Já agora, o sétimo volume será publicado mais para o final deste ano. Aqui e aqui podem ver as capas (britânica e americana respectivamente) de An Echo in the Bone.
8 de fevereiro de 2009
Aquisições (XV)
Já agora, o sétimo volume será publicado mais para o final deste ano. Aqui e aqui podem ver as capas (britânica e americana respectivamente) de An Echo in the Bone.
6 de fevereiro de 2009
3 de fevereiro de 2009
1 de fevereiro de 2009
Tom Clancy's Op-Center: Mirror Image
Autor: Tom Clancy, Steve Pieczenik e Jeff RovinGénero: Thriller
Editora: Berkley Books | Nº de páginas: 436
Nota: 3/5
Resumo (da capa): The Cold War is over. And chaos is setting in. The new president of Russia is trying to create a democratic regime. But there are strong elements within the country that are trying to stop him: the ruthless Russian mafia, the right-wing nationalists, and those nefarious forces that will do whatever it takes to return Russia to the days of the Czar.
Op-Center, the newly-founded but highly successful crisis management team, begins a race against the clock and against the hardliners. Their task is made even more difficult by the discovery of a Russian counterpart... but this one's controlled by those same repressive hardliners.
Two rival Op-Centers, virtual mirror images of each other. But if this mirror cracks, it'll be more than seven years of bad luck.
Opinião: Estava um pouco de pé atrás com este livro, já que Tom Clancy é conhecido por se incluir no género techno-thriller e eu não sou grande apreciadora de descrições tecnológicas (como o que acontece no livro Atlantis de David Gibbins). Felizmente a descrição dos elementos electrónicos não é extensa, apenas o necessário para se compreender que uso é que tem na história.
Quanto à história em si, também gostei se bem que a certa altura achei que sofria de jet-lag. Os capítulos saltam de um ponto geográfico para outro, onde a acção se encontra a decorrer, e como estes pontos encontram-se por vezes em locais opostos no mundo, os capítulos tratam então de nos indicar o dia, o local e a hora a que passa a acção. Passamos de uma tarde, para um local à noite e no capítulo seguinte é de manhã. Isto cansou um pouco a início, daí a sensação de jet-lag porque não sabemos a quantas andamos, mas após apanhar o ritmo torna-se bem mais agradável.
Encontramo-nos então nas vésperas de a Rússia colocar um centro de operações completamente operacional, um exacto reflexo de um outro centro existente nos E.U.A., mas este gerido não pelo estado russo, mas antes por um ministro, derrotado em eleições e que deseja que a Rússia volte aos tempos áureos da União Soviética. Para se certificar que os E.U.A. não se intrometem, ameaçam com ataques terroristas, mas é claro que os E.U.A. não podem ficar de braços cruzados e é assim que o Op-Center americano entra sorrateiramente em acção.
As personagens são pouco desenvolvidas, apenas de maneira a perceber o que lhes vai pela cabeça, mas não podemos deixar de ficar indiferentes ao que os espera nas variadas missões. É fácil ligarmo-nos a elas a sentirmo-nos como que dentro das equipas.
É um livro algo visual e que penso que resultaria como filme, à semelhança das adaptações de Bourne e Jack Ryan. Como livro entretém e não é maçador, é uma boa leitura para desanuviar a cabeça.
29 de janeiro de 2009
27 de janeiro de 2009
Yes Man/Sim!
Informação técnica no IMDb.Director: Peyton Reed
Escritores: Nicholas Stoller, Jarrad Paul e Andrew Mogel (adaptação)
Actores: Jim Carrey, Zooey Deschanel, Bradley Cooper
Nota: 3/5
É mais um filme à Jim Carrey, um pouco na onda de Bruce Almighty, a que eu já não tinha achado muita piada. As melhores cenas resumem-se aquelas que são mostradas no trailer.
Quanto à história, também não é nada de novo. Carl é uma daquelas pessoas que passa a vida a adiar saídas com amigos, que não gosta de sair de casa, preferindo ficar-se pela sua rotina e trancar-se em casa a ver filmes. Temendo, no entanto, morrer solitário, frequenta uma sessão (do género da que Bob Proctor deve ter dado em Portugal, por causa de O Segredo), que tem como tema dizer “Sim!” a todos os convites/oportunidades que lhe surgem à frente e assim viver a vida. Ele sai de lá como que com um pacto feito, não só com o apresentador da sessão mas com o Universo...
Claro que a situação é levada ao exagero, sobretudo quando dizendo “não” torna-se vítima de bastantes acidentes, pelo que se transforma quase num robot que obedece, diz “sim”, a tudo o que lhe dizem e pedem. Entretanto conhece Allison, uma personagem bastante diferente de Carl e que desde sempre disse “sim!” às oportunidades que lhe surgem e que vive seguindo os seus sonhos. Quando esta tem conhecimento do pacto firmado por Carl e coloca em causa a relação de ambos.
Vê-se bem, mas não é nada demais. Na verdade, não me arrancou tantas gargalhadas assim, pelo contrário, mas não deixa de se ver bem.
25 de janeiro de 2009
Aquisições (XIV)
Acho que nunca adquiri tantos livros como na passada semana. Colocando de lado a colecção da revista Sábado, que mais uma vez vou fazer, chegaram-me às mãos esta semana:
Via blog historical-fiction.com:
No entanto, tenho mantido a promessa que fiz a mim própria, gastar pouco dinheiro (ou mesmo nenhum) em novos livros. Até agora, só gastei perto de 9 euros! :) E não me tenho desviado da leitura da pilha, se bem que O Estranho Caso de Benjamin Button é tão pequeno, que apetece pegar nele...
Compras na FNAC:
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