11 de abril de 2009

Páscoa Feliz



Gostava de desejar uma Páscoa Feliz, cheia de ovos de chocolate e amêndoas!

Your Blog is Enchanted



Julie do blog Outlandish Dreaming foi muito simpática ao presentear-me com este prémio. Como ela diz no blog, é curioso como nos conhecemos. Começámos por nos conhecer porque gostávamos de fazer icons no LJ mas algures tornámo-nos em ávidas leitoras e críticas dos livros que temos lido. Na verdade, se não fosse ela não conhecia a série Outlander da Diana Gabaldon nem outros livros que envolvem highlanders. :P Entretanto os icons ficaram para trás...

The only requirement for this award is that you share it with whomever you like, sharing the love is always a good thing. The blog has to show only one characteristic, caring. So, start sharing this enchanted award with five other bloggers. Let your bloggers know they have received this enchanted award. (Remember, fairies are fickle wee things, don't incur their displeasure by ignoring their gift.)
Gostava de oferecer este prémio a todos os que gostam de espalhar o amor, nomeadamente pelos livros, por isso ofereço-o a todos os que visitam este espaço e dão também a conhecer novos livros. ;)

10 de abril de 2009

Lovely Blog Award


Kerrie do blog Paradise Mysteries, que se encontra a realizar o Agatha Christie Reading Challenge Carnival, foi muito simpática ao presentear o meu LJ com este prémio, pelo que também o passo para aqui.

The rules to follow are:
1) Accept the award, post it on your blog together with the name of the person who has granted the award and his or her blog link.
2) Pass the award to 15 other blogs that you've newly discovered. Remember to contact the bloggers to let them know they have been chosen for this award.


Gostava de atribuir este prémio a:
Outlandish Dreaming
Livros, Livros e mais Livros
Nefertiri's Book Blog
Estante de Livros
O Cantinho do Bookoholic
Na Companhia dos Livros
Aneca's World
Cosy Little World
Lights, Camera... History
Mil Livros, Um Sonho
O Prazer das Coisas
Vidas Desfolhadas
espirros
Muito para ler

O último vai para quem lê este blog. ;)

Editado a 3/Maio.: Distinguido pelo blog Livros de Bia.
Editado a 7/Junho.: Distinguido pelos blogs Papéis e letras e Livros e Outras Coisas.

5 de abril de 2009

Silent in the Grave (Lady Julia Grey Series, Livro 1)

Autor: Deanna Raybourn
Género: Mistério
Editora: Mira Nº de páginas: 511
Nota: 3/5

Resumo (da capa):
London, 1886

To say that I met Nicholas Brisbane over my husband’s dead body is not entirely accurate. Edward, it should be noted, was still twitching upon the floor…

For Lady Julia Grey, her husband’s sudden death at a dinner party is extremely inconvenient, not to mention an unpardonable social gaffe. However, things take a turn for the worse when inscrutable private investigator Nicholas Brisbane reveals that the death was not due to natural causes.

Drawn away from her comfortable, conventional life, Lady Julia is exposed to threatening notes, secret societies and gypsy curses, not to mention Nicholas’s charismatic unpredictability…

This sparkling witty tale is the first in a captivating new series featuring Lady Julia Grey and Nicholas Brisbane.

Opinião: Mais uma vez, deixei-me influenciar por uma capa bonita (prefiro esta às restantes edições, é mesmo linda) e uma crítica favorável. Mesmo a sinopse é algo que capta o interesse. E a primeira frase então (vide citação acima) é daquelas que agarra a nossa atenção desde o primeiro instante. Pena que seja só a primeira frase a fazer isso. Esperava um pouco mais do livro.

A história tem lugar em plena época vitoriana e começa com a morte de Edward, marido da protagonista, Lady Julia Grey, mas parece que a sua morte foi tudo menos natural, apesar de sofrer do coração. Perante a informação de Nicholas Brisbane, um género de detective privado, de que Edward havia recebido, nos últimos tempos de vida, cartas ameaçadoras e a descoberta de uma destas por Lady Julia, eis que ela se decide então a encontrar o verdadeiro culpado.

Apesar de ter como ponto de partida o assassinato, este passa quase para segundo plano na medida em que a protagonista vai continuando a viver a sua vida, revelando outros mistérios sobre aqueles que as rodeiam. E são exactamente estes personagens, nomeadamente a família March, a família da protagonista, que dá alguma cor ao livro, assim como o retrato da época vitoriana. É engraçado ver as excentricidades de alguns, numa época tão fechada onde se ligava muito ao comportamento correcto e à etiqueta. A protagonista também é engraçada de seguir sendo fácil relacionarmo-nos com ela, e ainda bem já que a história é contada na primeira pessoa. Já Nicholas Brisbane me pareceu uma cópia barata de Sherlock Holmes, para além de ser aborrecido de tão perfeito que é: consegue fazer tudo mais alguma, tem um passado misterioso (bastante fácil de descobrir), tem a visão… Quanto ao assassino, só descobri mesmo quando ela se prepara para o confrontar e confesso que soube a pouco.

Apesar de tudo foi uma leitura interessante e confesso-me algo curiosa para ler os restantes livros. Mas se vierem ter comigo, tal como aconteceu com este, é melhor.

30 de março de 2009

Mansfield Park (1983)

Informação técnica no IMDb.

Director: David Giles
Escritores: Ken Taylor (adaptação) e Jane Austen (romance original)
Actores: Sylvestra Le Touzel, Nicholas Farrell, Robert Burbage
Nota: 4/5

Esta é a única versão das que vi que se mantém fiel ao livro original e devo confessar que, mais uma vez como se passou com Ema, prefiro a adaptação ao livro. As partes mais chatas são colocadas de lado e a protagonista, Fanny Price, parece crescer mais aqui que no livro. Também foi mais fácil gostar dela, assim como de todas as outras personagens, à excepção da Tia Norris, como seria de prever, e de Henry Crawford, o que vai bem com os sentimentos de Fanny, mas mesmo assim deviam ser mais dúbias as suas intenções e o actor não consegue desempenhar tão bem essa duplicidade da personagem, como o conseguiu o actor da adaptação de 1999.

Vi esta série, composta por seis episódios, editada em Portugal pela Prisvideo e devo de confessar-me um pouco desiludida com a tradução. No primeiro episódio, “you need to call on” é traduzido por “tem de telefonar a”. Ora bem, os telefones na época, finais do séc. XVIII – início do séc. XIX, não existiam! Há que ter este tipo de pormenores em conta. Eu até pensei que estava a ler mal e voltei atrás, mas está lá. É um erro crucial, a meu ver, e acho que pedir para terem mais cuidado não é pedir muito.

29 de março de 2009

Aquisições (XIX)

Esta semana voltei a adquirir a alguns livros, através do BookMooch:
Já estou a ler o primeiro e a gostar, mas ainda é cedo para dizer o que quer que seja. Segue-se a leitura da pilha, a ver se desta a mando abaixo sem quaisquer outras distrações. O segundo fica, por isso, para mais tarde.

Fire Study (Study Trilogy, Livro 3)

Autor: Maria V. Snyder
Género: Fantasia
Editora: Mira | Nº de páginas: 441
Nota: 2/5

Resumo (da capa): THE APPRENTICESHIP IS OVER. NOW THE REAL TEST HAS BEGUN.

When word that Yelena is a Soulfinder – able to capture and release souls – spreads like wildfire, people grow uneasy. Already Yelena’s unusual abilities and past have set her apart. As the Council debates Yelena’s fate, she receives a disturbing message: a plot is rising against her homeland, led by a murderous sorcerer she has defeated before.

Honour sets Yelena on a path that will test the limits of her skills, and the hope of reuniting with her beloved spurs her onward. Her journey is fraught with allies and enemies. Yelena will have but one chance to prove herself – and save the land she holds dear.


Opinião: Já havia lido, mais uma vez, a crítica da Canochinha (a quem agradeço ter emprestado os livros) que alertava que este livro não era tão bom como os seus predecessores, mas nunca pensei que fosse realmente tão difícil lê-lo e foi com alegria que o coloquei de lado e segui em frente.

O primeiro livro é de longe o melhor, com personagens e uma história interessante. A sua leitura foi mesmo como uma lufada de ar fresco. Já ao segundo, falta algum do carisma das personagens, sendo que a história continua a agarrar-nos. Neste terceiro e último volume, nem personagens nem história se salvam. E devo confessar que senti isto logo no início, a partir do momento em que o Homem Lua (Storyweaver de Yelena, que teria como função orientá-la, através de mensagens crípticas) sofre de claustrofobia. Pois…

Yelena começa a sua viagem, neste último volume, perseguindo Ferde e Cahill de modo a interceptá-los e gorar os seus planos de conquistar forças para atacarem Ixia. No entanto, apercebe-se de que existe um plano maior por detrás de tudo isto.

Nada de novo acontece e a história é mais que previsível. Perdi mesmo a conta às vezes que revirei os olhos, o que não é um bom sinal. Sentimos que andamos de um lado para o outro, sem no entanto nos movermos na história; temos uma super-heroína altruísta, que coloca toda a gente de lado e começa a questionar os seus poderes (a pseudo-profundidade, que me fez desgostar ainda mais da personagem); temos também referências, que se tornam irritantes, aos livros anteriores, como se não os tivéssemos lido, que não desenvolvem em nada a narrativa, e duvido mesmo que alguém que lesse este livro sem ler os outros ficasse esclarecido com tais referências. Não me posso esquecer de referir as sequências de lutas, quase todas cópias do livro anterior. O final também não me satisfez por aí além, mas ao menos uniu os vários fios soltos.

Claramente abaixo dos livros anteriores, vale sobretudo pelo final que, como disse, responde às dúvidas que temos desde o primeiro livro, mas agora acho que passava bem sem ele. Ou pelo menos, sem grande parte deste livro. E continuo sem saber se hei-de pegar no Glass Storm

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