16 de junho de 2011

Booking Through Thursday: Interactivo?

A pergunta desta semana é...
With the advent (and growing popularity) of eBooks, I'm seeing more and more articles about how much “better” they can be, because they have the option to be interactive... videos, music, glossaries... all sorts of little extra goodies to help “enhance” your reading experience, rather like listening to the Director's commentary on a DVD of your favorite movie.

How do you feel about that possibility? Does it excite you in a cutting-edge kind of way? Or does it chill you to the bone because that's not what reading is ABOUT?
Basicamente concordo com o que a Célia diz na Estante de Livros onde deixei um comentário. :)

15 de junho de 2011

Sangue Mortífero (Sangue Fresco, Livro 9)

Autor: Charlaine Harris
Género: fantasia urbana
Editora: Saída de Emergência | Nº de páginas: 231

Resumo (do livro): Com a excepção de Sookie Stackhouse, os habitantes de Bon Temps, no Louisiana, pouco sabiam sobre vampiros e nada sobre lobisomens. Até agora. Lobisomens e metamorfos revelaram finalmente a sua existência ao mundo e isso poderá ter custado a vida a alguém que Sookie conhecia. Mas a sua determinação para descobrir o responsável pelo homicídio é posta de parte perante um perigo muito maior. Uma raça de seres sobrenaturais (mais velhos, poderosos e muito mais misteriosos do que os vampiros ou os lobisomens) prepara-se para a guerra. E Sookie, enredada ainda na teia de antigos amores, ver-se-á como peão demasiado humano nesta batalha...

Opinião: Estes últimos livros da série tem sido algo “meh” e este não foge a isso. Sinceramente, não sei se é pelo facto de ter lido muitos livros com vampiros de seguida, mas o que é certo é que a Charlaine e a sua Sookie nestes 3 volumes não me disseram nada. :/

Começamos com a “saída do armário” dos lobisomens e com um crime, aparentemente motivado pelo ódio contra os metamorfos, para acabar numa guerra entre fadas. Se isto poderia ser interessante? Sim, podia mas sinceramente a história não me conseguiu agarrar, de tão previsível que se torna, e cansou-me que aconteça tudo e mais alguma coisa à Sookie num curto espaço de tempo. Além disso, não sinto qualquer empatia para com a Sookie. Não consigo explicar mas ter lido ou não este livro é-me igual ao litro. Tal como no volume anterior:
Não consigo deixar de pensar que muita da acção passa por um “vim, vi, venci” que nos deixa boquiabertos e a questionar-nos “mas é isto?”
Não consigo perceber o que aconteceu entre os livros 4, 5 e 6, de que gostei bastante, e estes mas o que é certo é que não consigo mergulhar na história da mesma maneira e começo a não me importar minimamente com a Sookie. Aliás, pergunto-me se alguma vez me importei, já que me parece que ela podia ser um pouco mais inteligente. Felizmente, e deve ser o único ponto positivo na minha humilde opinião, parece que a sua vida amorosa começa a entrar nos eixos, mas o que mais sobressai na leitura é o grande nada que deixou, de tal maneira que uma semana depois de ler o livro e enquanto escrevo esta crítica, de pouco ou nada mais me lembro. :/

Se fosse emprestado pouco se perderia com isso: Ganhei este livro num passatempo e começo a pensar “ainda bem que assim foi”. Aliás, acho que até agora não comprei nenhum volume, ganhei dois em passatempos, arranjei um via BookMooch e a maior parte dos volumes que li foram-me emprestados. Começo a ficar confusa de tal maneira que já não sei se a quero completar. Talvez o mal seja meu e não os tenha lido na melhor altura (este ano parece que não leio nada de jeito, nada me agarra) mas o que é certo é que começo a ficar farta da Sookie. Não sei se a série televisiva também contribuiu para o pouco entusiasmo, já que a 3ª temporada não foi bem o que estava à espera e, apesar de não ter desgostado, não me sinto assim tão empolgada enquanto espero pela 4ª temporada. Começo a sentir um grande vácuo no que a série, seja televisiva ou literária, diz respeito. :/

13 de junho de 2011

Dragon Ball, volume 1

Dragon Ball, vol 1
Autor: Akira Toriyama
Género: manga
Editora: Asa | Nº de páginas: 198

Resumo (do site GoodReads): Tudo começa com o pequeno rapaz, Son Goku, que mora sozinho numa montanha. Foi encontrado numa floresta pelo velho Son Gohan que o ensinou a arte do kung fu. Numa noite, Gohan foi morto por um monstro misterioso. Ágil e forte e sem maldade, Goku destaca das outras pessoas por ter um rabo de macaco. A história começa quando Goku conhece Bulma, uma rapariga que o convence a ajudá-la na procura das 7 Bolas do Dragão que, quando reunidas, podem realizar um desejo através da invocação ao Deus Dragão...

Opinião: Lembro-me de ver a série televisiva quando era mais pequena, na SIC, e quando vi a manga à venda mal quis acreditar. :D Acho que dei pulos de contente, devo ter gritado um valente “YAY!” e a Slayra deve ter pensado (ou melhor, deve ter tido a certeza) que eu havia ensandecido. Infelizmente só via os volumes mais recentes, mas veio a Feira e o meu irmão (talvez ainda mais doido que eu pela série) lá fez o favor de comprar.

Apesar de fã, confesso que pouco me lembro de cada episódio, tenho mais presente a série Dragon Ball Z, mas parece-me que a manga segue mais ou menos a mesma história. Tem as mesmas piadas, as mesmas personagens, o mesmo desenho... Não será a 8ª maravilha do mundo, mas entretém como os desenhos animados o fizeram em tempos. :P Eu não me lembrava era que havia tanta piada com cuecas... *revira os olhos*

Vale o dinheiro gasto: Talvez não seja para toda a gente, mas vá lá, quem não cresceu maravilhado com as aventuras do Son Goku? :P

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9 de junho de 2011

Booking Through Thursday: Comprado ou emprestado?

A pergunta desta semana é...
All things being equal (money, space, etc), would you rather own copies of the books you read? Or borrow them?
Sinceramente, é-me completamente indiferente. Tanto leio livros comprados como emprestados. É claro que gostava de ter uma casa forrada com estantes do chão até ao tecto, mas acho que não prescindiria dos empréstimos, já que permitem um outro tipo de contacto com amantes de livros como eu. :)

8 de junho de 2011

GTD - Fazer Bem as Coisas: a arte de fazer acontecer

Autor: David Allen
Género: gestão (não ficção)
Editora: Actual Editora | Nº de páginas: 293

Resumo (do site Goodreads): Pela primeira vez editado em Portugal este bestseller internacional irá revolucionar a sua forma de trabalhar e de se organizar. O famoso método Getting Things Done (GTD), de David Allen já deu provas da sua eficácia ao nível da organização pessoal, eficiência, criatividade e os seus resultados, quer no trabalho como na vida pessoal.

David Allen, um orientador experiente e consultor em gestão, partilha estes seus métodos para o ajudar a atingir um melhor desempenho, sem
stress.

A fórmula de Allen é simples: a nossa produtividade é directamente proporcional à nossa capacidade de relaxar. Só quando as nossas mentes estão claras e os nossos pensamentos organizados é que podemos alcançar resultados eficazes e libertar o nosso potencial criativo. A partir de princípios básicos e truques comprovados, este livro pode transformar a sua forma de trabalhar e viver, mostrando-lhe como entrar no ritmo sem se desgastar.


Opinião: Comecei em Maio uma formação cujo um dos módulos consistia em “Gestão do Tempo”. O nome do módulo, como a formadora fez questão de apontar, é enganador já que o tempo não pode ser gerido. Ele é constante, todos temos o mesmo tempo e não podemos reaver o tempo perdido, logo não gerimos o tempo mas a nós próprios e ao que fazemos com ele. Até aí pouco me tinha debruçado sobre tal temática, sempre achei que trabalhava melhor sobre a pressão dos prazos na faculdade, mas na vida profissional trabalhar sobre pressão constante é realmente um stress com que tenho dificuldade em lidar e causa-me problemas físicos. Sendo assim decidi aprofundar e conhecer outras técnicas de gestão, até para desenvolvimento pessoal (um dos meus objectivos para este ano era ser mais pró-activa, o que estou a conseguir fazer com relativo sucesso! YAY me!), daí que tenha pegado neste livro depois de ouvir sobretudo a Tchetcha a falar bem desta técnica GTD (Get Things Done).

O mais engraçado foi constatar que em certa medida já o faço, elaboro listas semanais de coisas por fazer, mas sem dúvida de que há espaço para melhorar e o método apresentado consegue ser bem mais organizado, ainda que algo trabalhoso a início. Na verdade, o meu problema nem se prende tanto com a organização, com “Qual a próxima acção?” a executar para levar para a frente um projecto em curso, mas sobretudo com a pouca vontade/motivação que tenho para fazer as coisas. O autor centra-se um pouco no objectivo final, no porque é que estamos a fazer isto, pois bem, eu praticamente imagino todos os meus projectos acabados, com tudo a correr bem, um pouco ao contrário da imagem da mente pessimista que David Allen apresenta, o que leva a que eu não tenha a verdadeira noção do tempo que algumas actividades realmente me tomam e daí desesperar quando percebo que, em vez de estar de papo para o ar, devia de ter estado a fazer alguma coisa de útil.

Não duvido da eficácia deste método e consigo ver alguns méritos pois para além de organizar a nossa vida, seja a nível profissional como pessoal, parece também dar um boost motivacional. Está claro que para tal é preciso mudar alguns hábitos, é preciso realmente perceber como as coisas são feitas e como se processam tendo em conta todos os factores que podem influenciar um projecto, desde o tempo, material, contactos com outros... Pode dar a ideia de que sou parva, mas a verdade é que só abri os olhos para algumas coisas ao ler este livro. Às vezes é preciso alguém, uma formação ou um livro, para chamar a atenção para as coisas óbvias. :P

Planeio colocar este método em prática, ou pelo menos adaptá-lo às minhas necessidades, que felizmente não são aquelas que servem de exemplo, já que são mencionados gestores de topo e fusões de empresas. Mas como disse, implica mudança de hábitos o que é sempre um pouco difícil. Para tal deve-se organizar o escritório (o meu é um caos e gosto dele assim já que sou daquelas que encontra a ordem no caos :P ), tirar dois dias para implementar este método e fazer a recolha dos “assuntos” pendentes, o que também está difícil e há momentos em que parece que nem tempo para respirar tenho, processar esses “assuntos” de modo a perceber que acções é que são precisas para então organizar as acções elaborando várias listas e por fim rever todo o processo para dar conta de pontas soltas e processar novos “assuntos” que entretanto tenham surgido. Agora agradecia tempo era para implementar isto. Talvez em férias.

Vale o dinheiro gasto: Fui buscar este exemplar à biblioteca mas penso que será uma óptima aquisição. Parece-me um livro de referência na técnica organizacional e a cada leitura parece, o próprio autor o diz (com certeza a tentar “vender” o seu produto :P ), que alguns detalhes ganham outro valor ou dimensão. Afinal de contas não somos seres perfeitos nem somos todos iguais, pelo que um método pode funcionar para um e não para outro, mas um exemplo que não me tenha chamado a atenção antes, pode ser exactamente o que faz falta para o meu funcionar na perfeição e levar-me a ser mais produtiva, e tudo sem stresses.

6 de junho de 2011

Porque música é poesia (6)


Lisbeth Scott - Take Me Home

In the sweet light
Of the valley,
When the sun falls
Upon the vine,
I shall lay down
All of my troubles,
And I lift up,
This heart of mine.

Take me home, Lord,
Oh take me home.
O'er the hillside,
And o'er the sea,
To the soft grass of the valley,
Where your grace
Shall set me free.

Through the shadows
Of the darkness,
Through the storms that
Lead me astray,
I shall travel
Forever knowing,
In your light
I always stay.

Take me home, Lord,
Oh take me home.
O'er the hillside,
And o'er the sea,
To the soft grass of the valey,
Where your grace
Shall set me free.

2 de junho de 2011

Booking Through Thursday: Críticas

A pergunta desta semana é...
Do you read book reviews? Whose do you trust? Do they affect your reading habits? Your buying habits?
Sim, leio algumas críticas, nomeadamente de livros que por alguma razão suscitam o meu interesse. Mas mesmo assim, só leio as críticas completas de alguns bloggers/pessoas com quem sinto ter alguma afinidade. Na minha opinião são as que se encontram melhor escritas e que analisam/abordam exactamente o que quero saber, nomeadamente as linhas gerais do enredo (não é preciso serem resumos, aliás não o devem ser), se as personagens são credíveis e se é fácil relacionarmo-nos com elas. Também gosto de saber como é a escrita do autor, mas para mim esse não é dos factores mais importantes.

Na maior parte dos casos tenho em conta a classificação atribuída. Tenho de confessar que sou preguiçosa e cansa-me, por vezes, ler opiniões na internet. Há algumas tão extensas, com tanta palha e adjectivo, que se torna difícil perceber o que o autor realmente achou do livro. Nestes casos sou então capaz de ler na diagonal, mas geralmente leio unicamente o primeiro e o último parágrafo, pois é nesses que está mais explícito o que levou tal pessoa a lê-lo e a sua opinião geral.

Se isto afecta os meus hábitos de leitura? Penso que não. Pode ter aberto o meu espírito a títulos que me faziam torcer o nariz, pode ter-me levado a pegar em determinado livro que pensava ler mais tarde ou adiar um livro que queria ler mais cedo... Mas o impacto não será muito. Já no que toca a compras... sim, afecta um pouco. :P

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