Autor: Karen Marie MoningGénero: Romance histórico
Editora: Dell | Nº de páginas: 354
Nota: 3/5
Resumo (da capa): He would defy the boundaries of time for one night in her arms…
A WARRIOR OF IMMORTAL POWERS
He was a mighty Scottish warrior who lived in a world bound by ancient laws and timeless magic. But no immortal powers could prepare the laird of Castle Brodie for the lovely accursed lass who stood before him. A terrible trick of fate had sent her 700 years back in time and into his private chamber to tempt him with her beauty – and seduce him with a desire he could never fulfill. For this woman he burned to possess was also the woman he had foresworn to destroy.
A WOMAN CAUGHT IN THE MISTS OF TIME
When Lisa felt the earth move under her feet, the fiercely independent 21st-century woman never dreamed she was falling... into another century. But the powerful, naked warrior who stood glaring down at her was only too real... and too dangerously arousing. Irresistibly handsome he might be, but Lisa had no intention of remaining in this savage land torn by treachery and war. How could she know that her seductive captor had other plans for her... plans that would save her from a tragic fate? Or that this man who had long ago forsaken love would defy time itself to claim her for his own...
Opinião: Mais uma vez, este segue os passos dos livros anteriores, mas finalmente as personagens têm batalhas interiores! E há história pelo meio, só um cheirinho mas esta lá.
Desta vez voltamos a encontrar-nos com Adam Black, a única personagem que posso afirmar que gosto, sendo que este não consegue estar sossegado, tem de andar sempre a mexer com a vida de alguém. Desta vez o alvo é Circeen Brodie, que tem a seu cargo Relíquias Sagradas. Tendo perdido uma destas, e tendo sido instruído por Adam, Circeen amaldiçoa a relíquia que trará, quem lhe tocar, até Circeen. Ele só não sabia é que consequências isso poderia trazer e é desta maneira que Lisa Stone se vê atirada do séc. XXI para o séc. XIV.
Como disse, finalmente estas personagens têm batalhas interiores com que podemos facilmente nos identificar. Ok, talvez não tanto no caso de Circeen, mas conseguimos identificar-nos com Lisa, uma mulher do séc. XXI que trabalha bastante para sustentar a sua casa e a sua mãe doente, e que é inteligente, forte, ao contrário das anteriores que se definiam pela quantidade de vezes que sentiam as pernas a tremerem diante dos personagens masculinos. A ela também lhe tremem as pernas, mas ela questiona o porquê de ter viajado no tempo e se pode voltar ao seu século, para cuidar da sua mãe e continuar a sua vida.
Finalmente temos também história, se bem que esta, infelizmente, não é muito aprofundada. Encontramos em plena guerra pela independência da Escócia, estando de um lado Robert I da Escócia e do outro Eduardo II de Inglaterra, nas vésperas da batalha de Bannockburn. Além disso, temos também um pouco da história dos Templários que, após a dissolução da ordem por Bula Papal, teriam fugido para a Escócia, onde governava um rei excomungado pelo Papa.
Melhor que os anteriores e mais perto daquilo que eu esperava desta autora. Mesmo assim, ainda não foi desta que realmente me convenceu. Talvez seja da época do ano (acho que este é o tipo de livro mais para ler em férias, na praia) ou do facto de ter lido um grandioso livro antes destes, nunca chegaram a encher-me as medidas.



