31 de janeiro de 2012

Janeiro 2012

Voltamos aos balanços mensais! Este mês li um único livro mas não me parece que tenha sido mau. Peguei nele quando podia e me sentia inclinada para tal, fui pensando sobre o que lia e fui fazendo outras coisas a que precisava de dedicar-me, nomeadamente no que toca a trabalho e organização pessoal. Ainda ando em fase de encontrar o sistema GTD perfeito para a minha pessoa (começou mais ou menos por esta altura), mas devagarinho parece que me vou organizando e atingindo algumas metas a que me tenho proposto. Ao contrário dos anos anteriores, pus por escrito as minhas resoluções deste ano e tem-me feito focar e alterar alguns dos meus maus hábitos. Mesmo assim, ainda estou longe da perfeição, ainda procrastino um pouco, mas não posso mudar de um dia para o outro, não é verdade?

Uma das coisas que andei a fazer foi organizar o meu computador. O de trabalho esteve a arranjar e o facto de ter precisado de fazer backup dos dados levou-me a arrumar pastas e apagar documentos que já não eram necessários. Fiz o mesmo no computador de casa e aproveitei para organizar também o meu Kindle e o Calibre. Este último é um programa para gerir e-books e até agora não tinha atinado com ele, mas com a ajuda da guru do Calibre e do Kindle *vénia à Canochinha* e os artigos do blog Dear Author lá parece que as coisas andam a funcionar como deve ser.

Falando em Dear Author, este blog costuma ter artigos bastante interessantes, tal como esteeste e este. Os últimos fazem referência a uma onda de desentendimentos entre leitores e autores devido a críticas negativas, que deu também origem a este texto da Maggie Stiefvater (sigo o blog dela há algum tempo e tenho um livro dela por ler cá em casa) e a esta série de postagens (link para o dia 1, mas têm os links para os restantes dias no final do post) da Meljean Brook que é hilariante. A sério, esta mulher já era das minhas pessoas preferidas por escrever boas histórias com heroínas fortes e com humor à minha medida, agora estou a um ponto de endeusá-la. :P Outro blog que gosto de seguir é o The OF Blog e também se debruçou um pouco sobre o tema, mas sobretudo sobre alguma imparcialidade que existe entre autores e bloggers. O autor do blog não vê com bons olhos o GoodReads ( :P ) mas não deixa de ser um blog muito interessante e ele lê em português!

Interessante é também este pequeno artigo sobre os e-readers esconderem livros que envergonham os seus leitores, e no qual me revejo sobretudo no que toca àqueles livros de romances com capas sugestivas, por assim dizer, e a entrevista com dois dos meus autores de eleição! Bernard Cornwell e George R.R. Martin a falarem um com o outro! OMD! Deve ter sido por e-mail mas só imaginar os dois a conversarem e a discutirem quem vão ou não matar nos seus livros e como, faz esta fã ficar doida. *regrets nothing!*

Do que me arrependo é do que se segue...

Para quem queria
fazer um rácio do género por cada 5 livros que ler dos que andam cá por casa, posso ir buscar um à biblioteca. Também estou a pensar, para a Feira do Livro, fazer algo como "se lidos x livros dos que tenho, posso comprar y", mas tenho mesmo de poupar e comprar poucos
este ano começou mal. Felizmente não tenho gasto dinheiro, mas os e-books a preço 0 na Amazon hão de ser a minha desgraça. Tenho de ter um pouco mais de controlo e não comprar livros só porque estão a preço 0 e têm uma capa bonita...

Compras e-books:
  • The Centurion's Wife (Acts of Faith, Livro 1) de Davis Bunn, Janette Oke
  • On Little Wings de Regina Sirois
  • Out of Time de Deborah Truscott
  • Child of the Mist (These Highland Hills, Livro 1) de Kathleen Morgan
  • The Lady of Bolton Hill de Elizabeth Camden
  • A Kingdom's Cost, a Historical Novel of Scotland de J.R. Tomlin
  • With This Kiss de Victoria Lynne

Ofertas:
  • Um Toque de Sangue (Sangue Fresco, contos 4.1, 4.3, 5.1, 7.1, 8.1) de Charlaine Harris, ganho num passatempo do blog Sangue Fresco.

Como só li um percebe-se o saldo negativo para a redução da pilha TBR, ainda que tenha sido a pilha do Kindle a aumentar, não deixa de ser uma pilha. Assim sendo a pilha cresceu 7 livros (8 livros comprados - 1 livro lido), tendo agora 398 livros por ler (54 e-books + 344 livros). E isto é um número aproximado que há livros que não adicionei ainda ao GoodReads por serem compras feitas antes de 2007, ano em que comecei a fazer o registo.

As coisas têm realmente de mudar.

30 de janeiro de 2012

Book Confessions (1)

Já há algum tempo que sigo o Bookfessions. Como há alguns com que me identifico, vou tentar colocá-los por aqui.


A Tchetcha também fez um meme deste género. Penso que participei comentando. :)

24 de janeiro de 2012

Downton Abbey

Criador: Julian Fellowes
Atores: Hugh Bonneville, Elizabeth McGovern, Maggie Smith, Michelle Dockery, Dan Stevens

Mais informação técnica no IMDb.

Quando e onde o vi: tem dado desde 10 de outubro na Fox Life e tenho seguido religiosamente na companhia da minha mãe, com uma caneca de chá, bolinhos, manta e um enorme pacote de lenços ao lado. O último episódio foi emitido a 23 de janeiro. 

Temporadas: 1 e 2, que a Fox Life é fofa e deu logo tudo de seguido. O pior disto é mesmo ter de esperar até setembro para a estreia da terceira temporada! *chora*

Opinião: Nesta série seguimos a família Crawley que acaba de receber a notícia da morte do presumível herdeiro da propriedade de Downton Abbey, que seguia a bordo do fatídico Titanic que afundou a 12 de abril de 1912 (já agora, vai estrear este ano, nesta data, uma série sobre este acontecimento pelo criador desta série!), e que supostamente iria casar com a filha mais velha do conde Grantham (Hugh Bonneville). O conde tem apenas 3 filhas e, apesar dos vários esforços da condessa viúva (Maggie Smith) e da sua nora (Elizabeth McGovern), elas não podem herdar as terras nem o dinheiro. O novo herdeiro vem, no entanto, de um ramo mais humilde da família, o que faz com que tanto a família como o staff da casa tenham de se adaptar a uma nova situação. Como se isto não provocasse mudanças suficientes na vida daquelas personagens, a primeira temporada acaba com a notícia da entrada de Inglaterra na Primeira Guerra Mundial, período em que decorre a segunda e que mais mudanças traz ainda.

Esta série ganha sobretudo pelas personagens e as relações desenvolvidas entre elas. Para começar, são todas bastante humanas, com defeitos, virtudes e feitios. Não podemos deixar de nos compadecer com Mary (Michelle Dockery), apesar de aparentemente ser uma pessoa fria e algo calculista, ou Matthew (Dan Stevens), que se vê a braços com um futuro que não esperava. Não podemos ficar indiferentes a uma rija mulher como a condessa viúva, que no entanto tem um coração de ouro e as melhores frases de toda a série. xD

Além disso, adoro a ligação entre o staff e a família. Tenho um fraquinho por livros e filmes que retratam a vida upstairs e downstairs, como por exemplo O Segredo da Casa de Riverton e “Gosford Park”. Sempre achei curioso como alguém pode dedicar a sua vida a uma família a que não pertence e amá-la como se a sua fosse, como a quase devoção que Carson (Jim Carter) tem por Mary. Mas aqui também podemos ver como a família confia nos seus criados, pedindo-lhes indicações sobre como proceder, confiando-lhes segredos. No caso de Bates (Brendan Coyle) e do conde Grantham podemos ver mesmo amizade, coisa que Thomas (Rob James-Collier) e O’Brien (Siobhan Finneran) não parecem compreender, que não deixa de ser ameaçada por diferentes opiniões ou segredos.

Como não podia deixar de ser, também tem algum romance. Mary e Matthew, assim como Anna (Joanne Froggatt) e Bates fazem este meu coraçãozinho bater mais depressa sempre que estão juntos e ficar em pedaços quando separados. Está claro que a vida para eles não é fácil, mas o que seria da vida sem algumas dificuldades? Mas este é o tipo de romance que gosto. As subtis trocas de olhares, as frases com duplo sentido como, quando a Mary diz “Of course I want you” enquanto falam sobre um jantar, como Matthew trata o boneco-amuleto *suspira*, a cara de dor da Anna nos últimos episódios... *chora* Há lá coisa mais bonita que um amor velado, em que um pequeno gesto tem o peso de um enorme sentimento? *suspira mais uma vez*

Está claro que tem pontos negativos, apesar de enamorada com a série consigo ver-lhe defeitos, as Book Smugglers apontam alguns e não posso deixar de concordar com elas, sobretudo nos últimos episódios. Mas mesmo assim adoro a história (mesmo que se assemelhe a uma novela :D ), todo o casting, a enorme e belíssima mansão, os glamorosos vestidos, todo aquele sentido de etiqueta! E por tudo isto, aguardo impacientemente a terceira temporada. *abraça a série fofa na pessoa do Dan Stevens... wink, wink*

Veredito: Para ter na estante. É tão bom! A sério, não podia perder um único episódio nem a sua repetição. Esta série foi mesmo capaz de transformar a segunda-feira no dia da semana pelo qual mais ansiava, e sabe Deus como podem ser trágicas e horríveis as segundas-feiras. E está claro, tenho de ter isto em DVD.

23 de janeiro de 2012

Porque música é poesia (8)

E logo à noite dá o último episódio! *chora desalmadamente*
 
Quem é que me quer oferecer a banda sonora?

19 de janeiro de 2012

O Clã do Urso das Cavernas (A Saga dos Filhos da Terra, #1)

Autor: Jean M. Auel
Ficção | Género: Ficção Histórica
Editora: Publicações Europa-América | Ano: 1998 (originalmente publicado em 1980) | Formato: livro | Nº de páginas: 528 | Língua: português

Como me veio parar às mãos: Comprei-o! Há 20 anos que só ouvia falar no livro e comprei-o para o oferecer à minha mãe.

Quando e porque peguei nele: 1/jan/2012 a 19/jan/2012. Peguei nele porque já era tempo de o fazer, finalmente adquiri todos os livros e sempre deu para ir riscando alguns dos desafios a que me tinha proposto: Inverno Filhos da Terra, Mount TBR Reading Challenge, Book Bingo - Sugerido por alguém.


Citações:
Sou apenas uma rapariga, Grande Leão das Cavernas, e são-me estranhos os desígnios dos espíritos. Mas creio que agora compreendo um pouco mais. O lince foi um teste ainda mais importante do que Broud. Creb sempre disse que é difícil viver com tótemes poderosos, mas nunca me disse que as dádivas mais importantes que eles dão são dentro de nós próprios. Nunca me disse como uma pessoa se sente quando finalmente compreende. O teste não é apenas uma coisa muito difícil que é preciso fazer, o teste é saber-se que se consegue fazê-lo. Estou grata por me teres escolhido, Grande Leão das Cavernas, e espero ser digna de ti.

Opinião: Será fácil perceber que ouvindo falar do livro vai para 20 anos, as expectativas eram altas, mesmo dando-lhe o desconto de saber que os volumes seguintes não são tão bons. E de facto o livro começa bem. Conhecemos Ayla após sofrer a dura perda da sua família devido a um abalo sísmico. Esse mesmo abalo faz com que um clã de Neanderthais encontre a pequena orfã e resolva adota-la. É-nos permitido então, tal como a Ayla, conhecer e entrar naquela sociedade.

Nota-se que a autora fez um grande trabalho de casa, no que ao viver diz respeito e mesmo à sociedade, mas confesso que o retrato não é bem o que esperava ou tinha em mente. Sempre achei que esta sociedade era um pouco mais igualitária em termos de sexos, pelo que ver a diferenciação de tarefas e sobretudo como as mulheres eram tratadas, com porrada em cima sempre que não atendessem qualquer desejo dos homens, surpreendeu-me um pouco. Até uma curandeira é vista como sendo menos que os caçadores! Entendo que fossem eles que fizessem a caça grossa e que com isso tivessem algum estatuto, mas uma curandeira não deveria ser apenas a mais importante das mulheres, a meu ver estaria ao mesmo estatuto de um feiticeiro, neste caso Mog-Ur, já que até as artes curativas necessitariam de certa magia. No entanto, até é um retrato curioso e a divisão de tarefas entre homens e mulheres até se encontra justificada de forma interessante...

Numa antiguidade mais antiga que a apresentada (passo a redundância), homens e mulheres seriam iguais, no entanto, uma divisão foi necessária para que os cérebros não crescessem mais, já que os Neanderthais teriam uma espécie de memória coletiva. Teriam acesso a memórias forjadas pelos seus pais e avós, mediante a necessidade, para fazer objetos, caçar ou recolher plantas e frutos, ou fazendo uso da magia e de drogas naturais, plantas halocinogénicas e esse tipo de coisa. Confesso que até acredito nisto da memória coletiva, sobretudo tendo em conta os vários mitos criacionistas, ou pelo menos os que conheço e que me parecem muito semelhantes, e ver este tipo de ideia exposto foi um pequeno #win para a minha pessoa. :D

Mas nem tudo é bom. A escrita não me cativou por aí além, apesar de um ou outro parágrafo bem conseguidos, e se gostei da descrição daquele mundo pré-histórico, achei que a autora se alongava por demais. Há partes em que Iza enumera a Ayla todas as plantas úteis para uma ou outra doença e como devem ser tomadas. E apesar de se estender por um ou outro parágrafo, parece que nunca mais acaba. A autora também se repete inúmeras vezes, sobretudo no que toca às diferenças entre Ayla e o resto do clã. Cheguei mesmo a dizer “Ok, já percebi, ela é alta, loira, de olhos azuis e por isso feia, agora continua com a história!” Não achei que fosse necessário bater sempre na mesma tecla, quando podia ter dado mais ênfase há diferença de processamento cognitivo e lógico de ambos os seres. Acabamos por ter bastantes diálogos internos, sendo os de Brun, o chefe do clã, os mais interessantes juntamente com os de Creb, e mostrando que o clã era também capaz de um raciocínio coerente, conseguindo libertar-se das tradições, ou mesmo moldando-as por forma a fazer frente aos novos acontecimentos. Estes processos mentais acabam por ser bem mais interessantes que as deduções lógicas de Ayla, como “então se ele mete aquilo ali e por ali saem bebés, então não são os espíritos que geram bebés mas o sexo”. E realmente, não entenderiam o sexo? O_o

Ayla acaba por aparecer como uma Mary Sue, perfeita em tudo e capaz de tudo e mais alguma coisa. Tem um totem, espírito protetor, poderoso, ela cura, ela caça, ela consegue sobreviver sozinha, ela pensa, ela recorda, ela conta (por acaso até gostei dessa parte :D ), ela faz tudo de forma perfeita. E está claro que se ela é perfeita, há quem não goste de tal, neste caso Broud. A autora tenta passar o confronto entre ambos como um confronto entre espécies, a que sairá vitoriosa e a que se vê ameaçada e prestes a acabar. Isto também poderia ter sido bem aproveitado, não acabasse sempre da mesma forma, com Broud a agredir violentamente Ayla por tudo e por nada. Por ela se atrasar a fazer o que ele lhe mandava, por ela andar com confiança, por ela o olhar, por ela não olhar para ele, por ela lhe ligar, por ela o tratar com indiferença... Isto tornou a história repetitiva e chata de seguir. Deixei mesmo de me importar com a sorte de Ayla nas supostas situações de vida ou morte, pois claramente ela sairia sempre por cima ou com o seu espírito mais iluminado (e também tenho que confessar que algumas das melhores frases são exatamente quando ela se dirige ao seu totem seguindo uma grande revelação).

Também não me pareceu que as personagens atuassem conforme as suas idades. Eu percebo que os tempos eram outros, mas Ayla nunca me pareceu ter 8-11 anos, talvez excetuando no primeiro terço do livro, mesmo quando é descrita fisicamente. E ser-se praticamente idoso aos 20? Tudo bem, são uma raça diferente de pessoa (nem acredito que posso usar isto numa crítica!) e acredito que não vivessem até muito mais que 30/40 anos, mas dizer que aos 20 e alguns anos se seria muito velha para ter um filho (ok, era o primeiro, mas mesmo assim) pareceu-me um pouco demais. O_o

O livro tem um final muito bom. Aliás, o último terço é, a meu ver, o mais interessante de todo o livro. É o culminar de todo o livro e parece-me dar o mote para os que se seguem. Se o livro peca, é por demorar a lá chegar mas chegando lá e muito difícil colocá-lo de lado e não querer pegar no seguinte.

Veredito: Vale o dinheiro gasto. Este livro seria tão bom sem o segundo terço... Tem alguns problemas, nomeadamente no que ao ritmo e a repetições diz respeito, mas parece-me que acaba por valer a pena. Como disse, as expectativas eram altas, depois de ouvir a minha mãe e outros que adoraram o livro e consigo perceber o porquê, e acabaram por não sair goradas mesmo que não me tenha seduzido tanto. A escrita não me conquistou, a história por vezes arrasta-se, mas não deixa de ser um retrato e uma reconstituição interessante de uma época sobre a qual ainda há tanto por descobrir. Fica a curiosidade para ver o que reserva o futuro de Ayla e, porque não, do Cro-Magnon. :)

Há-de seguir-se: O Vale dos Cavalos (A Saga dos Filhos da Terra, #2) de Jean M. Auel

15 de janeiro de 2012

Quando não estou a ler (1)

Acho que é altura de realmente tirar o pó aqui do cantinho e assumir que isto até parece estar aberto. No entanto, vou tentar não me preocupar com o facto de o blog parecer parado nem com o comentar ou não todos os livros que leio. O cantinho começou por ser um lugar para fazer o meu registo de leituras e ir colocando alguns devaneios, sobre várias coisas que me interessam e passam pela cabeça, e é a isso que quero voltar.

Posto isto, e tendo em conta que (tirando o trabalho) a leitura até ocupa uma grande parte do meu tempo, parece-me ser notório que, tal como todas as pessoas, nem sempre me dedico a tal. Aliás, agora tenho mesmo andado tão cansada que raramente tenho tocado nos livros que ando a ler. O que ando então a fazer? Bem, tendo visto a rubrica "When I'm not reading" no blog The Unread Reader, decidi começar a partilhar outras coisas então a que me dedico quando não ando a ler (ou a ver TV/cinema, mas isso já tem uma tag aqui no blog).

Então o que ando a fazer, quando não estou a ler? Pois este domingo andei a cozinhar. Quer dizer, cozinhar-cozinhar nem por isso porque eu é mais bolos... Dediquei-me então a fazer uma fornada de Queques de Abóbora com Canela. Tinha visto a receita há tempos no blog As Minhas Receitas e como tinham bom aspecto, e eu [ironia] gosto pouco de queques [/ironia], foi a receita escolhida esta semana.


Convém dizer que perante a crise e o facto de lamentavelmente eu não ser rica, decidi começar a levar o lanche de casa. Sempre estive habituada a levar o almoço mas lanche e pequeno almoço sempre foram daquelas refeições que não me importava de comer fora. No entanto, têm um certo peso na carteira e já que a minha mãe me ofereceu um termo pelo Natal, para levar chá para o trabalho, pensei "o que é que vai bem com chá?" Bolinhos como este. :D

10 de janeiro de 2012

Sobre leitura

Esta tem sido daquelas alturas em que até há vontade para ler, mas e o tempo para sentar, relaxar e pegar no livro? Sim, tenho tempo para ficar ao computador e ler variados artigos, conversar com pessoas. Tenho tempo para sair, ver uma ou outra série, filme, mas esse não é o tempo para os livros, porque preciso de estar descansada. A televisão não exige tanto como a leitura e adormece a minha cabeça (num bom sentido, não no sentido de estupidificar), já os livros levam-me a adormecer a meio de uma frase, mesmo que esse livro esteja a ser interessante.

Nestes momentos é reconhecer que o meu estado em pouco ou nada ajuda o livro. A história merece toda a minha atenção e quando não a posso dar, o melhor é colocar o livro de lado e fazer aquilo em que consigo focar-me.

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