7 de junho de 2012

Foi Assim Que Aconteceu

Criado por: Carter Bays e Craig Thomas
Atores: Josh Radnor, Jason Segel, Cobie Smulders, Neil Patrick Harris, Alyson Hannigan

Mais informação técnica no IMDb.

Temporada: da primeira à sétima, que já acompanho a série há anos e é das minhas preferidas mas acho que nunca escrevi nada sobre ela e penso que merece. :) Há spoilers, bastantes spoilers. Estais avisados.

Opinião: Esta é uma das séries mais hilariantes, ainda que nas últimas temporadas nem por isso, a que tive oportunidade de assistir nos últimos tempos e, como muitas coisas boas, conheci-a por acaso. Mas um acaso daqueles grandes. Estava eu em casa, em 2005 ou 2006, muito provavelmente de férias, quando por volta das 17h na Fox Life começava um episódio desta série. E não era um episódio qualquer, era o primeiro episódio da primeira temporada! Já me devo ter queixado da minha sorte com filmes, que apanho sempre a meio, acontece-me o mesmo com as séries mas tal não aconteceu desta vez. Pensei "é um sinal dos deuses" e assisti aos primeiros dois episódios, já que por terem cerca de 20-30 minutos, a Fox Life mostrava-os aos pares. E foi assim que fiquei fã.

A série assemelha-se a "Friends", na medida em que segue um grupo de amigos, mas a premissa é um pouco diferente. Perante o pedido de casamento de Marshall a Lily, o amigo deles Ted, um romântico incurável, deseja também encontrar a mulher dos seus sonhos. Nós acabamos por saber que tal acontece, até porque a história é contada pelo próprio Ted aos seus filhos no ano de 2030, mas se aqueles conhecem a mãe, o espectador não e acompanhamos então a procura de Ted pela mulher que o completa.

A sua procura começa em 2005, no bar onde se encontra habitualmente com os seus amigos e o acaso, pelo jogo de Barney ("Have you met Ted?"), faz com que aquele conheça Robin. Está claro que apesar isto acontecer no primeiro episódio, pensamos que Robin é a mãe até que o episódio termina com Ted a dizer "that's how I met your aunt Robin". Não se esqueçam disto.

É então aquele o ponto de partida e ao longo destas 7 temporadas acompanhamos então a procura de Ted, aparentemente sem sucesso. Ele realmente acaba por andar com a Robin, mas antes ainda namora Vitória, que volta a aparecer na sétima temporada e com quem parte em direção à oitava (e confesso não augura nada de bom), a meio da série fica noivo de Stella para acabar depois abandonado no altar, e há ali um enrolanço com Zoe, a mais irritante de todas as moças que passam pela vida do protagonista. Ela consegue ser pior que o próprio Ted, que é provavelmente a personagem mais aborrecida de todas, mas é a sua história que acompanhamos, por isso não dá para lhe escapar. Acabamos por perceber que ele é demasiado picky e por isso não admira que demore tanto a encontrar a mulher dos seus sonhos. Apesar de a procura parecer infrutífera, vamos tendo algumas dicas de como ela será, o que veste, por onde anda... Mas claro que isto seria aborrecido se não tivéssemos os restantes personagens.

Os meus preferidos são Robin e Barney. Apesar de aparentemente serem os mais fúteis, acabam por revelar várias camadas e um coração de ouro, sobretudo Barney. É ele, na minha opinião, a estrela de toda a série e gostei do desenvolvimento da sua personagem, que parece culminar no casamento com Robin. Confesso, adoro o par e acho que são perfeitos um para o outro (o meu episódio favorito é muito provavelmente, aquele em que Robin suits up e vai ter com o Barney sendo o seu "bro" por uma noite, foi aí que me rendi ao par <3 ) apesar de terem namorado e a coisa não ter resultado. Mas nem podia resultar, pois percebemos que não estavam suficientemente preparados para algo do género, o que acaba por se verificar no final da sétima temporada. Barney cresce, Robin quer algo mais que o sucesso profissional e era necessário chegarem a esse patamar para darem então o passo final e dedicarem-se a uma relação a sério, a uma relação adulta. A temporada acaba com o casamento deles, mas não sabemos como chegaram lá. Mas já cá voltamos.

Outro casal que adoro é Lily e Marshall. São ambos doidos e, também, perfeitos um para o outro. Penso que são os que mais química têm e são a personificação daquilo que acho que toda a gente procura. Apesar de serem os mais doidos, são eles que melhor ilustram as fases de uma vida a dois e a constituição de uma família. Tenho gostado de seguir a sua história, nomeadamente quando Marshall teve de fazer decisões profissionais (dinheiro ou o que se gosta e sempre se quis?), e quero ver que tipo de dinâmica trará ao grupo o facto de haver agora uma criança.

Falando em dinâmica, começa a sentir-se algum afastamento entre os amigos, sobretudo no que a Marshall, Lily e Ted diz respeito. Este trio desde a faculdade que andava junto, mas com dois a formarem uma família, é inevitável algum afastamento do terceiro elemento. Foi engraçado ver o Ted a tentar manter-se a todo o custo na vida de Marshall e Lily, mas percebe-se que tal não poderá durar muito, Ted vai ter de voar sozinho e encontrar o seu próprio lugar.

Mas voltemos então ao final da temporada e ao casamento de Barney e Robin. Para mim foi quase sempre óbvio que estes dois estavam destinados, pois acho-os bastante parecidos, mas não me parece ser uma opinião popular, pois a maior parte das pessoas que conheço prefere o Barney boémio e womanizer. Como disse, não se sabe bem como é que eles chegam ao altar, já que Barney supostamente estava noivo de uma stripper, e penso que será isso que vai tratar a próxima temporada, que culminará então com o casamento e Ted a conhecer a sua futura mulher. Há algumas teorias que apontam para que a mãe (já que o título original da série é "How I met your mother") seja uma das convidadas do casamento, nomeadamente a meia irmã de Barney. Se tal vier a acontecer a frase do primeiro episódio ganhará todo um outro sentido (sempre se pensou que ele dissesse "tia" da mesma maneira como se refere a Marshall e Lily como "tios", por serem grandes amigos de Ted, mas a provar-se a tal teoria a Robin será mesmo tia por ser casada com o tio das crianças!) e justifica o porquê de ele ter começado a contar a história pelo encontro com Robin, pois se ele e o seu grupo não se tivessem conhecido Robin, nada do que veio depois aconteceria. Gosto de coisas deste género pois acho que a minha vida também já teve cenas assim, com momentos e encontros que vieram a mudar partes da minha vida (ou então não). :)

Apesar de as últimas temporadas terem sido um pouco mais fraquinhas, com menos piada e situações a repetirem-se até que uma pessoa fica enjoada, ainda assim é uma série, a meu ver, que merece a pena ser vista. A química de todo o grupo é fascinante, há piadas que percorrem toda a série e com as quais eu como fã deliro, como a cena do cockamouse, da sanduíche, os vários tipos de high-fives e o mais que célebre
"Legen... wait fot it, and I hope you’re not lactose intolerant because the second half of that word is dairy!"
Estou algo ansiosa para ver a oitava temporada, que só volta lá para setembro, e espero que seja nesta que Ted encontre a mãe, pois apesar de adorar a série, é triste vê-la arrastar-se um pouco e acabar por se perder em repetições de situações que pouco ou nada trazem à história. Por adorar quero que tenha um final. Eu sei que tudo o que é bom tem um fim porque vivem felizes para sempre! Na ficção pelo menos...

Veredito: Vale o dinheiro gasto. Esta é daquelas que quero guardar na estante, pelo menos as primeiras temporadas cujos episódios não me canso de ver. Apesar de terem apenas meia hora, os episódios geralmente têm de tudo um pouco, fazem-me rir, deixam-me com lágrimas nos olhos, fazem-me suspirar e chego a rever-me nalgumas das situações. É uma sitcom à maneira e parece que foi feita para mim. :)

6 de junho de 2012

Cruz de Ossos e Segredo de Prata (Mercy Thompson, #4 e #5)


Autor: Patricia Briggs
Ficção | Género: fantasia urbana
Editora: Saída de Emergência | Ano: 2011, 2012 (originalmente publicados em 2009 e 2010) | Formato: livro | Nº de páginas: 288 + 259 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: emprestados pela Filipa, como não podia deixar de ser

Quando e porque peguei nele: 13/maio/2012 a 2/junho/2012. É Mercy, tinha de ler. Desta feita, critico-os juntos por preguiça e não há assim tanto a dizer individualmente.


Opinião: Esta série está muito bem conseguida. É certo que a princípio a vida amorosa da protagonista irritava-me, como que distraindo uma pessoa do que realmente interessava, ou seja dos mistérios e problemas em que Mercy se vai vendo envolvida por dar-se com lobisomens, vampiros e seres feéricos, mas a partir do momento em que o triângulo é resolvido essa parte torna-se bem mais interessante. Mercy não é uma moça em apuros, apesar dos tais problemas, e não tem a mania de que “OMD tenho de sacrificar-me em prol dos que amo porque SÓ EU O POSSO FAZER!” Nada disso, é uma moça com pés e cabeça, sabe que ao meter-se em problemas vai sair aleijada e apesar de por vezes se mandar de cabeça, faz questão de deixar alguma coisa para trás a avisar onde a podem encontrar, por assim dizer. E não tem problema em pedir ajuda quando necessita. Tudo isto faz com que seja uma das minhas heroínas favoritas.

Dizia então que a vida amorosa de Mercy, a partir do momento em que o triângulo se resolve, é bem mais interessante e se até aí achava que isso atrapalhava a história, nestes últimos livros achei que o mistério atrapalhava a vida da Mercy. :P Após os acontecimentos do terceiro livro, Mercy tem de ultrapassar medos e ataques de pânico, enquanto tenta conviver com a sua escolha amorosa, que acarreta responsabilidades e outros tipos de complicações, pois o facto de ser uma coiote não a ajuda no meio de lobisomens. Gostei do desenvolvimento da personagem, que aos poucos se vai dando e deixa cair o muro, percebendo que não é por amar alguém que se torna fraca mas pelo contrário, torna-se mais forte. Gostei também que a autora não resolvesse a questão da violação de forma simplista. Ainda no quinto livro se sente algumas repercussões de tal acontecimento, que tem assim bastante impacto na maneira como Mercy passa a enfrentar o mundo, contribuindo para o desenvolvimento e crescimento da personagem.

Mas nem só da vida de Mercy vivem estes livros. No quarto livro Mercy vê-se confrontada com problemas vampíricos, consequência das suas ações no segundo livro. Achei a parte da Marsilia algo confusa e jamais pensaria que ela pudesse arquitetar tal coisa. Mas ainda antes de lidar com Marsilia, Mercy vê-se puxada para fora de Tri-Cidades para resolver um problema com fantasmas. Gostei mais dessa parte, que dá um pouco mais de luz sobre os poderes de Mercy e do seu fiel bastão ( xD ) para além de ter uma das personagens que mais gostei em toda a série, o pequeno Chad. :) Já no último, são os seres feéricos a dar cabo da cabeça de Mercy, assim como Sam. Os primeiros continuam a ser as criaturas mais interessantes, sobretudo porque sei pouco sobre fadas e esse tipo de coisas e acho o máximo eles esconderem a sua verdadeira natureza, pelo que uma pessoa nunca sabe com o que pode contar, mas ver o lobo a sobrepor-se ao humano também foi interessante. Ver que a imortalidade, ou uma vida mais longa, pode ser um fardo e assitir o conflito interno sobre o desejo de morte e sobrevivência é sempre algo que gosto de ler.

É das séries, se não a série, de fantasia urbana que mais estou a gostar de seguir. A autora está a conseguir equilibrar as várias vertentes da vida da Mercy e a desenvolver muito bem tanto as personagens como o seu mundo. Continuo a querer saber mais sobre os caminhantes e os seres feéricos, e gostaria de vir a saber mais sobre personagens como Stefan e Samuel, sobretudo como eram as suas vidas em séculos anteriores. 

Veredito: Vale o dinheiro gasto. Esta série foi uma das surpresas deste ano e apesar de ter lido os livros emprestados, parecem-me boas aquisições. Sei que há uma outra série, Alpha & Omega, que se centra no irmão de Samuel, se não estou em erro, e que me parece ser interessante na medida em que expande um pouco mais a mitologia lobisomem deste mundo. Espero que também seja publicada por cá, pois tenho bastante curiosidade em ler. Patricia Briggs parece ser uma autora para continuar a seguir.

Há de seguir-se: não faço ideia do que vou ler, a sério. Tenho tanto que quero ler neste mês: Shakespeare, Kushiel’s Dart para o Vaginal Fantasy, As Crónicas de Gelo e Fogo, Persuasão, Os Leões de Al-Rassan, A Corte do Ar, que não sei em que pegar. Mas como à exceção de Shakespeare o resto são releituras, talvez pegue mesmo no inglês.

4 de junho de 2012

Diários Steampunk

Já falei do ClockWork Portugal aqui. Pois bem, hoje foi para o ar o segundo episódio dos Diários Steampunk que conta com a presença desta vossa amiga. :) Foi um serão divertido que resultou numa conversa bastante longa, mas podem assistir aos melhores momentos.

Porque música é poesia (12)

Ainda não tive oportunidade de ver a segunda temporada de "A Game of Thrones" mas o raio desta música não me sai da cabeça.


The National - The Rains of Castamere

And who are you, the proud lord said,
that I must bow so low?
Only a cat of a different coat,
that's all the truth I know.
In a coat of gold or a coat of red,
a lion still has claws,
And mine are long and sharp, my lord,
as long and sharp as yours.

And so he spoke, and so he spoke,
that lord of Castamere,
But now the rains weep o'er his hall,
with no one there to hear.
Yes now the rains weep o'er his hall,
and not a soul to hear.

1 de junho de 2012

Temporada William Shakespeare

William Shakespeare
É verdade que ainda não completei os desafios a que me propus, nomeadamente o Inverno Filhos da Terra, sendo que o inverno já lá vai e a primavera de Gelo e Fogo (que era uma das resoluções para este ano) nunca chegou a andar para a frente, mas ainda assim acho que este tipo de coisas me motiva a pegar em livros em que tardo a pegar e faz-me querer conhecer um pouco mais sobre as temáticas ou autores por detrás dos livros. Chegou por isso a vez de William Shakespeare.

Ahah! Ele é o Henry V,
ele é o Cassio... *suspira*
Este ano planeava ler uma das suas peças para o Back to the Classics Challenge, mas como a BBC vai ter uma temporada dedicada ao senhor, nomeadamente com a apresentação de algumas das peças históricas (entre as quais Henry V e acho que é fácil perceber o porquê do entusiasmo, yep fangirlismo tem destas coisas :D ), pensei "porque não tentar fazer o mesmo?" E cá está a temporada Shakesperiana.

Estava a contar ler os dois livros com várias peças de Shakespeare que encontrei há algum tempo, a minha avó estava para os deitar fora (o crime!), no entanto a tradução não me parece das melhores de modo que fiz o download das The Complete Works of William Shakespeare no Projecto Gutenberg. O meu plano é por isso ler as peças no original e, caso tenha algum problema com o inglês e sobretudo com o sentido do texto, socorrer-me das traduções que tenho disponíveis. Assim vou escolher as minhas leituras dentro destes títulos:
  • Hamlet
  • O Rei Lear
  • Romeu e Julieta
  • Macbeth
  • Otelo
  • O Mercador de Veneza
  • Júlio César

Digo escolher porque não vejo a ler todas estas obras, apesar de o querer fazer mas isso é um projecto a longo termo, mas gostava de ler pelo menos 3 destes títulos. Se a leitura em inglês acabar por não ser tão complicada como isso, talvez me aventure por outras peças.

É também meu objectivo nesta temporada ver e rever algumas das adaptações cinematográficas que têm sido feitas, não só das suas peças mas também da sua vida. Gostava de ver sobretudo as adaptações pela mão do Kenneth Branagh, o filme "Anónimo" e rever "A Paixão de Shakespeare", não que seja um grande filme mas tem Judy Dench como rainha Isabel I e só isso vale a pena. "Romeu + Julieta" do Baz Luhrman também faz parte dos planos (tenho andado a querer revê-lo desde que vi o trailer do seu novo filme que conta também com a participação do Leonardo DiCaprio). Se tiverem mais alguma sugestão, agradeço. :)

Vou tentar ter algumas participações de outras pessoas dispostas a entrar nesta temporada mas não prometo nada. Se quiserem participar e contribuir estão à vontade. ;)

E só porque sim...

Book Confessions (6)

Eu sei, não se deve julgar as pessoas sem as conhecer e tal, mas quando entro pelo primeira vez em casa de alguém não consigo evitar olhar para as estantes e julgar o seu gosto em livros.

31 de maio de 2012

Maio 2012

Não sei se alguma vez disse mas o Instapaper rulla muito. Obrigado Tchetcha por mo teres dado a conhecer! Como andei uns tempos sem pc e ocupada com trabalho descurei a leitura do meu Google Reader, sendo que fui juntando os artigos cujos títulos me despertavam curiosidade ao Instapaper. Estou agora a tentar colocar a leitura em dia, pelo que alguns artigos já podem ser um pouco datados.

Isto hoje vai por tópicos, que ando preguiçosa:
  • Vaginal Fantasy Hangout - é uma espécie de bookclub, sendo que as moderadoras fazem depois vídeos em que conversam casualmente sobre os livros desse mês. As discussões centram-se em livros mais direcionados ao público feminino, daí o nome, geralmente do género romance paranormal. Achei uma ideia engraçada e as conversas são realmente giras de seguir. Até agora falaram sobre dois livros que já tive oportunidade de ler e revi-me nalgumas das opiniões. Têm também um fórum no GoodReads;
  • nestes últimos meses à tona uma discussão sobre plágio já que uma das mais influentes bloggers de livros YA parece ter plagiado. A partir do link indicado encontram outros para as mais variadas opiniões, como é que a blogger foi descoberta, etc. Acho sobretudo interessante na medida em que o plágio não passa apenas por copiar as mensagens ipsis verbis, mas por se apoderar de ideias e da forma como os próprios posts foram formatados sem dar o devido crédito, um único link. É certo que muitas ideias já são velhas, e se uma pessoa vai falar sobre como fazer um blog, não há muito pelo que se possa diferenciar de outros que já se debruçaram sobre o mesmo assunto, o não quer dizer que não tenhamos algo a dizer ou algum conselho a dar, mas se é um determinado post que nos leva a escrever porque não dizê-lo e fazer uma ligação ao post original? Não custa assim tanto e dá a conhecer outros blogs, talvez sobre outros temas, que interessem a quem lê;
  • ClockWork Portugal - surgiu um site que espera congregar os steampunkers portugueses! Tem artigos, críticas e promete uma webseries dedicada ao tema. O primeiro episódio dá a conhecer o que se espera com a rubrica e a definição de steampunk. Se o tema vos interessa, não deixem de visitar, até porque as meninas estão a tentar organizar um ramo da Euro Steam Con em Portugal;
  • aqui podem ler um artigo que enuncia e diferencia vários sub-genéros da ficção fantástica;
  • eu não devia estar entusiasmada com isto, remake e tal, MAS É O HIGHLANDER! Alguma vez disse como adoro os filmes e amava a série? Não?! Então digo agora! É provavelmente o maior de todos os meus guilty pleasures! E de repente fiquei com vontade de rever tudo... *desata a cantar "Here we are! Born to be kings, we're the princes of the universe!"* Queen <3 E já agora um pequeno guia para "os filmes favoritos da White Lady": tem espadas, atravessa séculos, os efeitos dos anos 80/90 agora parecem manhosos e tem música dos Queen? É um favorito!;
  • Posing like a man - OMD! xD É hilariante mas tem alguns pontos interessantes e sugiro que vejam os links indicados, mais não seja pelas fotos;
  • há uns tempos as Book Smugglers colocaram algumas perguntas para um estudo, que uma das autoras andava a efetuar, e publicaram agora os resultados. É interessante na medida em que apresenta valores para bloggers e não-bloggers muito semelhante e apesar de muitos serem leitores de e-books, estes não parecem interessados em maior conteúdo neste formato (havendo a possibilidade de entrevistas, vídeos, etc) mas não se importam de pagar um pouco mais por livros de coleção. Lá está, o papel não está morto (até eu se adorar o livro que tenho em digital pondero comprar a cópia em papel) e se a oferta for boa, tanto em papel como digital, podem contar comigo para pagar o extra. E quase como os DVDs, prefiro dar mais por uma edição toda XPTO que pagar um que só tenha o filme, para isso espero que dê na televisão;
  • aqui encontram sugestões de livros com personagens que têm algum tipo de deficiência. Recomendo o 4º volume da série Mercy Thompson, que conta com um jovem surdo que me cativou, tenho pena de não ver mais dele mas confesso que fiquei com alguma vontade de ler mais livros com personagens do género pelo que esta lista pareceu-me interessante;
  • o blog Sangue Fresco entrevistou o tradutor da série de livros; 
  • a Tor.com costuma ter bons artigos, aqui podem ler sobre séries longas e o problema que às vezes uma pessoa tem em criticar cada novo volume, quando em vez de uma história nos apresenta mais "um bocado" de uma história maior. Parece-me ser o porquê de tantos não gostarem dos últimos volumes do Martin. Ainda não li todos mas, há algum tempo falava sobre a série com outra fã, tenho a noção de que o mundo dele cresceu de tal forma que nem ele consegue segurar aquilo porque quer mostrar todo o seu mundo. Um outro artigo que gostei de ler foi este debruçando-se, desta feita, sobre o porquê de algumas mortes na ficção porem os fãs doidos. Atenção que tem spoilers,  mencionando por exemplo a morte do Diggory na série Harry Potter e esse foi um dos elementos que faz do 4º livro da saga o meu favorito, tal como a morte do Ned em As Crónicas de Gelo e Fogo também tornou aquele o meu livro favorito (até agora, ainda só li os quatro primeiros volumes em português) e fez com que eu tivesse uma nova pancada literária depois de Harry Potter ter chegado ao fim. E não posso terminar sem citar uma parte com que concordo:
By killing characters that readers have considered vital, creators like Martin and Whedon remind us that the threat is real in their stories, that even heroes can die and that goodness doesn’t always triumph over all. It makes readers think about issues like death and about how unpredictable life can be. That can make people nervous. It also makes for better, more realistic fantasy storytelling. 

Seguem-se as aquisições... Este mês apesar de ter começado bem, com bastantes leituras e rápidas, o ritmo foi abrandando, sobretudo porque tenho andado sem grande paciência para leituras. Há alturas assim. Mas não é por deixar de ler que os livros deixam de vir parar às minhas mãos e assim sendo, a wishlist cresceu em mais 4 livros para 427 livros por ler (71 e-books + 346 livros + 10 áudio-livros) - acrescentei também um áudio já tinha mas não estava listado. Devia parar as aquisições, por alguns meses mas é tão difícil.


Compras (Feira do Livro):
  • O Mistério da Casa Queimada (Coleção Mistério, Livro 1) de Enid Blyton
  • O Mistério da Gata Desaparecida (Coleção Mistério, Livro 2) de Enid Blyton
  • O Mistério do Quarto Secreto (Coleção Mistério, Livro 3) de Enid Blyton 

Compras e-books:
  • Just Like Heaven (Smythe-Smith Quartet, Livro 1) de Julia Quinn
  • A Night Like This (Smythe-Smith Quartet, Livro 2) de Julia Quinn

Ofertas e-books:
  • Fifty Shades of Grey (Fifty Shades, Livro 1) de E.L. James
  • Fifty Shades Darker (Fifty Shades, Livro 2) de E.L. James
  • Fifty Shades Freed (Fifty Shades, Livro 3) de E.L. James

Empréstimos da Filipa:
  • Cruz de Ossos (Mercy Thompson, Livro 4) de Patricia Briggs
  • Segredo de Prata (Mercy Thompson, Livro 5) de Patricia Briggs

E agora é que reparei que este mês foi algo eclético em aquisições, entre infantis e romance encontra-se também o chamado mommy porn. xD

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