18 de janeiro de 2009
Aquisições (XIII)
Resta dizer que esta semana também coloquei a minha mão na edição de Contos de Eça de Queirós, que andava perdida numa das estantes da casa da minha avó. :D
13 de janeiro de 2009
Harry Potter and the Philosopher's Stone (Harry Potter, Livro 1) [áudio-livro]
Autor: J.K. Rowling; Stephen Fry (narrador)Género: Fantasia
Editora: Cover to Cover Cassettes Ltd | Nº de páginas: -
Nota: 4/5
Resumo (do site Amazon.co.uk): There was a shower of shooting stars when Harry Potter was born - weathermen all over our world of Muggles were amazed. But in the other world, the Ministry of Magic wasn't surprised at all. For Harry Potter was to be one of its finest and most famous wizards.
Brought by flying motorcycle to live with his horrible Uncle Vernon and Aunt Petunia and their truly terrible son Dudley. Harry lives unhappily until his eleventh birthday. He is rescued by the magic, if somewhat disorganised, messenger Hagrid, and taken to Hogwart's School of Witchcraft and Wizardry.
Opinião: Para dizer a verdade, já perdi a conta a quantas vezes reli este livro, provavelmente esta foi a quarta ou a quinta vez, mas foi a primeira em que “li” em inglês. Se calhar advém desse facto o sentimento de “descoberta”, muito semelhante ao da primeira vez que li o livro, apesar de já saber a história de trás para a frente.
É notório o tom infantil, mas acho que é isso que J.K. Rowling tem de bom como escritora. Ela apresenta-nos uma personagem bastante jovem, mas fá-la crescer ao longo dos livros, e o mesmo acontece com os leitores. Apesar de já ser crescidinha, o tom infantil fez-me sentir criança outra vez e foi agradável ouvir sobre feiticeiros bons e maus, unicórnios e dragões, personagens fantásticas que apelam à imaginação de todas as crianças. Mesmo assim, nota-se que existe um tom negro por trás e que se vem a reforçar nos livros seguintes. Mas para ponto de partida é genial. Esta série, e este livro que já li e reli vezes sem conta, continua a surpreender-me a cada nova leitura. Não consigo ficar indiferente.
Stephen Fry é um excelente actor e aqui faz um brilhante trabalho como narrador. É fácil identificar as personagens e os sentimentos nas várias vozes que faz.
11 de janeiro de 2009
Great Buddy Award
Ana T. do blog Aneca's World foi muito simpática ao atribuir-me este prémio na página que tenho no LJ.The rules:
1. Put the logo on your blog.
2. Add a link to the person who awarded you.
3. Award up to ten other blogs.
4. Add links to those blogs on yours.
5. Leave a message for your awardees on their blogs.
Gostava então de premiar também to:
Julie do blog Outlandish Dreaming
Slayra do blog Livros, Livros e mais Livros
Nefertiri do blog Nefertiri's Book Blog
Canochinha, Cristina and Menphis, a equipa do blog Estante de Livros
Iceman do blog N Livros
Pedro do blog O Cantinho do Bookoholic
Morah do blog Literaturismos e afins...
Isabel Maia do blog Na Companhia dos Livros
10 de janeiro de 2009
Pilha de livros
Já que tive de tirar umas fotografias ao livro que estou a ler, porque de outra maneira não tenho uma imagem para colocar ali ao lado, resolvi também tirar uma foto à pilha de livros que se encontra na minha mesinha de cabeceira, ameaçando tombar para cima de mim todas as noites...
Achei que ter os livros numa pilha destas, faria com que não me desviasse do plano de leituras e ajudaria a que eu (finalmente!) chegasse a ler os livros que tenho cá por casa. Por isso, talvez com uma ou outra excepção, estes serão os livros que me vão acompanhar durante estes meses que se seguem. Depois, seguir-se-á outra pilha semelhante...
Achei que ter os livros numa pilha destas, faria com que não me desviasse do plano de leituras e ajudaria a que eu (finalmente!) chegasse a ler os livros que tenho cá por casa. Por isso, talvez com uma ou outra excepção, estes serão os livros que me vão acompanhar durante estes meses que se seguem. Depois, seguir-se-á outra pilha semelhante...
O Terceiro Passo
Autor: Christopher PriestGénero: Thriller
Editora: Saída de Emergência | Nº de páginas: 310
Nota: 4/5
Resumo (da capa): O Prestígio é uma história de segredos obsessivos e curiosidades insaciáveis. Actuando nas luxuosas salas de espectáculos vitorianas, dois mágicos entram num feudo amargo e cruel, cujos efeitos podem ser sentidos pelas respectivas famílias mais de um século depois.
Os dois homens assombram a vida um do outro, levados ao extremo pelo mistério de uma espantosa ilusão que ambos fazem em palco. O segredo da magia é simples, mas para os antagonistas o verdadeiro mistério é outro, pois ambos os homens têm mais a esconder do que apenas os truques da sua ilusão.
Opinião: Devo dizer que nunca fui muito fascinada pela magia apesar de gostar de ver os ilusionistas a fazerem truques, de vez em quando. Este livro, bem como o filme recente com Hugh Jackman e Christian Bale (que ainda não tive oportunidade de ver), nunca suscitaram por isso o meu grande interesse. Penso mesmo que nunca teria lido este livro se não me tivesse cruzado com ele no BookMooch ou não estivesse a ser transmitido um programa sobre este tema na Sic.
Apesar de ter gostado da leitura, acho que realmente como filme esta história poderá funcionar melhor, já que os efeitos visuais dos truques descritos provocam, com certeza, uma maior emoção quando vistos do que quando imaginados. Mas o autor fez um trabalho excelente em termos de caracterização das personagens, e é nisso que o livro porventura ganha, já que a história é contada sob o ponto de vista dos vários protagonistas.
A história começa no século XX, nos anos 80 parece-me, sob o ponto de vista de um dos herdeiros dos dois ilusionistas de época vitoriana que, por determinadas razões, se tornam inimigos. Este, contactado para uma entrevista, trava conhecimento com uma descendente do ilusionista rival e assim encetam uma jornada que visa colocar um fim à rivalidade entre as famílias. É desta maneira que o leitor se cruza então com os relatos dos ilusionistas rivais e ficamos a conhecer os vários motivos da discórdia e que segredos guardavam estes e como esses condicionaram as suas vidas. Se o segredo de um é fácil de descortinar, o outro não deixa de surpreender.
O final, no entanto, não me satisfez por aí além, talvez por ser algo previsível. A leitura não deixa de ser agradável, como disse, mas acho que como adaptação cinematográfica pode ganhar mais vida, envolvendo-nos mais nas ilusões e deixando-nos mais expectantes pelas conclusões das mesmas.
4 de janeiro de 2009
The Count of Monte Cristo [áudio-livro]
Autor: Alexandre Dumas; Richard Matthews (narrador)
Género: Romance
Editora: Books On Tape | Nº de páginas: -
Nota: 5/5
Resumo (do site Publicações Europa-América): A história de um homem bom a quem roubam os dois maiores bens que possuía: a liberdade e o amor. Edmond Dantès é um jovem marinheiro injustamente acusado de ser partidário de Bonaparte. Preso durante 15 anos, é no cativeiro que trava amizade com o abade Faria — o homem que o ajudará na fuga e lhe deixará um imenso tesouro. Julgando-se acima de toda a lei humana ou divina, regressa, impiedoso, para recuperar a mulher amada e vingar-se dos seus inimigos.
Opinião: Já o tinha lido há algum tempo e, como de momento não tenho o livro cá em casa, resolvi então ouvir o áudio-livro. É simplesmente magnífico.
O facto de o ter lido anteriormente não lhe tira nenhuma beleza, pelo contrário, acho que ainda me fez gostar mais do livro. Não penso que seja um livro sobre vingança, acho que tem mais de esperança que de vingança. É a esperança de se vingar que mantém Dantès vivo em Château d'If. É a esperança de escrever direito por linhas tortas, de corrigir os males que determinados personagens fizeram, que move a vingança.
Esta é então a história de Edmond Dantès que tinha um futuro brilhante à sua frente, no momento de sua prisão: ia ser promovido e casar-se com a mulher que amava, mas por inveja, um grupo de “amigos” decide denunciá-lo como apoiante de Bonaparte e o juiz, por perceber que o apoiante é outro, encarcera-o em Château d’If. Aí, trava conhecimento com o Abade Faria, que lhe deixa, para quando conseguir escapar, o seu tesouro. É desta maneira que Edmond se torna no Conde, um homem com uma mente brilhante, inteligente, com posses mais que suficientes para começar uma nova vida, e enceta então a sua vingança. Volta a ter um novo futuro, ainda mais brilhante que o anterior à sua frente, mas dedica os seus esforços a uma vingança. Dantès é uma personagem notável, como todas as outras, e acho marcante a introspecção dele, quando questiona a própria vingança, pois nós não podemos também deixar de questionar quando a vingança não atinge só os culpados, mas aqueles que os rodeiam que, apesar de poderem ser também culpados por outras acções, não interferiram activamente na vida, ou na desgraça por assim dizer, de Edmond. Encontra-se então perante uma questão: continuar preso ao passado ou aproveitar ao máximo o futuro? A nova oportunidade de vida que lhe foi dada?
Neste áudio-livro o narrador faz um óptimo trabalho, sobretudo no que toca a transmitir a emoção com que algumas personagens dizem os seus diálogos, acrescentando mais alguma coisa à “leitura”. Como disse, simplesmente magnífico.
Género: Romance
Editora: Books On Tape | Nº de páginas: -
Nota: 5/5
Resumo (do site Publicações Europa-América): A história de um homem bom a quem roubam os dois maiores bens que possuía: a liberdade e o amor. Edmond Dantès é um jovem marinheiro injustamente acusado de ser partidário de Bonaparte. Preso durante 15 anos, é no cativeiro que trava amizade com o abade Faria — o homem que o ajudará na fuga e lhe deixará um imenso tesouro. Julgando-se acima de toda a lei humana ou divina, regressa, impiedoso, para recuperar a mulher amada e vingar-se dos seus inimigos.
Opinião: Já o tinha lido há algum tempo e, como de momento não tenho o livro cá em casa, resolvi então ouvir o áudio-livro. É simplesmente magnífico.
O facto de o ter lido anteriormente não lhe tira nenhuma beleza, pelo contrário, acho que ainda me fez gostar mais do livro. Não penso que seja um livro sobre vingança, acho que tem mais de esperança que de vingança. É a esperança de se vingar que mantém Dantès vivo em Château d'If. É a esperança de escrever direito por linhas tortas, de corrigir os males que determinados personagens fizeram, que move a vingança.
Esta é então a história de Edmond Dantès que tinha um futuro brilhante à sua frente, no momento de sua prisão: ia ser promovido e casar-se com a mulher que amava, mas por inveja, um grupo de “amigos” decide denunciá-lo como apoiante de Bonaparte e o juiz, por perceber que o apoiante é outro, encarcera-o em Château d’If. Aí, trava conhecimento com o Abade Faria, que lhe deixa, para quando conseguir escapar, o seu tesouro. É desta maneira que Edmond se torna no Conde, um homem com uma mente brilhante, inteligente, com posses mais que suficientes para começar uma nova vida, e enceta então a sua vingança. Volta a ter um novo futuro, ainda mais brilhante que o anterior à sua frente, mas dedica os seus esforços a uma vingança. Dantès é uma personagem notável, como todas as outras, e acho marcante a introspecção dele, quando questiona a própria vingança, pois nós não podemos também deixar de questionar quando a vingança não atinge só os culpados, mas aqueles que os rodeiam que, apesar de poderem ser também culpados por outras acções, não interferiram activamente na vida, ou na desgraça por assim dizer, de Edmond. Encontra-se então perante uma questão: continuar preso ao passado ou aproveitar ao máximo o futuro? A nova oportunidade de vida que lhe foi dada?
Neste áudio-livro o narrador faz um óptimo trabalho, sobretudo no que toca a transmitir a emoção com que algumas personagens dizem os seus diálogos, acrescentando mais alguma coisa à “leitura”. Como disse, simplesmente magnífico.
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