Quanto ao género que evito ler, aqueles relatos de histórias verídicas como o Queimada Viva e assim. Acho que as histórias devem ser divulgadas como alerta para as atrocidades que se cometem em vários pontos do mundo, mas simplesmente não tenho estômago para as digerir.

8 de agosto de 2012

Filmes/TV - 2008, 2009, 2010, 2011

Ando a tentar arrumar este cantinho e reparei que apesar de fazer uma lista com os livros que vou lendo, não tinha para os filmes e séries que vou vendo. Ando numa de listas, que é que se pode fazer?

Está claro que não me lembro de todos os que vi em anos anteriores, apesar de estar a manter uma lista dos que tenho visto este ano, pelo que esta é por base nas críticas que por aqui deixei.

2008

2009
JCVD - 3,5/5
WALL-E - 5/5
Yes Man - 3/5
Valquíria - 4/5

2010
True Blood (temporadas 1 e 2) - 5/5
Up (2009) - 5/5

2011
X-Men: O Início
Game of Thrones - Para ter na estante


Notas:
1- odiei / 2- não gostei / 3- ok / 4- gostei / 5- adorei

P.S.: Em 2011 houve um período em que não dei notas, depois passei a seguir esta classificação, ainda que o ponto intermédio seja algo diferente por dizer respeito a filmes e séries que passam na televisão.

7 de agosto de 2012

Reading Slump

Às vezes tenho alturas destas, até quero ler mas a vontade é pouca ou nenhuma. Não sei a que se deve, talvez às últimas leituras não me terem deixado satisfeita ou empolgada. Talvez não tenha ficado empolgada porque não me apetece ler... enfim, parece um caso como o do ovo, da galinha e o que será que veio antes, mas o certo é que ler não parece ser comigo.

Isto acaba por ser um pouco frustrante porque tenho mais de 400 livros por ler e queria tanto baixar o número, mas também isto acaba por me afastar da leitura, porque acabo por sentir que estou a ler por obrigação, o que tira muito do gozo que encontro a ler.

Como podem ver, isto é algo complexo e confuso, mas acabo por constatar que me tem acontecido com alguma frequência nos últimos anos. Como estou no meio de um desses momentos, dei então por mim a pesquisar na net como é que outros leitores ultrapassam os seus reading slumps (não sei como traduzir isto para português :/ ). Encontrei 3 bons artigos com sugestões, podem ler aqui, aqui e aqui. Foi curioso constatar que faço algumas das coisas que sugerem:
  1. Faço uma pausa - Há alturas em que paro mesmo de ler porque não vale a pena forçar-me a pegar num livro. Sei que vou passar mais tempo a olhar para as paredes do que a ler, por isso dedico-me a outras coisas como séries televisivas, filmes, corte e costura, projetos DIY...
  2. Tento convencer alguém a ler comigo - Nem sempre resulta, como aconteceu com o Duas Irmãs, Um Rei, mas geralmente dá algum entusiasmo ter alguém com quem falar sobre a leitura. Foi com algumas leituras conjuntas do Fórum da Estante de Livros que consegui ler e apreciar livros que de outra forma talvez não viesse a fazer.
  3. Leio livros com bonecos - Porque sou uma autêntica criança. :P Geralmente coisas com cores ou com um visual mais trabalhado conseguem chamar e segurar melhor a minha atenção. Além disso, costumam ser histórias pequenas, que se lêem numa assentada e acaba por ser um tipo de leitura diferente, constituindo uma espécie de escape à rotina da leitura, por assim dizer, que costumo fazer.
  4. Reorganizo as estantes ou a pilha - Isto leva-me a tropeçar em títulos que já não me lembrava que tinha e como queria tanto lê-lo quando me chegou às mãos mas acabei por não o fazer. E eis que alguma da vontade volta.
  5. Releio alguns dos meus all time favourites - Geralmente Harry Potter ou Persuasão da Jane Austen fazem-me lembrar porque é que adoro ler.
  6. Leio livros recomendados - Porque às vezes os outros conhecem-me bem. Mas só recorro em último caso porque tenho medo de acabar por não gostar e assim magoar quem me recomendou os livros. :/
E pronto, geralmente é isto. E faço nesta mesma ordem, tento parar, depois convencer alguém, se não resulta leio um livro com bonecos... que é exatamente o que ando a fazer agora e já sinto alguma vontade de voltar aos livros. Não muita, mas alguma.

6 de agosto de 2012

Curtas: XIII, The Lady of Bolton Hill [e-book]

Título: XIII
Atores: Stuart Townsend, Aisha Tyler, Virginie Ledoyen, Geg Bryk

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: entre 8/maio/2012 e 2/agosto/2012, no AXN. Ou melhor no videoclube da Zon onde o AXN disponibiliza episódios das séries que vão dando semanalmente.

Temporada: primeira mas parece que vai haver uma segunda.

Opinião: Quando comei a ver anúncios à série no AXN fiquei algo entusiasmada. Conhecia um pouco da comic, tenho em casa um volume e li-o mas como não era o primeiro volume senti-me algo perdida, apesar de ter achado interessante.

A série não é nada de especial mas tem porrada, o primeiro episódio deve ter uma cena de porrada a cada 10 minutos, logo senti-me tentada a continuar a ver. :D Mas nem só de porrada vive a série. XIII é um homem em busca do seu passado depois de ter perdido a memória e, enquanto procura a verdade sobre quem é, tropeça numa conspiração para a qual pode ter dados importantes.

A história tem um monte de reviravoltas, algumas daquelas que fazem revirar os olhos (como quando descobre o pai), mas acaba por ter algum interesse. A nível de representação, podiam ser melhores mas o diálogo também não é grande coisa.

Convém dizer que há uma mini-série, “XIII: The Conspiracy” que tem lugar antes dos acontecimentos desta. Não vi e só reparei que existia a meio da série, mas mesmo sem a ver é possível seguir bem a história.

Veredito: Deu na televisão pelo que não se perde nada com isso.

Título: The Lady of Bolton Hill [e-book]
Autor: Elizabeth Camden
Ficção | Género: romance histórico
Editora: Bethany House Publishers | Ano: 2011 | Formato: e-book | Nº de páginas: - | Língua: inglês

Como me veio parar às mãos: estava disponível na Amazon a preço 0 há uns tempos.

Quando e porque peguei nele: 26/julho/2012 a 3/agosto/2012. A leitura de Duas Irmãs, Um Rei não estava a correr bem e resolvi pegar-lhe por causa da capa toda bonita.


Opinião: Sei que não se deve julgar um livro pela capa e se deve ler as sinopses e excertos antes de comprar, mas a capa era tão bonita e estava a custo 0 na Amazon, como podia resistir? O certo é que não conseguiu prender a minha atenção e cheguei a achá-lo aborrecido, tal como o livro a que procurava fugir quando lhe peguei. O aborrecimento era tal que até paredes brancas me distraíam da leitura. E cada vez que voltava a leitura, sentia alguma dificuldade em lembrar-me do que tinha acontecido até aquele momento na história.

O problema é meu, parece que não ando virada para leituras e quando o centro da história não é algo que me interesse, rapidamente me distraio com outras coisas. Aqui, apesar de nos serem apresentados alguns problemas sociais decorrentes da construção de caminhos de ferro na América, o foco é sobretudo uma vingança pessoal e como isso pode ser mau para a alma eterna. Como o The Apothecary’s Daughter é categorizado como christian fiction mas só reparei nisso depois. Não tenho nada contra mas pareceu-me que seria muito preachy e não estou com paciência para isso, daí que tenha deixado o livro a meio.

Veredito: Não acabei. 

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